quinta-feira, 19 de abril de 2012

TODO DIA É DIA DE ÍNDIO




Todo Dia Era Dia de Índio
Baby do Brasil


Curumim,chama Cunhatã.
Que eu vou contar.
Curumim,chama Cunhatã.
Que eu vou contar.


Todo dia era dia de índio.
Todo dia era dia de índio.

Curumim,Cunhatã.
Cunhatã,Curumim.

Antes que o homem aqui chegasse
Às Terras Brasileiras
Eram habitadas e amadas
Por mais de 3 milhões de índios
Proprietários felizes
Da Terra Brasilis.

Pois todo dia era dia de índio.
Todo dia era dia de índio.

Mas agora eles só tem
O dia 19 de Abril.
Mas agora eles só tem
O dia 19 de Abril.

Amantes da natureza
Eles são incapazes
Com certeza
De maltratar uma fêmea
Ou de poluir o rio e o mar
Preservando o equilíbrio ecológico
Da terra,fauna e flora
Pois em sua glória,o índio
É o exemplo puro e perfeito
Próximo da harmonia
Da fraternidade e da alegria.

Da alegria de viver!
Da alegria de viver!

E no entanto,hoje
O seu canto triste
É o lamento de uma raça que já foi muito feliz
Pois antigamente.

Todo dia era dia de índio.
Todo dia era dia de índio.

Curumim,Cunhatã.
Cunhatã,Curumim.

Terêrê,oh yeah!
Terêreê,oh!


Dia 19 de abril, restou esse dia, apenas esse dia para ser o dia do índio.


Fonte
Google Imagens

segunda-feira, 16 de abril de 2012

ESTAÇÃO DA VIDA


Gaivotas voando...






Suntuosa força, clara intensa luz, gênese de todo fruto.
Verbo soberano, início, meio e fim, porta voz do infinito.
Desce sobre os montes, rios, céu e mar, soberano dom divino.
Vai deixando em tudo o seu rastro de luz, a vida não poder parar.

Vida, tua cor colore o céu.
Vida, teu calor acende a luz.

Tece a melodia e deixa o teu sinal, onde o vento canta ao sol.
Sombras se dissipam e se vão quando se demonstra o teu poder.
Alma do universo, expressão de Deus, digo sim ao teu querer.
Mesmo que hajam forças contra ti sempre nascerão as estações.
Incansável luta, não te cansarás eu sei que sobreviverás.

Suntuosa força, clara intensa luz, gênese de todo fruto.
Verbo soberano, início, meio e fim, porta voz do infinito.
Desce sobre os montes, rios, céu e mar, soberano dom divino.
Vai deixando em tudo o seu rastro de luz, a vida não poder parar.

A vida não pode parar, a vida sobreviverá.
A vida sobreviverá.

Pe. Fábio de Melo

terça-feira, 10 de abril de 2012

SER MINEIRO...


Ser mineiro não é só dizer uai, trem bão, etc e tal,
é ter todo um jeito especial e diferenciado de ser.
É não se meter em cumbuca alheia;
é não dar um passo maior que as pernas;
é não dar ponto sem nó;
é confiar, desconfiando;
é não mostrar o que sabe;
é falar menos e escutar mais;
é chegar antes da hora
para não perder o trem;
é não andar no escuro
para não encontrar o que não se deve.

Mineiro não gosta de conversa mole de enrolador,
nem de conversa fiada de quem diz o que não deve.
Mineiro gosta de segredo.
Não gosta de dizer o que faz, nem o que vai fazer,
deixa para revelar quando já está pronto.

Ser mineiro é passar por bobo e ser inteligente.
É se vestir com simplicidade, sendo fazendeiro;
é reclamar dos preços, sendo banqueiro;
é dar desconto para ganhar o freguês.
Mineiro não olha diretamente, tem educação,
espia, fingindo que não presta atenção;
não é de vingança, mas pode esperar o troco;
não estica conversa com estranhos,
mas recebe os amigos como se fossem reis;
não troca um pássaro na mão por dois voando,
pois só arrisca quando tem certeza.

Ser mineiro é ter sabedoria, simplicidade, modéstia,
solidariedade, coragem e bravura.
É fazer de um fracasso o princípio de uma vitória,
e da vitória, a humildade do não foi nada demais.

O mineiro, se vive no campo,
gosta de ouvir os sons da natureza:
do movimento da água nos rios, do ar nos ventos
e olhar o céu para sentir as mudanças do tempo:
saber se vai dar sol ou chover, fazer calor ou frio;
gosta também de ouvir o cantar dos pássaros,
o latido do seu cachorro amigo,
o mugir do gado leiteiro,
o relincho do forte e nobre cavalo ...
e, vez em quando, escutar as notícias da cidade.

Mineiro que vive na cidade,
não deixa de lado o seu jeito interior,
leva o valor do campo junto consigo;
se estiver em outro país,
entre as saudades maiores
estão as belas montanhas de Minas Gerais,
com que interage desde cedo.

Segundo os que não são de Minas,
o motivo por que o mineiro é desconfiado,
é que, crescendo entre montanhas,
anda atento pelos caminhos,
sem saber o que se esconde
atrás de cada uma delas,
já que cada qual tem seu mistério,
não há duas que se igualem.
Fato é que, ao sair de seus domínios,
torna-se difícil enganar o mineiro
que enxerga atrás das montanhas outras,
entrelinhas das palavras.
Devagar e sempre,
o mineiro chega aonde quer.

Ser mineiro é ser conservador
no que precisa ser conservado.
No amor-casal, dois é bom, três é demais.
Ser Mineiro é ser religioso.
Mineiro não se sente só aonde quer que vá,
pois sente que a mão de Deus o protege.

Ser mineiro também é ser inovador
no que precisa ser inovado.
É gostar de saber mais para contar seus causos;
é admirar o belo, a arte, a vida;
é amar a liberdade de ir, de vir, de pensar, de ser;
é ser poeta e gostar de fazer política
para não perder o idealismo de mudar as coisas.

Ser mineiro é ser gente como a gente: eu e você,
que, entre trabalho e suor, com lágrimas e sorrisos,
construímos a história dessa nossa Minas Gerais,
as minas de ouro, diamante, pedras preciosas...
riquezas infinitas minerais e pessoais,
que podem ser encontradas nos subsolos
ou caminhando pelas ruas das nossas cidades.

Ana da Cruz






Chão de Minas - Abre a porteira que eu quero entrar...



r
Queijo com goiabada a moda mineira



 Comida mineira



 Uma casa típica e tradicional mineira não pode faltar um jogão a lenha. 



 Palácio da Liberdade - antiga sede do governo de Minas




Liberdade ainda que tardia






Fontes:
Google Imagens

domingo, 8 de abril de 2012

sexta-feira, 6 de abril de 2012

TODO O DIA É ANO NOVO

O orvalho pela manhã


Todo o dia é ano novo.
Todo dia é ano novo.
Entre a lua e as estrelas,
num sorriso de criança.
no canto dos passarinhos,
num olhar, numa esperança...

Todo dia é ano novo.
na harmonia das cores,
na natureza esquecida,
na fresca aragem da brisa,
na própria essência da vida.

Todo dia é ano novo.
no regato cristalino,
pequeno servo do mar,
nas ondas lavando as praias,
na clara luz do luar...

Todo dia é ano novo.
na escuridão do infinito,
todo ponteado de estrelas,
na amplidão do universo,
no simples prazer de vê-las,
nos segredos desta vida,
no germinar da semente.

Todo dia é ano novo.
nos movimentos da Terra,
que gira incessantemente.

Todo dia é ano novo.
no orvalho sobre a relva,
na passarela que encanta,
no cheiro que vem da terra,
e no sol que se levanta.

Todo dia é ano novo.
nas flores que desabrocham,
perfumando a atmosfera,
nas folhas novas que brotam,
anunciando a primavera.
Você é capaz, é paz.
É esperança.

Todo dia é ano novo.
no colorido mais bel,
odos olhos dos filhos seus...
Você é paz, é amora alegria de Deus.
Não há vida sem volta,
e não há volta sem vida,
no ciclo da natureza,
neste ir e vir constante.

No broto que se renova,
na vida que segue adiante,
em quem semeia bondade,
em quem ajuda o irmão,
colhendo felicidade,
cumprindo a sua missão.

Todo dia é ano novo... Portanto... Feliz ano novo todo dia!



Obs.: Desconheço a autoria, quem puder me informar para colocar os créditos devidos, eu agradeço.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

PAIXÃO DE CRISTO

O que é a Paixão de Cristo



A Paixão de Cristo é a narrativa do calvário de Jesus desde o momento em que ele é preso no Monte das Oliveiras, após a realização da última ceia com os apóstolos, até a sua morte na cruz. Na mesma noite em que é preso sob ordem de Caifás, o sumo sacerdote e maior autoridade do povo judeu, ele é julgado de forma sumária pelo Sinédrio, conselho dos anciões e suprema corte judaica. 

Acusado de blasfemo por se apresentar como o Rei de Israel, Jesus é condenado à morte. Como a região da Judéia estava sob domínio do Império Romano, caberia a Pôncio Pilatos, autoridade máxima romana na região, aplicar a punição. Pilatos, em função da proximidade da Páscoa, ofereceu a possibilidade de suspensão da condenação de Jesus, mas a multidão que estava no local incitada pelos sacerdotes preferiu que a liberdade fosse dada a Barrabás, um ladrão e assassino também condenado à morte.

A partir da sentença proferida de forma definitiva por Pilatos, Jesus teria passado pelos flagelos que os romanos impunham aos condenados. Entre eles, ser açoitado pelo flagellum taxillatum, espécie de chicote com três ramais que terminavam em bolas de metal com relevos e unidas por arame, e carregar até o local da crucificação a trave horizontal da cruz. A paixão de Cristo é principalmente essa passagem das últimas horas da vida de Jesus, da última ceia até a sua morte na cruz, quando seu sofrimento teria sido uma prova de sua doação total e incondicional para redimir os pecados da humanidade, segundo os preceitos da Igreja Católica.

Mas os eventos da Semana Santa rememoram outros acontecimentos importantes em torno da paixão de Cristo. Eles começam no domingo de Ramos que relembra a chegada de Jesus a Jerusalém, na semana da Páscoa judaica. Para receber Jesus, que vinha da Galiléia, o povo teria cortado ramos de árvores e folhas de palmeiras para forrar o chão onde ele teria passado montado num jumento. Também segurando folhas de palmeiras, parte da população de Jerusalém o teria saudado como rei dos judeus, filho do rei Davi e messias. 

Tal recepção teria feito com que sacerdotes e autoridades locais vissem em Jesus uma ameaça ao seu poder. Nesse mesmo domingo, ao chegar ao Templo Sagrado, Jesus teria se indignado com a presença de mercadores no local. A semana da Páscoa judaica levava milhares de pessoas a Jerusalém e ao Templo, onde faziam suas oferendas e rituais junto aos altares sagrados. Era uma oportunidade de ouro para os mercadores fazerem seus negócios. Mas Jesus os teria considerado profanadores e procurou afastá-los dali. A Semana Santa, que começa com o domingo de Ramos e tem na Sexta-Feira Santa a celebração da paixão de Cristo, encerra-se com o domingo de Páscoa, que relembra o que teria sido a ressurreição de Jesus Cristo.



Crucificação de Jesus Cristo



Fontes
Google Imagens