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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

NOVEMBRO AZUL - ATENÇÃO HOMENS!




O que é o Câncer de Próstata?


O câncer de próstata é o mais comum entre os homens e de acordo com o INCA – Instituto Nacional de Câncer, estão previstos 60.180 novos casos da doença no Brasil em 2012.


As causas do câncer de próstata ainda são desconhecidas. Embora apareça em homens com mais de 65 anos de idade, as chances de desenvolver a doença aumentam em até dez vezes se já houve algum caso de câncer de próstata na família, como pai ou irmão. Outros fatores, como o estilo de vida, alimentação inadequada à base de gordura animal e pobre em frutas, legumes, verduras e grãos também podem interferir no surgimento da doença.


Este é um tipo de câncer que demora a se manifestar, exigindo exames preventivos com frequência para não ser descoberto em estado avançado e potencialmente fatal. Homens a partir dos 50 anos de idade (ou 45, se houver casos de câncer de próstata na família), devem procurar um urologista anualmente para realizar os exames preventivos.


O toque retal, que é rápido e indolor, mostra se a próstata apresenta algum tipo de alteração. Caso seja detectada, o médico pode solicitar outros exames para confirmar o diagnóstico, como a dosagem de PSA (antígeno prostático) no sangue e a biópsia, que é a retirada de fragmentos da glândula para análise. A partir dos resultados, o urologista poderá dar o diagnóstico correto.

Conforme o tumor cresce, há dificuldade de urinar; o jato de urina fica mais fraco; aumenta a frequência das micções, especialmente à noite; há dor ou ardência no ato de urinar ou na ejaculação; e um pouco de sangue pode aparecer na urina ou no sêmen. Em uma fase mais avançada, pode causar dores nos ossos, infecções generalizadas e até insuficiência renal.



Fatores de Risco

Assim como em outros tipos de câncer, a idade é um marcador de risco importante, ganhando um significado especial no câncer da próstata, uma vez que tanto a incidência como a mortalidade aumentam exponencialmente após os 50 anos.

A história familiar de pai ou irmão com câncer da próstata antes dos 60 anos de idade é outro fator importante, podendo aumentar o risco de três a 10 vezes em relação à população em geral e refletir características herdadas e estilos de vida compartilhados entre os membros da família.

A influência da alimentação sobre a gênese do câncer ainda é incerta, não sendo conhecidos os exatos componentes ou mecanismos através dos quais ela pode influenciar o desenvolvimento do câncer da próstata. As evidências apontam que uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais e pobres em gordura, principalmente as de origem animal, não só ajuda a diminuir o risco de câncer, como também o risco de outras doenças crônicas não transmissíveis.

Também tem sido apontada uma relação positiva entre o alto consumo energético total e ingestão de carne vermelha, gorduras e leite e o risco de câncer da próstata. Por outro lado, o consumo de frutas, vegetais ricos em carotenoides (como o tomate e a cenoura) e leguminosas (como feijões, ervilhas e soja) tem sido associado a um efeito protetor.

Além desses, alguns componentes naturais dos alimentos, como as vitaminas (A, D e E) e minerais (selênio), também parecem desempenhar um papel protetor. Já outras substâncias geradas durante o preparo de alguns alimentos, como as aminas heterocíclicas e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, têm sido consideradas como componentes da dieta que poderiam aumentar o risco de câncer da próstata.

Outros fatores cujas associações com câncer da próstata foram detectadas em alguns estudos incluem o “fator de crescimento análogo à insulina” insulin-like growth factor, consumo excessivo de álcool e tabagismo.

Homens com sobrepeso e obesos também possuem maior risco de desenvolver câncer de próstata.
Em geral, sabe-se pouco sobre a maioria dos fatores estudados em relação ao câncer de próstata, já que os estudos epidemiológicos têm encontrado resultados inconsistentes. As justificativas que norteiam a detecção precoce do câncer da próstata, assim como de qualquer outro tipo de câncer é que, quanto mais inicialmente a doença for diagnosticada, maiores serão as chances de cura, além de permitir um tratamento menos agressivo e mutilante.




Campanha Novembro Azul


Preconceito, falta de informação, idéias equivocadas… Estas são algumas das características do comportamento masculino quando o assunto é saúde, sobretudo quando envolve a próstata. O assunto é delicado, todos sabemos. Por isso, surgiu a ideia de desenvolver uma Campanha especialmente voltada ao esclarecimento do tema e quebra de paradigmas, para mudar de vez o cenário nacional, que traz números cada vez mais alarmantes sobre o Câncer de Próstata.



Um Toque, Um Drible - Campanha Nacional de Combate ao Câncer de Próstata



Iniciativa busca quebrar os paradigmas da doença no Brasil por meio de ações interativas, realizadas em todo o País.

Uma pesquisa realizada no mês de maio de 2013 pela Sociedade Brasileira de Urologia com 5 mil homens revelou que 47% deles nunca fizeram o exame de toque retal, fundamental para detectar o câncer de próstata. Ao tomarem essa atitude, eles engrossam o número de possíveis acometidos pela doença, que atinge todos os anos no Brasil cerca de 60 mil homens, levando à óbito mais de 10 mil.

Para mudar esse panorama, desde 2010 o Instituto Lado a Lado pela Vida promove a Campanha Um Toque, Um Drible. A Campanha busca promover uma mudança de paradigmas em relação à ida do homem ao especialista e à realização do  exame de toque.

A Campanha Um Toque Um Drible, a começar pelo nome, que remete ao duplo sentido, entre o exame de toque retal e a “dar um toque”, um conselho, integra ações de conscientização entre homens, mulheres e também os jovens, para que a questão da saúde masculina seja um processo, construído ao longo da vida.

O público-alvo são homens a partir de 45 anos e grupos de participação ativa no processo de prevenção e cuidados, como família, parceiros e comunidade. Para alcançar os seus propósitos, a Campanha tem o apoio de importantes formadores de opinião, como o ex-jogador de futebol Zico.
Em 2013, a Campanha Um Toque, Um Drible já conta com um amplo calendário de ações em diversas cidades brasileiras, como Salvador, São Paulo, Barretos, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Natal, João Pessoa e Petrolina. Essas ações contemplam: iluminação de pontos turísticos e monumentos, palestras informativas para leigos, intervenções em eventos populares e pedágios em locais de grande circulação.

Este ano, a Campanha ganhou o reforço de mais uma conquista. Foi a criação do Movimento Saúde, Sustentabilidade e Vida, formado pelo Instituto Lado a Lado pela Vida, pela Fundação José Silveira e pelo Instituto Eco D. O objetivo do Movimento é fornecer orientações sobre saúde e sustentabilidade para a população do Brasil todo.


Ações já realizadas:

Desde sua criação, a campanha Um Toque, Um Drible, também já realizou diversas ações presenciais de interatividade, como: fóruns de discussão, participação em eventos culturais e esportivos e atuação no ambiente de trabalho, sempre com um exclusivo material de apoio, que é distribuído à população.


Apesar de ser realizada durante o ano todo, a Campanha tem em novembro o seu ápice. Em comemoração ao Dia Mundial do Combate ao Câncer de Próstata foi criado o Novembro Azul, mês que conta com ações relacionadas à doença. Em 2012, entre outras, foram realizadas ações em estádios de futebol (Morumbi e do Canindé) durante o Campeonato Brasileiro e nas estradas do Brasil com uma ação educativa voltada aos caminhoneiros.


Informações contidas no site da campanha: 

http://umtoqueumdrible.ladoaladopelavida.org.br



Fontes
Google Imagens

terça-feira, 20 de março de 2012

SÍNDROME DE DOWN

Dia 21 de Março: 
DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN









A síndrome de Down (SD) é uma alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais, o par 21, por isso também conhecida como trissomia 21.

A SD foi descrita em 1866 por John Langdon Down. Esta alteração genética afeta o desenvolvimento do individuo, determinando algumas características físicas e cognitivas. A maioria das pessoas com SD apresenta a denominada trissomia 21 simples, isto significa que um cromossomo extra está presente em todas as células do organismo, devido a um erro na separação dos cromossomos 21 em uma das células dos pais. Este fenômeno é conhecido como disfunção cromossômica. Existem outras formas de SD como, por exemplo: mosaico, quando a trissomia está presente somente em algumas células, e por translocação, quando o cromossomo 21 está unido a outro cromossomo.


Trissomia do 21 - Síndrome de Down

Cerca de 50% das crianças com SD apresentam problemas cardíacos, algumas vezes graves, necessitando de cirurgia nos primeiros anos de vida.
A intervenção médica pode acontecer com a finalidade principal de prevenção dos problemas de saúde que podem aparecer com maior freqüência na SD. Queremos destacar que a SD não é uma doença e sim uma alteração genética, que pode gerar problemas médicos associados.

Devemos olhar a pessoas com SD em sua singularidade, para que possa ter um pleno desenvolvimento enquanto sujeito.





Mitos e Realidades


1. Síndrome de Down é doença. Mito ou Realidade ?

Mito: A Síndrome de Down não é uma doença e não deve ser tratada como tal. É preciso olhar para as pessoas além da Síndrome de Down, pois as características individuais são inerentes a todos os seres humanos.

2. Síndrome de Down tem cura. Mito ou Realidade ?

Mito: A Síndrome de Down não é uma lesão ou doença crônica que através de intervenção cirúrgica, tratamento ou qualquer outro procedimento pode se modificar.

3. Pessoas com Síndrome de Down falam. Mito ou Realidade ?

Realidade: A Síndrome de Down não apresenta nenhuma barreira para acessar o código da linguagem, portanto todas as crianças, se não apresentarem outro comprometimento, podem falar.

4. As pessoas com Síndrome de Down apresentam atraso no desenvolvimento da linguagem. Mito ou Realidade ?

Realidade: Há um atraso no desenvolvimento da linguagem que pode ser observado ao longo da infância com surgimento das primeiras palavras, frases e na dificuldade articulatória para emitir alguns sons. Entretanto, não há regra para saber quando e como a criança falará, pois depende das características de cada indivíduo.

5. Pessoas com Síndrome de Down andam. Mito ou Realidade ?

Realidade: As crianças com Síndrome de Down andam, porém seu desenvolvimento motor apresenta um atraso em relação à maioria das crianças.

6. Pessoas com Síndrome de Down são agressivos. Mito ou Realidade ?

Mito: Não podemos generalizar as pessoas com Síndrome de Down, determinando certos comportamentos, pois essa afirmação pressupõe preconceito. Cada indivíduo tem suas características de acordo com sua família e ambiente em que vive.

7. Pessoas com Síndrome de Down são carinhosas. Mito ou Realidade ?

Mito: Grande parte da população acredita que todas as pessoas com Síndrome de Down são carinhosas. Isto se deve ao fato de associá-las às crianças, infantilizando-as e as mantendo em uma “eterna infância”.

8. Pessoas com Síndrome de Down têm a sexualidade mais aflorada? Mito ou Realidade ?
 
Mito: A sexualidade das pessoas com Síndrome de Down é igual à de todas as outras. Este mito se deve ao fato de que grande parte da população não considera sua sexualidade; desta forma acabam sendo reprimidos e não recebem orientação sexual apropriada, ocasionando comportamentos inadequados.

9. Pessoas com Síndrome de Down adoecem mais? Mito ou Realidade ?

Realidade: Ocasionalmente, como conseqüência de baixa resistência imunológica, as crianças com Síndrome de Down, principalmente nos primeiros anos de vida, são mais susceptíveis a infecções, principalmente no sistema respiratório e digestivo. Esta propensão vai diminuindo com o crescimento.

10. Pessoas com Síndrome de Down podem trabalhar. Mito ou Realidade ?

Realidade: As pessoas com Síndrome de Down devem trabalhar, pois o trabalho é essencial para a construção de uma identidade adulta. O trabalho faz parte da sua realização pessoal. Atualmente, há muitas oportunidades de trabalho para as pessoas com deficiência devido às políticas públicas.

11. Pessoas com Síndrome de Down devem freqüentar escola especial. Mito ou Realidade ?

Mito: As pessoas com Síndrome de Down têm o direito de participação plena na sociedade como qualquer outra criança,desta forma devem estar incluídas na rede regular de ensino.

12. Existe uma idade adequada para uma criança com Síndrome de Down entrar na escola. Mito ou Realidade ?

Mito: A criança deve entrar na escola quando for conveniente para ela e para sua família.

13. Pessoas com Síndrome de Down podem praticar esporte. Mito ou Realidade ?

Realidade: As pessoas com Síndrome de Down não só podem como devem praticar atividade física para seu bem estar físico e emocional. A prática de atividade física deve ser realizada aonde for mais conveniente para a pessoa (academia, parques, praças...). Lembrando que para todas as pessoas a avaliação física é importante antes do início de qualquer atividade

14. Só podemos nos comunicar através da fala. Mito ou Realidade ?

Mito: A comunicação acontece de várias formas como gestos, expressões corporais e faciais, choro, fala e escrita. Para haver comunicação é necessário estar numa relação onde seu desejo é reconhecido e respeitado.



VAMOS RESPEITAR TODOS OS PORTADORES DESSA SÍNDROME E DAR ATENÇÃO E CARINHO QUE ELE MERECEM, SEM PRECONCEITO, SEM DISCRIMINAÇÃO, POR QUE  ACIMA DE TUDO SOMOS IGUAIS.


Sem preconceito e discriminação aos portadores da Síndrome de Down



Fontes
Google Imagens


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

123 ALÔ!

Ação Social em favor da Vida


O 123Alô! - A voz da criança e do adolescente é um canal de expressão e participação direta da criança e do adolescente voltado para a garantia de seus Direitos. Baseia-se, especialmente, em dois princípios gerais da Convenção dos Direitos da Criança, ratificados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA: o direito de ser ouvida e ter sua expressão levada em consideração.

Acima de tudo é um canal de diálogo que propicia um espaço de desenvolvimento da atitude cidadã de crianças e adolescentes contribuindo para sua inserção proativa na sociedade.

O 123 Alô! E os marcos legais
Atende ao direito da criança à livre comunicação e expressão de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, a Convenção Internacional dos Direitos da Criança e as recomendações do Comitê dos Direitos da Criança da ONU para o Brasil.

Atende às recomendações da Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação (Tunísia: novembro, 2005) e ao Estudo da Violência contra as Crianças das Nações Unidas (agosto, 2006) que colocam a infância e adolescência como foco de ação prioritária e destacam a importância da participação cidadã deste público.

A equipe do 123Alô! é composta por profissionais de diferentes formações, todos com larga experiência na área da criança e do adolescente, favorecendo um atendimento qualificado e a possibilidade de acolher diferentes demandas desse público específico.


Como funciona?

O 123Alô! - A voz da criança e do adolescente promove a comunicação através de um serviço telefônico ou por internet, possibilitando um acesso fácil e gratuito. O atendimento acolhe as expressões, os posicionamentos, as emoções, dúvidas, os pedidos de ajuda, além de oferecer informações e orientações às crianças e aos adolescentes que entram em contato com o serviço. 

O 123Alô! garante a confidencialidade. No serviço telefônico, em hipótese alguma faz ligações, nem mesmo de retorno, para quem o acessa. O atendimento pela internet também preserva a identidade da criança ou adolescente caso eles não queiram se identificar.

O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 08h às 20h, exceto feriados.

O atendimento é feito por uma equipe interdisciplinar, continuamente capacitada, que tem como ações permanentes: 

•  oferecer escuta qualificada a todas as crianças e adolescentes que busquem o atendimento por motivações diversas;

•   encaminhar aos serviços de atendimento especializados da rede de atenção à criança e ao adolescente, quando necessário e possível, potencializando assim a articulação dos órgãos que integram o Sistema de Garantia de Direitos (SGD);

•  gerar informações através de banco de dados próprio contribuindo para o desenvolvimento de políticas públicas;

•  desenvolver uma metodologia que favoreça a replicação nacional do serviço;

•    realizar encontros com crianças e adolescentes, em seus locais de convivência, para sensibilizá-los, divulgar e avaliar o serviço visando garantir sua qualidade e aprimoramento.


Temas abordados

Dentre os principais temas abordados pelas crianças e adolescentes em nossos atendimentos, podemos citar: informações; relacionamentos; cotidiano; sexualidade; educação; violência extrafamiliar e intrafamiliar.


Parceiros

 implantação do 123Alô! - A voz da criança e do adolescente foi viabilizada com o investimento da Ursula Zindel-Hilti Foundation, assim como do Instituto Embratel, da Rebouças & Associados e da PricewaterhouseCoopers. Em sua continuidade recebe o apoio da Insight Consulting. Todas essas instituições fazem parte do Conselho Gestor.

Conta também com a colaboração continuada dos parceiros que fazem parte do Conselho Consultivo do 123Alô!: ASHOKA Brasil-Paraguai, Associação Saúde Criança, Evangelina e Arte Contemporânea, CDI – Centro de Democratização da Informática, Fundação Xuxa Meneghel, Instituto Promundo, Terra dos Homens.


Parcerias estratégicas

Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República/ Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente - CONANDA.

Secretaria Municipal de Educação e MULTIRIO.

UNICEF - Escritório Rio.








www.noos.org.br/123alo



 Fontes
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

SONHO BRASILEIRO



O mundo mudou!
O Brasil mudou!
Nós não somos os mesmos jovens que os nossos pais foram.
A gente é uma geração que nasceu em um momento inédito na historiado Brasil.
Porque o Brasil sempre foi o país do futuro.
E o futuro finalmente, chegou!

Podemos pensar livremente.
Podemos dizer o que pensamos.
E nossos grandes ideais já não são sonhos impossíveis.
Podemos conhecer e interagir com o mundo.
A tecnologia redefiniu as distâncias.
E o conhecimento não tem fronteiras.

Mas como a gente é de verdade?
O que estamos fazendo?
O que a gente quer?
E quando?
Crescemos, e o que a gente queria ser quando crescer?
Somos?
E o que a gente estuda?
O que a gente se interessa?

Será que a gente ainda reza?
Como vemos nossas famílias?
Será que irmão ainda é só quem tem o mesmo sangue?
E o que a gente faz com a nossa grana?
O que a gente espera para a nossa vida?
Para onde a gente vai?
Aliás, a gente quer ir para algum lugar?
Será que a gente ainda quer mudar o mundo?
Na real, o que a gente sonha?
E o que a gente faz com o que a gente sonha?




O QUE VOCÊ QUER E PODE FAZER PARA VIVER MELHOR? 

QUAL O SEU SONHO?



quarta-feira, 21 de setembro de 2011

DIA DA ÁRVORE - PLANTE ESSA IDÉIA!



Plante uma árvore

No hemisfério sul, o dia 21 de Setembro prenuncia a chegada da primavera, no dia 23, estação onde a natureza parece recuperar toda a vida que estava adormecida pelos dias frios de inverno.
No Brasil, carregamos fortes laços com a cultura indígena que deu origem a este país; um deles é o amor e respeito pelas árvores como representantes maiores da imensa riqueza natural que possuímos. Os índios também utilizavam este período para iniciar a época de plantio, organizando-se pelo calendário lunar.
Confirmando o carinho e respeito pela natureza, no Brasil, em 24 de fevereiro de 1965, formalizou-se o dia 21 de Setembro como o Dia da Árvore - o dia que marca um novo ciclo para o meio ambiente.


www.diadaarvore.org.br
www.ambientalnovaera.org.br



Fontes
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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Abuso sexual de criança


Basta de violência

por Anna Mocellin

É em casa que acontece grande parte da violência sexual. Poucos casos são denunciados


Neste dia 18 de maio é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes e, para muitos pequenos, o pesadelo acontece dentro da própria casa. Pesquisas e estudos mostram que não importa a classe social, a raça ou o nível de escolaridade. É dentro de casa que acontece grande parte da violência sexual, geralmente, provocada por pessoas do sexo masculino, como pai, padrasto, tio, parentes ou amigos da família, tendo como alvo preferencial as meninas.
Desde leves carícias pelo corpo até o ato sexual em si, há quem se aproveite da ingenuidade das crianças para realizar fantasias sexuais, sem se importar com as conseqüências que isso pode trazer a eles. A realidade mostra que o abusador geralmente é uma pessoa comum, agradável, simpática e discreta, com pinta de bom pai de família. É dentro do círculo familiar que acontecem a maioria dos abusos, o que torna a denúncia ainda mais difícil. Infelizmente, como o abuso ocorre em segredo, nem sempre se descobre o que está havendo e, como pouca gente tem coragem de denunciar, alguns abusadores continuam agindo, certos de sua impunidade. De acordo com a Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência - Abrapia, somente cerca de 10% a 20% dos casos de abuso contra crianças e adolescentes são registrados.

O modo de ação do abusador, muitas vezes, passa despercebido pelos parentes da vítima. Isso acontece porque nem sempre a criança é violentada, apresentando marcas de relações sexuais ou espancada. A agressão física acontece, mas a maioria dos abusadores prefere agir sutilmente. Eles podem apenas alisar ou beijar a criança, passar as mãos por seu corpo e pelos órgãos sexuais, como se fosse apenas carinho ou, simplesmente, nem tocar nelas. Alguns preferem mostrar filmes de vídeo e revistas pornográficas para a criança, para "ensinar" como se faz sexo, enquanto outros preferem observá-la enquanto toma banho ou troca de roupa. E ainda existe uma outra artimanha: para convencê-la a ser tocada ou a participar de uma relação sexual, muitos apelam para a sedução por meio de elogios, dinheiro ou presentinhos.
As causas do abuso variam. Segundo estudos sobre o tema, o molestador costuma considerar o abuso uma coisa normal, pois pensa que está dando à criança a oportunidade de experimentar o sexo. Para conseguirem o que querem, precisam também convencer a criança de alguma maneira. Uma delas é dizendo que a "brincadeirinha" ou a relação sexual é um "segredo" entre eles, que não deve ser revelado a ninguém. Em seguida, partem para a chantagem, com ameaças. Grande parte das vezes, a criança ouve coisas como "se a mamãe souber do nosso segredo, ela vai ficar muito brava e abandonar você" ou "se você contar para alguém o que nós fazemos, vai apanhar bastante". Confusa e sem saber direito o que está acontecendo, a criança aceita. Tanto por medo das conseqüências quanto por achar que não será mais amada pelo abusador - que, como foi dito, geralmente é um parente muito querido.

Nem sempre os abusadores são pedófilos de plantão. "Existe o abusador situacional, que é aquele que comete o ato impulsivamente, motivado por algum problema psicológico, como fragilidade, autoestima baixa e sentimento de menos-valia. Esses abusam esporadicamente, apenas diante de uma situação como essa. Já o abusador fixado, ou pedófilo, tem as crianças como objeto de desejo sexual. Usa-as para obter satisfação, não só sexual, mas de poder, de controle. É uma pessoa que tem imaturidade no desenvolvimento sexual. A pedofilia é uma doença, a pessoa não tem controle sobre seu desejo e não consegue evitar o abuso", explica a psicóloga e terapeuta de família Vânia Izzo de Abreu, da Abrapia.

Para a psicóloga Mônica Freitas, da Aliança de Psicologia Hospitalar, do Rio de Janeiro, quem abusa sexualmente de alguém tem como característica principal o desejo de transgressão. "São indivíduos que não possuem limites e nenhum significado de moral e respeito. Abusadores são doentes que necessitam de tratamento", define.






Vamos todos abraçar a essa causa e  combater a violência seja de que natureza for contras as crianças e adolescentes.



sexta-feira, 13 de maio de 2011

Carinho de Verdade






O que é?


Carinho de Verdade é uma estratégia de mobilização da sociedade brasileira para promover a conscientização das pessoas, instituições, empresas e organizações sobre o problema da exploração sexual de crianças e adolescentes.

Segundo dados do Disque Denúncia Nacional, foram recebidas 3.600 denúncias de violência sexual no Brasil no primeiro semestre de 2010. Mas não há dados oficiais sobre o número exato de crianças e adolescentes que vivem essa realidade no País.

A campanha de mobilização Carinho de Verdade foi lançada no dia 19 de outubro, no Rio de Janeiro, pelo Conselho Nacional do Sesi em parceria com a Rede Globo, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, o Comitê Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, a Childhood Brasil, o Sesc/Senac, a Petrobrás, a Firjan e várias organizações que integram as redes de enfrentamento à violência sexual no Brasil.

O objetivo da campanha é desenvolver ações que levem informação e promovam o debate em diferentes grupos da população, tendo como principal instrumento as redes sociais (Orkut, Facebook, Twitter etc.). Com isso busca-se contribuir na construção de uma sociedade mais atenta e engajada em reduzir a indiferença e a tolerância da exploração sexual de crianças e adolescentes. Trata-se, portanto, de um trabalho de educação social com o objetivo de ajudar a construir uma nova cultura na sociedade marcada pela conscientização da gravidade do problema.

O “Carinho de Verdade” tem como foco o fortalecimento da divulgação de iniciativas realizadas por organizações da sociedade civil no enfrentamento à violência sexual de meninas e meninos além dos serviços públicos de denúncia, como o Disque 100 e os Conselhos Tutelares. Busca, com as ações desenvolvidas, contribuir para o fortalecimento da rede de proteção, enfrentamento e consolidação de um pacto social pela erradicação da exploração sexual de crianças e adolescentes em nosso País.
Seminários internacionais

As iniciativas da campanha não vão se limitar às ações realizadas no Brasil. No final de novembro e início de dezembro de 2010, dois seminários internacionais foram realizados em Lisboa (Portugal) e Madri (Espanha), para apresentar as iniciativas nacionais, públicas e privadas, promover o enfrentamento do problema, conhecer as ações realizadas por esses países e buscar fortalecer a articulação uma rede internacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.


Carinho de Verdade: um gesto contra a exploração sexual de crianças e adolescentes. Abrace esta causa.

quinta-feira, 10 de março de 2011

A Força do Bem



O TRABALHO DA BORBOLETA

"Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo, um homem sentou e observou a borboleta por várias horas conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Então pareceu que ela parou de fazer qualquer progresso.

Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais longe. Então o homem decidiu ajudar a borboleta, ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.

O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo, que iria se afirmar a tempo. Nada aconteceu!
Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.

O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar, não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.



Eu pedi Força...e Deus me deu Dificuldades para me fazer forte.
Eu pedi Sabedoria...e Deus me deu Problemas para resolver.
Eu pedi Prosperidade...e Deus me deu Cérebro e Músculos para trabalhar.

Eu pedi Coragem... e Deus me deu Perigo para superar.
Eu pedi Amor... e Deus me deu pessoas com Problemas para ajudar.
Eu pedi Favores... e Deus me deu Oportunidades.

Eu não recebi nada do que pedi... Mas eu recebi tudo de que precisava."



 
 
 
 


A FORÇA DO BEM é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos (ONG) com atuação na área sócio-ambiental.

Nosso principal objetivo é realizar o primeiro censo de mapeamento das pessoas com deficiência no Brasil, visando assim auxiliar quem não está recebendo cuidados. Foi fundada pela atriz Isabel Filardis.