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quarta-feira, 17 de junho de 2015

POR UM DESMATAMENTO ZERO NA AMAZÔNIA


Vamos participar!!!

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

"DESAFIO DO BALDE DO BANHO COM GELO"

ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA


Stephen Hawking - um dos mais consagrados cientistas da atualidade


O que é Esclerose lateral amiotrófica?

A esclerose lateral amiotrófica, ou ELA, é uma doença das células nervosas do cérebro e da medula espinhal que controlam o movimento voluntário dos músculos.

A ELA também é conhecida como doença de Lou Gehrig.


Sinônimos

ELA, Doença de Lou Gehrig, Doença de Charcot.


Causas

Em cerca de 10% dos casos, a ELA é causada por um defeito genético. Nos demais casos, a causa é desconhecida.
Na ELA, as células nervosas (neurônios) se desgastam ou morrem e já não conseguem mais mandar mensagens aos músculos. Isso finalmente gera enfraquecimento dos músculos, contrações involuntárias e incapacidade de mover os braços, as pernas e o corpo. A doença piora lentamente. Quando os músculos do peito param de trabalhar, fica muito difícil ou impossível respirar por conta própria.
A ELA afeta aproximadamente 5 de cada 100.000 pessoas em todo o mundo.
Não existem fatores de risco conhecidos, exceto ter um membro da família que tenha a forma hereditária da doença.




Exames

O médico fará um histórico do paciente, incluindo tópicos como força e resistência.
O exame físico de força mostra fraqueza, muitas vezes começando em uma área. Pode haver tremores, espasmos e contrações musculares, ou perda de tecido muscular (atrofia). Atrofia e contrações involuntárias da língua são comuns.
A pessoa pode ter um jeito de andar rígido ou desajeitado. Os reflexos são anormais. Há mais reflexos nas articulações, mas pode haver perda do reflexo faríngeo. Alguns pacientes têm problemas para controlar o choro ou o riso. Isso às vezes é chamado de "incontinência emocional".

Possíveis testes incluem:

Exames de sangue para descartar outras doenças.
Teste respiratório para verificar se os músculos do pulmão foram afetados.
Tomografia computadorizada ou ressonância magnética da coluna cervical para garantir que não exista uma doença ou lesão no pescoço, que pode ser semelhante à ELA.
Eletromiografia para ver quais nervos não funcionam corretamente.
Teste genético, se houver um histórico familiar de ELA.
Tomografia computadorizada ou ressonância magnética da cabeça para excluir outras doenças.
Estudos de condução nervosa.
Testes de deglutição.
Punção lombar.




Sintomas de Esclerose lateral amiotrófica

Os sintomas geralmente não se desenvolvem até depois dos 50 anos, mas podem começar em pessoas mais novas. As pessoas com ELA têm uma perda gradual de força e coordenação muscular que finalmente piora e impossibilita a realização de tarefas rotineiras como subir escadas, levantar-se de uma cadeira ou engolir.
Os músculos da respiração e da deglutição podem ser os primeiros a serem afetados. Conforme a doença piora, mais grupos musculares podem manifestar problemas.

A ELA não afeta os sentidos (visão, olfato, paladar, audição e tato). Ela raramente afeta o funcionamento da bexiga ou dos intestinos, ou a capacidade de pensamento e raciocínio de uma pessoa.

Os sintomas incluem:

Dificuldade para respirar.
Engasgar com facilidade.
Babar.
Gagueira (disfemia).
Cabeça caída devido à debilidade dos músculos do pescoço.
Cãibras musculares.
Contrações musculares chamas fasciculações.
Normalmente afeta primeiro uma parte do corpo, como o braço ou a mão.
Posteriormente resulta na dificuldade de levantar objetos, subir escadas e caminhar.
Paralisia.
Problemas de dicção, como um padrão de fala lento ou anormal (arrastando as palavras).
Alterações da voz, rouquidão.
Perda de peso.


Buscando ajuda médica

Ligue para seu médico se:
Tiver sintomas de ELA, principalmente se tiver um histórico familiar da doença.
Você ou alguém tiver sido diagnosticado com ELA e os sintomas piorarem ou surgirem novos sintomas.
Maior dificuldade de deglutição, dificuldade para respirar e episódios de apneia são sintomas que requerem atendimento imediato.


Tratamento de Esclerose lateral amiotrófica

Não há cura conhecida para a ELA. O primeiro tratamento para a doença é com um medicamento chamado riluzol. O riluzol reduz a velocidade de progressão da doença e prolonga a vida.

Os tratamentos para controlar os sintomas também são úteis:

O baclofeno ou o diazepam também podem ser usados para controlar a espasticidade que interfere nas atividades diárias.
O triexifenidil ou a amitriptilina podem ser receitados para pessoas com dificuldade para engolir a própria saliva.
Fisioterapia, reabilitação, uso de órteses ou de uma cadeira de rodas ou outras medidas ortopédicas podem ser necessárias para maximizar a função muscular e o estado de saúde geral.
A asfixia é comum. Se desejarem, os pacientes podem optar pela colocação de um tubo direto ao estômago para a alimentação. Isso é chamado de gastrostomia.
A participação de um nutricionista é muito importante. Os pacientes com ELA tendem a perder peso. A própria doença aumenta a necessidade de ingestão de alimentos e calorias. Ao mesmo tempo, os problemas de deglutição podem fazer com que seja difícil comer o suficiente.
Os dispositivos respiratórios incluem máquinas usadas somente durante a noite e ventilação mecânica constante.
Os pacientes devem manifestar suas próprias opiniões quanto ao uso de ventilação artificial para suas famílias e os médicos.


Convivendo (prognóstico)

Expectativas

Com o tempo, as pessoas com ELA perdem progressivamente a capacidade funcional e de cuidar de si mesmas. O óbito em geral ocorre dentro de 3 a 5 anos após o diagnóstico. Cerca de 25% dos pacientes sobrevivem por mais de 5 anos depois do diagnóstico.


Complicações possíveis

Aspiração de comida ou líquido.
Perda da capacidade de cuidar de si mesmo.
Insuficiência pulmonar. Consulte: Síndrome do desconforto respiratório agudo.


Pneumonia

Escaras (úlceras de pressão).
Perda de peso.


Prevenção

Pode ser recomendável o aconselhamento genético se você tiver um histórico familiar de ELA.



Fontes e referências

Feldman EL. Amyotrophic lateral sclerosis and other motor neuron diseases. In: Goldman L, Ausiello D, eds. Cecil Medicine. 23rd ed. Philadelphia, Pa: Saunders Elsevier; 2007:chap. 435.

A.D.A.M., Inc. A reprodução ou distribuição das informações aqui contidas é estritamente proibida.As informações aqui fornecidas não poderão ser usadas durante nenhuma emergência médica, nem para o diagnóstico ou tratamento de doenças. Um médico licenciado deverá ser consultado para o diagnóstico ou tratamento de todas as doenças. Ligue para 192 em caso de emergências médicas. Os links para outros sites são fornecidos apenas a título de informação e não constituem um endosso a eles.



Fontes:



Google Imagens

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE





Educação Permanente em Saúde 


A Educação Permanente em Saúde pode corresponder à Educação em Serviço, quando esta coloca a pertinência dos conteúdos, instrumentos e recursos para a formação técnica submetidos a um projeto de mudanças institucionais ou de mudança da orientação política das ações prestadas em dado tempo e lugar. Pode corresponder à Educação Continuada, quando esta pertence à construção objetiva de quadros institucionais e à investidura de carreiras por serviço em tempo e lugar específicos. Pode, também, corresponder à Educação Formal de Profissionais, quando esta se apresenta amplamente porosa às multiplicidades da realidade de vivências profissionais e colocase em aliança de projetos integrados entre o setor/mundo do trabalho e o setor/mundo do ensino.

Para muitos educadores, a Educação Permanente em Saúde configura um desdobramento da Educação Popular ou da Educação de Jovens e Adultos, perfilando-se pelos princípios e/ou diretrizes desencadeados por Paulo Freire desde Educação e Conscientização/Educação como Prática da Liberdade/Educação e Mudança, passando pela Pedagogia do Oprimido, Pedagogia da Esperança, Pedagogia da Cidade, Pedagogia da Autonomia e Pedagogia da Indignação. De Paulo Freire provém a noção de aprendizagem significativa, por exemplo.

Para outros educadores, a Educação Permanente em Saúde configura um desdobramento do Movimento Institucionalista em Educação, caracterizada fundamentalmente pela produção de René Lourau e George Lapassade (Lourau, 1975; Lapassade, 1983 ou Lourau & Lapassade, 1972), que propuseram alterar a noção de Recursos Humanos, proveniente da Administração e depois da Psicologia

Organizacional, como o elemento humano nas organizações, para a noção de coletivos de produção, propondo a criação de dispositivos para que o coletivo se reúna e discuta, reconhecendo que a educação se compõe necessariamente com a reformulação da estrutura e do processo produtivo em si nas formas singulares de cada tempo e lugar.

Dos institucionalistas provém a noção de auto-análise e autogestão, por exemplo. A Educação Permanente em Saúde configura, ainda, para outros educadores, o desdobramento, sem filiação, de vários movimentos de mudança na formação dos profissionais de saúde, resultando da análise das construções pedagógicas na educação em serviços de saúde, na educação continuada para o campo da saúde e na educação formal de profissionais de saúde. No caso brasileiro, em particular, verificamos, nos movimentos de mudança na atenção em saúde, a mais ampla intimidade cultural e analítica com Paulo Freire; nos movimentos de mudança na gestão setorial, uma forte ligação e uma forte autonomia intelectual com origem ou passagem pelo movimento institucionalista5 e nos movimentos de mudança na educação de profissionais de saúde um intenso engajamento, também com uma intensa produção original. É deste reconhecimento nacional que tenho tangenciado, desde 2001 (Ceccim & Armani, 2001), a noção de Quadrilátero da Formação, organizada mais recentemente no trabalho intelectual, político e institucional com Laura Feuerwerker (Ceccim & Feuerwerker, 2004a).

Para fins deste debate, destaco que aquilo que deve ser realmente central à Educação Permanente em Saúde é sua porosidade à realidade mutável e mutante das ações e dos serviços de saúde; é sua ligação política com a formação de perfis profissionais e de serviços, a introdução de mecanismos, espaços e temas que geram auto-análise, autogestão, implicação, mudança institucional, enfim, pensamento (disruptura com instituídos, fórmulas ou modelos) e experimentação (em contexto, em afetividade – sendo afetado pela realidade/afecção).




Exercício da Educação Permanente em Saúde


Além da velocidade com que conhecimentos e saberes tecnológicos se renovam na área da saúde, a distribuição de profissionais e de serviços segundo o princípio da acessibilidade para o conjunto da população o mais próximo de sua moradia – ou de onde procuram por atendimento – faz com que se torne muito complexa a atualização permanente dos trabalhadores. Torna-se crucial o desenvolvimento de recursos tecnológicos de operação do trabalho perfilados pela noção de aprender a aprender, de trabalhar em equipe, de construir cotidianos eles mesmos como objeto de aprendizagem individual, coletiva e institucional.

Não há saída, como não há romantismo nisso. Problemas como a baixa disponibilidade de profissionais, a distribuição irregular com grande concentração em centros urbanos e regiões mais desenvolvidas, a crescente especialização e suas conseqüências sobre os custos econômicos e dependência de tecnologias mais sofisticadas, o predomínio da formação hospitalar e centrada nos aspectos biológicos e tecnológicos da assistência demandam ambiciosas iniciativas de transformação da formação de trabalhadores.

Assim, ou constituímos equipes multiprofissionais, coletivos de trabalho, lógicas apoiadoras e de fortalecimento e consistência de práticas uns dos outros nessa equipe, orientadas pela sempre maior resolutividade dos problemas de saúde das populações locais ou referidas ou colocamos em risco a qualidade de nosso trabalho, porque sempre seremos poucos, sempre estaremos desatualizados, nunca dominaremos tudo o que se requer em situações complexas de necessidades em/direitos à saúde.

A complexidade fica ainda maior em situações concretas, nas quais a presença de saberes tradicionais das culturas ou a produção de sentidos ligada ao processo saúdedoença-cuidado-qualidade de vida pertence a lógicas distintas do modelo racional científico vigente entre os profissionais de saúde, pois não será sem a mais justa e adequada composição de saberes que se alcançará uma clínica que fale da vida real, uma clínica com capacidade terapêutica.
Um dos entraves à concretização das metas de saúde tem sido a compreensão da gestão da formação como atividade meio, secundária à formulação de políticas de atenção à saúde. Nem é dirigida às políticas de gestão setorial ou das ações e dos serviços de saúde e nem é compreendida como atividade finalística da política setorial.

Tradicionalmente, falamos da formação como se os trabalhadores pudessem ser administrados como um dos componentes de um espectro de recursos, como os materiais, financeiros, infraestruturais etc. e como se fosse possível apenas “prescrever” habilidades, comportamentos e perfis aos trabalhadores do setor para que as ações e os serviços sejam implementados com a qualidade desejada. As prescrições de trabalho, entretanto, não se traduzem em trabalho realizado/sob realização.

As reformas setoriais em saúde têm-se deparado regularmente com a necessidade de organizar ofertas políticas específicas ao segmento dos trabalhadores, a tal ponto que esse componente (o “Recursos Humanos”) chegou a configurar uma área específica de estudos nas políticas públicas de saúde. Parece-nos impostergável assegurar à área da formação, então, não mais um lugar secundário ou de retaguarda, mas um lugar central, finalístico, às políticas de saúde. A introdução desta abordagem retiraria os trabalhadores da condição de “recursos” para o estatuto de atores sociais das reformas, do trabalho, das lutas pelo direito à saúde e do ordenamento de práticas acolhedoras e resolutivas de gestão e de atenção à saúde.

A introdução da Educação Permanente em Saúde seria estratégia fundamental para a recomposição das práticas de formação, atenção, gestão, formulação de políticas e controle social no setor da saúde, estabelecendo ações intersetoriais oficiais e regulares com o setor da educação, submetendo os processos de mudança na graduação, nas residências, na pós-graduação e na educação técnica à ampla permeabilidade das necessidades/direitos de saúde da população e da universalização e eqüidade das ações e dos serviços de saúde.

Uma ação organizada na direção de uma política da formação pode marcar estas concepções na gestão do sistema de saúde, mas também demarca uma relação com a população, entendida como cidadãos de direitos. Tal iniciativa pode fazer com que os cidadãos reconheçam tanto a preocupação com a macropolítica de proteção à saúde, como com o desenvolvimento de práticas para a organização do cotidiano de cuidados às pessoas, registrando uma política da valorização do trabalho e do acolhimento oferecido aos usuários das ações e dos serviços de saúde, tendo em vista a construção da acessibilidade e resolutividade da atenção e do sistema de saúde como um todo e o desenvolvimento da autonomia dos usuários diante do cuidado e da capacidade de gestão social das políticas públicas de saúde.






Fontes:

Interface - Comunic, Saúde, Educ, v.9, n.16, p.161-77, set.2004/fev.2005

Google Imagens

domingo, 19 de agosto de 2012

FOTOGRAFIA


DIA MUNDIAL DA FOTOGRAFIA - 19 DE AGOSTO


Fotografia nada mais é do que a técnica de criar uma imagem por meio da exposição luminosa do papel A primeira fotografia que se tem notícia foi datada de 1826 e é atribuída ao francês Joseph Nicéphore Niépce. Porém a invenção da fotografia não é obra de uma só pessoa e sim um processo de acúmulo de avanços por parte de muitas pessoas.




Os avanços proporcionaram a criação do filme fotográfico colorido além de uma melhora na qualidade da imagem final, agilizando as etapas do processo de produção e a redução de custos, popularizando o uso da fotografia.


Atualmente a fotografia digital modificou totalmente o mundo da fotografia. Os equipamentos estão mais baratos e ao alcance de todos e já disponibilizam ao usuário médio recursos cada vez mais sofisticados, pra que ele obtenha uma maior qualidade de imagem e facilidade de uso.


Máquina antiga

Essa simplificação na captação, armazenagem, impressão e reprodução de imagens mais o ambiente digital facilita a integração com os recursos da informática como organização em álbuns, incorporação de imagens em documentos e distribuição via Internet. Tudo isso tem democratizado o uso da fotografia. Sem contar a incorporação da máquina fotográfica nos telefones celulares. O indivíduo tem cada vez mais controle sob a técnica.

Fotografia dos "objetos" em movimento


A fotografia tornou-se um instrumento que possibilita que experiências pessoais se tornem eternas. Não precisa mais ser profissional para se ter uma câmera ou saber como tirar uma boa foto.



Esse vídeo mostra algumas fotografias que impactaram no mundo. Vejam:





Parabéns a todos os fotógrafos profissionais que fazem dessa arte um forma de ver o mundo por outras lentes e encantar a todos com o seu foco. E parabéns para quem acredita na fotografia e a faz seja de uma forma simples do seu celular ou da sua câmera fotográfica. 

Parabéns!!!


Fontes
Google Imagens

domingo, 17 de junho de 2012

O TEMPLO DE LÓTUS


O Templo de Lótus está localizado em Nova Délhi, capital da Índia, e é uma das construções mais visitadas no mundo.



O templo foi projetado pelo arquiteto Fariborz Sahba, canadense de origem iraniana, que levou 10 anos entre a concepção e a execução do projeto.



Seu desenho em forma de flor de lótus foi escolhido por ser um símbolo nacional religioso da Índia. 



Por ter um formato irregular sem linhas retas, foi um grande desafio projetar suas plantas arquitetônicas, levando cerca de 18 meses até a sua conclusão.



O custo total da obra foi de 20 milhões de dólares.



Foram utilizados mais de 10.000m² de mármore da Grécia.



Sua planta possui 27 “pétalas” e 9 “folhas” (piscinas que ajudam no sistema de resfriamento natural do templo).



Seu salão principal tem capacidade de abrigar 2500 pessoas.




Fontes
Google Imagens

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

As Crônicas de Narnia - A Viagem do Peregrino da Alvorada



As Crônicas de Narnia - A Viagem do Peregrino da Alvorada

The Chronicles of Narnia: The Voyage of the Dawn Trader

(EUA, 2010) De Michael Apted. Com Georgie Henley, Skandar Keynes, Ben Barnes, Will Poulter e Tilda Swinton. Vozes de Simon Pegg e Liam Neeson.




A história narra as aventuras de Lúcia e Edmundo, juntamente com o primo Eustáquio e o agora rei Caspian, a bordo do navio Peregrino da Alvorada. Juntos têm a missão de saber o que aconteceu com os sete fidalgos que foram enviados para desbravar o oceano oriental por Miraz, tio de Caspian, conforme narrado em O Príncipe Caspian. Desta vez entram no mundo de Nárnia enquanto estavam passando as férias na casa do inconveniente primo Eustáquio, por um quadro que os pais de Eustáquio ganharam de presente de casamento, o qual estava pendurado no quarto onde Lúcia estava. Nesta viagem encontram inúmeras aventuras em diversas ilhas que encontram ao longo dos mares desconhecidos, habitadas por dragões, povos não muito amigáveis e criaturas estranhas como os Tontópodes. Eustáquio que inicia a viagem contra a sua vontade, acaba tendo sua vida transformada após ser vítima de um feitiço que o transformou em um dragão em uma das ilhas. Isso acaba transformando o caráter dele, tornando a pessoa chata que era em alguém pronto para ajudar.



Dessa vez, os irmãos Pevensie estão separados. Enquanto Susana e Pedro estão nos Estados Unidos, durante a Segunda Guerra Mundial. Lúcia e Edmundo ainda estão na Inglaterra, na casa de um tio, tendo que aguentar as chatices do primo Eustáquio. Mas, por alguma razão, os dois irmãos mais novos são convocados a Nárnia mais uma vez, agora a bordo do Peregrino da Alvorada, o navio do agora Rei Cáspian. Edmundo, Lúcia e, por tabela, Eustáquio, não fazem ideia do que foram fazer em Nárnia, até pousarem em uma das terras do reino dominada por saqueadores. Eles ficam sabendo que uma nova onda do mal, manifesta numa névoa, está ameaçando trazer a maldade de volta ao reino. Cabe então a Cáspian, Lúcia e Edmundo, reis de Nárnia, a combater esse mal junto com a tripulação leal do navio. Isso sem descansar um minuto das chatices do primo Estáquio.



A crítica: Os efeitos visuais dão um show, é verdade, mas essa terceira parte decepciona um pouco. Resumindo, é tudo muito jogado na tela num ato desesperado de salvar a trilogia que tinha sido considerada morta pela Disney. Uma Nárnia talvez mais "humana" e política é apresentada, em vez da magia de um mundo mágico que surgiu há alguns anos nas telas. Mesmo sendo o mais fraco dos três, "A Viagem do Peregrino da Alvorada" consegue divertir, apesar de tudo. Ver a última jornada dos Pevensie nas telas encerra um ciclo que marcou a geração do início do século XXI. Afinal, "As Crônicas de Nárnia" tiveram um enredo construído por um gênio (C.S. Lewis) e representado nas telas com maestria por grandes artistas dos efeitos visuais, copiados depois em diversas outras produções. Aslan, o leão, que o diga.



Minha opinião: Na minha opinião, a trilogia de "As Crônicas de Narnia", o primeiro "As Crônicas de Narnia - O leão, a feiticeira e o guarda-roupa" foi o melhor, seguido do terceiro acima ilustrado. Nesse último ressalto a beleza das imagens, da ficção e dos efeitos. E durante o filme algumas dúvidas surgiram, mas foram esclarecidas no final. Final este que no meu ponto de vista teve a cena mais bonita, e emocionante do filme, não entre as pessoas, mas entre o Leão e o ratinho. Gostei!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Avanços na Odontologia e Medicina em combate aos Cânceres Labial e de Pele


Microscópio confocal

A Clínica de Dermatologia do Hospital das Clínicas e a Faculdade de Odontologia, ambas ligadas à USP, começaram a usar um novo procedimento para o diagnóstico precoce do câncer labial e do câncer de pele.

Inédito na América do SUL, o exame é feito com um microscópio confocal, o único existente no Brasil.

O equipamento permite estudar as alterações celulares das camadas superficiais da pele e da mucosa oral "viva" de forma criteriosa e não invasiva, explica o dermatologista Marcelo Mente, chefe do ambulatório de estomatologia do HC.

Câncer labial

Cerca de 50 pacientes em tratamento na Clínica de Dermatologia com suspeita de câncer labial serão os primeiros a serem beneficiados com o novo exame.

O câncer labial representa cerca de 15 % de todas as neoplasias da cabeça e pescoço, segundo informações do INCA. Na maioria dos casos, o diagnóstico é feito tardiamente, quando a lesão já atingiu um estado avançado.

Um dos fatores que mais provoca o surgimento desse tipo de tumor é a contínua exposição ao sol, sem nenhum tipo de proteção.

Biópsia

A tecnologia é semelhante a um aparelho de ultrassom. Em contato com a mucosa oral, o aparelho emite um laser, não lesivo, escaneia a área com suspeita de lesão e encaminha as imagens, em preto e branco, para o computador.

A ampliação das imagens possibilita examinar as alterações celulares e indicar outros exames complementares, como a biópsia, quando preciso.

A biópsia é o exame mais utilizado para o diagnóstico do câncer da mucosa oral e da pele.

Segundo Marcelo Mente, a inovação não substituirá a biópsia, mas permitirá a avaliação de mais áreas lesadas, sem a necessidade de cortes ou anestesias.

"O método poderá ser útil no processo de retirada do tecido, por captar as alterações celulares das camadas superficiais da pele e da mucosa com precisão".

Desenvolvido nos EUA, o equipamento é utilizado em países da Europa e EUA apenas para pesquisa, em várias instituições.

Na Dermatologia do Hospital das Clínicas, nesta primeira fase, o equipamento também será uma ferramenta de estudo e pesquisa para avaliar o câncer labial, enfatiza a pesquisadora Sílvia Lourenço, da Odontologia da USP




Fontes:


www.diariodasaude.com.br
http://www.corposaun.com/cancer-pele/10251/

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Fundação Pio XII - Hospital de Câncer de Barretos




A História

Como tudo começou...

A pequenina semente plantada na década de 60, pelo Dr. Paulo Prata, só conseguiu germinar, crescer, se fortalecer e conquistar espaço no cenário oncológico nacional, graças à competência, desprendimento e seriedade de seus médicos e equipe técnica.

O objetivo de tratar com dignidade, pacientes de câncer, sem nenhum recurso financeiro, fez com que empresários, artistas e muitas cidades acreditassem na seriedade do projeto e investissem seus recursos nesta fundação.

O desafio de manter essa instituição de portas abertas cresce a cada dia, na medida em que o hospital se torna conhecido em todo território nacional. Mais do que nunca precisamos do apoio financeiro de pessoas e empresas conscientes de suas responsabilidades sociais, para continuarmos nossa missão de salvar Vidas.

Na década de 60, o único hospital especializado para tratamento de câncer situava-se na capital do estado de São Paulo e os pacientes que apareciam no Hospital São Judas de Barretos com a doença, eram, em sua maioria, previdenciários de baixa renda, com alto índice de analfabetismo. Por isso, tinham dificuldades de buscar tratamento na capital, por falta de recursos, receio das grandes cidades, além da imprevisibilidade de vaga para internação.

Em 27 de novembro de 1967, foi instituída a Fundação Pio XII e, conforme memorando 234, de 21 de maio de 1968, assinado pelo Dr. Décio Pacheco Pedroso, diretor do INPS(Instituto nacional de previdência social), passou a atender pacientes portadores de câncer.

Este pequeno Hospital contava com apenas quatro médicos: Dr. Paulo Prata, Dra. Scylla Duarte Prata, Dr. Miguel A. Gonçalves e Dr. Domingos Boldrini. Eles trabalhavam em tempo integral, dedicação exclusiva e caixa único permitindo um tratamento eficiente aos pacientes. Esta filosofia de trabalho promoveu o crescimento da Instituição. Devido à grande demanda de pacientes e o velho hospital não comportar todo crescimento, o Dr. Paulo Prata, idealizador e fundador, recebeu a doação de uma área na periferia da cidade e propôs a construção de um novo Hospital que pudesse responder às crescentes necessidades.

No ano de 1989, Henrique Duarte Prata, filho do casal de médicos fundadores do hospital, abraça a idéia do pai e com a ajuda de fazendeiros da cidade e da região constrói a primeira parte do projeto, o pavilhão Antenor Duarte Villela, onde funciona o ambulatório do novo hospital, inaugurado em 6 de dezembro de 1991.

Dando seqüência ao projeto que vem ganhando grandes proporções com a ajuda da comunidade, de artistas, da iniciativa privada e com a participação financeira governamental, outras áreas do hospital estão sendo construídas para atender via SUS, os pacientes com câncer que aqui chegam.

Diante dos serviços prestados aos pacientes de todo o país, o ministério da saúde, reconhece que o Hospital de câncer é o melhor prestador de serviços entre os 6530 hospitais públicos e particulares avaliados e confere o premio QUALIDADE HOSPITALAR 2000.

Hoje, o hospital com 200 médicos e mais de 1800 funcionários, atende 1.342 municípios dos 27 estados do Brasil com 3.000 atendimentos/dia sendo 100% via SUS (não pagam absolutamente nada). Está equipado com os mais sofisticados equipamentos necessários para prevenção, diagnóstico e tratamento, contando com uma equipe medica altamente qualificada e transmultidisciplinar. Para acolher os pacientes que não podem se hospedar em hotel, o hospital mantém 13 alojamentos para adultos com toda infra-estrutura para mais de 650 pessoas e 2 alojamentos especiais para crianças. Diariamente 6.000 refeições são servidas além de 2.000 Kg de roupas lavadas.

Apesar do déficit mensal em torno de R$ 4.200.000,00 (quatro milhões e duzentos mil reais), o hospital mantém suas portas abertas, graças ao apoio e à solidariedade de inúmeras cidades que se organizam para dar as condições financeiras que a instituição necessita. Salientamos também que artistas, iniciativa privada e mais recentemente a classe política, têm contribuído para que se possa devolver esperança de vida a todos que o procuram.


Fontes:
www.youtube.com
http://www.cliquecontraocancer.com.br/hospital.cfm

sábado, 29 de maio de 2010