A especialista recomenda ainda um exame de TSH para verificar possíveis problemas da tireoide. "Embora eles sejam mais comuns em mulheres, também podem acometer o público masculino", afirma. Por fim, uma análise clínica poderá identificar efeitos colaterais da andropausa, fase similar à menopausa feminina. "Se necessário, é indicada a reposição hormonal para aumentar a libido e a disposição do homem".
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
PROFISSIONAIS ESSENCIAIS AO HOMEM COM MAIS DE 50 ANOS
A especialista recomenda ainda um exame de TSH para verificar possíveis problemas da tireoide. "Embora eles sejam mais comuns em mulheres, também podem acometer o público masculino", afirma. Por fim, uma análise clínica poderá identificar efeitos colaterais da andropausa, fase similar à menopausa feminina. "Se necessário, é indicada a reposição hormonal para aumentar a libido e a disposição do homem".
domingo, 8 de abril de 2012
FUNDAÇÃO PIO XII - APOIE E COLABORE
Uma realidade em favor dos que sofrem com essa doença.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
LENTES DE CONTATO PARA OS DENTES
Este processo melhora a força e a aparência dos dentes.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
ODONTOLOGIA - DENTES BRANCOS E SEM DOR
terça-feira, 8 de novembro de 2011
CAMPANHA NACIONAL CONTRA O CÂNCER DE BOCA
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
DIA MUNDIAL DO CIRURGIÃO DENTISTA - PARABÉNS!
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
ODONTOLOGIA
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Seleção de Cor de Resinas Compostas em Odontologia - Trabalho de Monografia
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Avanços na Odontologia
Fontes das imagens:
http://www.edvino.odo.br/tecnologias.htm
http://fastdental.blogspot.com/2010/08/tratamento-com-laser-ajuda-combater-mau.html
http://www.clinicacanova.com.br
http://www.clinicaopencenter.com.br/especialidades.html
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Edentulismo
Aspectos Conceituais e Epidemiológicos
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
XEROSTOMIA, você sabe o que é?

Na xerostomia, o paciente pode se queixar de sensação de secura na boca algumas vezes no decorrer do dia, sendo que a mucosa apresenta-se normal.
Em outros casos, há ausência completa de saliva. Se a deficiência de saliva for acentuada, pode haver alterações graves na mucosa e o paciente passa a sentir grande desconforto. A mucosa que reveste a cavidade bucal, apresenta-se seca e atrofiada, pode estar inflamada, pálida e translúcida.
A língua pode mostrar deficiência pela atrofia das papilas, inflamação, fissuração, rachaduras e até desnudação.
O indivíduo portador de xerostomia, apresenta sensibilidade, ardência, queimação e dor na mucosa da língua.
A xerostomia associada a uma reação emocional ao bloqueio de um ducto por cálculo salivar, ou à administração de várias drogas como a atropina e diferentes anti-histamínicos, não é considerada como patologia. Algumas pessoas usam essas drogas contra sinusite crônica, febre do feno e várias alergias podendo acarretar uma xerostomia à qual o paciente pode se acostumar.
A xerostomia crônica predispõe à cárie dentária aguda, complicações periodontais e perda subseqüente dos dentes, o paciente apresenta dificuldade para as dentaduras e incômodo com aparelhos protéticos devido à secura da boca.
A xerostomia tem uma grande relação com a halitose. A halitose observada com freqüência em pessoas idosas se deve geralmente à xerostomia, por sua vez derivada da hipertrofia senil das glândulas salivares.
Devido à xerostomia, a saliva se torna mais viscosa e há maior precipitação de material saburróide na língua e, freqüentemente, formação de saburra (placa esbranquiçada que se localiza no dorso da língua, causando o mau hálito).

Pode ocorrer a perda da função das glândulas salivares pela radiação dos raios-x, seja das glândulas, seja das estruturas adjacentes, é um fenômeno bem reconhecido.
Aplasia das glândulas salivares, ou seja, ausência do desenvolvimento das glândulas salivares, é também um agente causador da xerostomia.
A relação da xerostomia com um distúrbio endócrino foi observada muitas vezes, e com aparente predileção para a Síndrome de SJÖGREN ocorre em mulheres na menopausa. Aparece freqëntemente em mulheres com mais de 40 anos de idade, embora possa afetar crianças, adultos e jovens.
Existem várias outras causas de xerostomia, tais como ingestão inadequada de líquidos, respiração bucal crônica (adenóide), fumo excessivo, doenças de MIKULICZ, síndrome de HEERFORDT,doenças sistêmicas e metabólicas com febre alta e desidratação, distúrbios emocionais, uso excessivo de alimentos codimentados e finalmente pobre higiene bucal.
A perda de líquido pelo organismo, decorrente da hemorragia, sudorese excessiva, diarréia ou vômitos, pode acarretar redução de secreção salivar e xerostomia. A poliúria que acompanha o diabetes melito e o diabetes insípidus explica, provavelmente, a diminuição da secreção salivar e consequentemente sede nos portadores desta doença.
Efeito sobre os dentes
Os dentes irrompidos são afetados nos pacientes que receberam radiação pelos raios-x.
A manifestação mais comum da agressão é uma destruição peculiar da substância dentária, semelhante à cárie é chamada as vezes de "cárie de radiação", que pode causar a amputação(remoção) da coroa dentária ao nível do colo, os dentes parecem quebradiços e lasca de esmalte podem destacar-se dos dentes. A relação entre o radioterapeuta, o dentista e o paciente é essencial na promoção dos cuidados bucais para estes pacientes.
A xerostomia de intensidade variável, favorece o acúmulo de resíduos sobre os dentes e a cárie resultante.
Tratamento
Depende da natureza da doença, para a maioria dos pacientes só pode ser oferecido alívio sintomático. Procura-se encontrar a causa da baixa do fluxo salivar, deve ter-se uma higiene bucal rígida e um controle na dieta.
Na tentativa de conseguir a reativação da função secretora das glândulas salivares, é recomendado o uso de gomas de mascar e tabletes de fosfato de cálcio e em condições mais drásticas o tratamento químico com o aconselhamento e acompanhamento do cirurgião dentista, com sialogogos; o sialogogo detecta se a glândula tem condições de reabilitar-se por si só, caso não seja possível, a única saída é a reabilitação por saliva artificial.
Fontes: http://www.saudevidaonline.com.br
http://www.virtualmedicalcentre.com/symptoms.asp?sid=78&title=Xerostomia-(Dry-Mouth)
http://www.guiame.com.br/v4/31303-1702-Boca-seca-nem-pensar-.html
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
"Chiclete" na Odontologia?

A ideia de que chiclete é mania de criança está mais do que superada. Os adultos são tão fãs da goma de mascar quanto os pequenos. Fato é que a indústria alimentícia tem se dedicado a criar produtos cada vez mais cheios de requisitos que se encaixem nas demandas da gente grande, como chiclete sem açúcar e chiclete que promete clarear os dentes, mas sem deixar de lado as versões coloridas, recheadas e de formatos mais variados para a garotada. O chiclete sempre foi considerado o vilão da boca por provocar cáries e visto como guloseima que atrapalha a dieta. Mas será que ele não traz nenhum benefício para o regime e para a saúde bucal? A nutricionista do MinhaVida, Roberta Stella, e o dentista Sidnei Leonard Goldmann ajudam a esclarecer os mitos e verdades relacionados ao hábito.
Todo tipo de chiclete provoca cárie?
Mito. O açúcar presente no chiclete é o grande causador da cárie. Por isso, as versões diet e light podem ficar de fora dessa lista. Porém, alguns corantes e conservantes da composição das gomas podem ser feitos à base de amido e carboidrato, que vão se transformar em açúcar e também são nocivos aos dentes. "Opte por versões sem açúcar e incolores, que são as mais seguras", diz Goldmann. Outro ponto é que alguns chicletes, dependendo da sua composição, podem deixar o pH da boca muito ácido e provocar cáries.
O chiclete pode ser benéfico para a higiene bucal?
Verdade. A mecânica de mascar e o atrito da goma com os dentes provocam uma limpeza superficial dos dentes. Quanto mais espessa ela for, melhor será o resultado. "Mas o chiclete não substitui a escova e o fio dental e nem tem o poder de remover a placa bacteriana ou prevenir a formação dela", explica o dentista.
O chiclete alivia o mau hálito?
Verdade. Com a limpeza superficial que a goma proporciona, o hálito é favorecido já que há a renovação das células da boca. Mas é uma ação momentânea. E não serve para todo mundo. Quem sofre com problemas bucais, como periodontite, cáries ou uma restauração danificada, pode ficar com o mau cheiro acentuado com o uso do chiclete. Aliás, esse é o indício de que há um problema bucal.
Chiclete ajuda a clarearear os dentes?
A goma de mascar é indicada para certos tratamentos bucais?
Verdade. Em alguns casos, o chiclete é recomendado com ação de fisioterapia. Quando há inflamação dos músculos ou abertura limitada da boca (trismo muscular), o uso da goma é benéfico para minimizar o inchaço, fortalecer a musculatura bucal e recuperar os movimentos da mandíbula.
Fontes:
Site Uol - Ciência e Saúde
http://www.odontosites.com.br
http://dabocapradentro.blogtv.uol.com.br
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Sensibilidade dentária

A dentina tem um grande número de poros ou tubos microscópicos (túbulos) que vão da face externa do dente até a polpa gengival, no centro. Quando a dentina está exposta, esses túbulos podem ser estimulados por mudanças de temperatura ou certos alimentos. Abaixo está uma ilustração dos túbulos dentinários vistos em um microscópio:
A melhor maneira de descobrir a causa da sensibilidade dentária é pedir ao dentista que examine seus dentes. O dentista vai observar sinais de exposição da dentina e realizar testes para determinar a causa real da sensibilidade. Por vezes, a sensibilidade tem sua origem em cárie dentária ou doenças gengivais. Essas duas causas podem ser tratadas. Outras vezes, a sensibilidade é provocada pelo desgaste do esmalte, seja por abrasão ou erosão, ou, ainda, pela retração gengival, que deixa exposta a raiz do dente.

O que se pode fazer?
Se a sensibilidade for causada por cárie, pode-se restaurar o dente. Se a causa for gengivite, o dentista pode fazer uma profilaxia completa da área afetada.
Contudo, se a causa for a exposição da dentina, o tratamento para a redução da sensibilidade requer vários procedimentos tanto em consultório como em casa.
No consultório:
-Aplicação de verniz de flúor nas áreas expostas para ajudar a mineralizar o esmalte e a dentina;
-Aplicação de espuma ou gel de flúor, por meio de moldes bucais, durante 3 a 5 minutos, proporcionando alta concentração de flúor para ajudar as áreas sensíveis;
-Aplicação de agente fixador (material usado para fixar restaurações) para impermeabilizar a superfície da dentina ajudar os estímulos que causam a sensibilidade.
Em casa:
-Use uma escova de cerdas muito macias, com creme dental pouco abrasivo;
-Escove corretamente, mas não em demasia;
-Use creme dental especialmente formulado para ajudar a sensibilidade dentária;
-Use creme dental com alta concentração de flúor (dado pelo dentista) para ajudar fortalecer a superfície do dente;
-Há um grande número de tratamentos disponíveis. Seu dentista pode ajudá-lo a encontrar aqueles que funcionam melhor no seu caso. Consulte sempre o dentista. Não tente diagnosticar o problema você mesmo, pois ele pode ser sinal de algo mais sério. Somente um dentista pode esclarecer o questão.
Artigo fornecido pela Colgate-Palmolive. Copyright 2010 Colgate-Palmolive. Todos os direitos reservados.
Fontes:
http://www.minhavida.com.br/conteudo/10858-conheca-os-tratamentos-para-sensibilidade-dentaria.htm
http://solucoesemodontologia.com.br/tag/sensibilidade-dental
http://www.oralb.com.br/professional/frontend/h_patient_detail06.php
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Avanços na Odontologia e Medicina em combate aos Cânceres Labial e de Pele

A Clínica de Dermatologia do Hospital das Clínicas e a Faculdade de Odontologia, ambas ligadas à USP, começaram a usar um novo procedimento para o diagnóstico precoce do câncer labial e do câncer de pele.
Inédito na América do SUL, o exame é feito com um microscópio confocal, o único existente no Brasil.
O equipamento permite estudar as alterações celulares das camadas superficiais da pele e da mucosa oral "viva" de forma criteriosa e não invasiva, explica o dermatologista Marcelo Mente, chefe do ambulatório de estomatologia do HC.
Câncer labial
Cerca de 50 pacientes em tratamento na Clínica de Dermatologia com suspeita de câncer labial serão os primeiros a serem beneficiados com o novo exame.
O câncer labial representa cerca de 15 % de todas as neoplasias da cabeça e pescoço, segundo informações do INCA. Na maioria dos casos, o diagnóstico é feito tardiamente, quando a lesão já atingiu um estado avançado.
Um dos fatores que mais provoca o surgimento desse tipo de tumor é a contínua exposição ao sol, sem nenhum tipo de proteção.
Biópsia
A tecnologia é semelhante a um aparelho de ultrassom. Em contato com a mucosa oral, o aparelho emite um laser, não lesivo, escaneia a área com suspeita de lesão e encaminha as imagens, em preto e branco, para o computador.
A ampliação das imagens possibilita examinar as alterações celulares e indicar outros exames complementares, como a biópsia, quando preciso.
A biópsia é o exame mais utilizado para o diagnóstico do câncer da mucosa oral e da pele.
Segundo Marcelo Mente, a inovação não substituirá a biópsia, mas permitirá a avaliação de mais áreas lesadas, sem a necessidade de cortes ou anestesias.
"O método poderá ser útil no processo de retirada do tecido, por captar as alterações celulares das camadas superficiais da pele e da mucosa com precisão".
Desenvolvido nos EUA, o equipamento é utilizado em países da Europa e EUA apenas para pesquisa, em várias instituições.
Na Dermatologia do Hospital das Clínicas, nesta primeira fase, o equipamento também será uma ferramenta de estudo e pesquisa para avaliar o câncer labial, enfatiza a pesquisadora Sílvia Lourenço, da Odontologia da USP
Fontes:
www.diariodasaude.com.br
http://www.corposaun.com/cancer-pele/10251/



























