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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

COLD MOUNTAIN

Minha indicação de filme:

Cold Mountain




Após o término da Guerra Civil Americana, o soldado Inman Balis (Jude Law) inicia o percurso para retornar à sua casa, na vila de Cold Mountain. Lá está à sua espera Ada (Nicole Kidman), sua namorada, que luta para administrar uma grande fazenda após a morte de seu pai. Para ajudá-la na tarefa chega Ruby (Renée Zellweger), enviada por sua vizinha Sally (Kathy Baker), que cria uma grande amizade com Ada. No caminho de volta Inman encontra diversos outros soldados, feridos como ele, com quem divide suas experiências da guerra.









Muito bom o filme. Um Drama/romance com uma história interessante e envolvente. O elenco é espetacular e fazer das suas interpretações uma maestria.

Recomendo!!!


Fontes
Google Imagens
http://cinema10.com.br/filme/cold-mountain 

quarta-feira, 31 de julho de 2013

ESCOLHAS DE UMA VIDA



A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas decisões".

Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.

Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção,estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida". 

Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades.

As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços...

Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.

Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o auto conhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: Ninguém é o mesmo para sempre.

Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto.Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.

Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado. A escolha é sua...!





Filme: Crimes e Pecados


Fonte
Google Imagens

domingo, 26 de agosto de 2012

CENTRAL DO BRASIL


Minha sugestão de filme para hoje:

Central do Brasil (1998)




Talvez, um dos maiores êxitos da história do cinema nacional, o road movie do diretor Walter Salles conta a história de Dora (Fernanda Montenegro) uma mulher que trabalha na estação de trem Central do Brasil escrevendo cartas para pessoas analfabetas. Certo dia, uma de suas clientes, Ana (Soia Lira) aparece com o filho Josué (Vinícius de Oliveira) pedindo que escrevesse uma carta para o seu marido dizendo que Josué quer visitá-lo um dia. Saindo da estação, Ana morre atropelada por um ônibus e Josué, de apenas 9 anos e sem ter para onde ir, se vê forçado a morar na estação. Com pena do garoto, Dora decide ajudá-lo e levá-lo até seu pai que mora no sertão nordestino. 

Central do Brasil é um retrato sentimental do interior do país, que ao narrar as desventuras de Dora e o menino na busca emocionante pelo pai, acaba contando a história de milhões de brasileiros que estão indo e vindo pelo país a todo momento. Imigrantes que buscam uma melhor qualidade de vida, ou outros que estão indo apenas rever seus parentes. Poucos filmes conseguiram retratar com tanta beleza e emoção o interior do país, e o realismo da vida de milhares de pessoas aparentemente comuns.
É um filme que fala intensamente sobre solidariedade e generosidade, no caso, a de Dora, mas não peca em não abordar a pobreza e as dificuldades do povo nordestino, e os perigos enfrentados pelos viajantes do interior do Brasil. A fotografia, direção de arte e trilha sonora são primorosas. Ao longo do filme, é impossível não se envolver afetivamente com os personagens de Fernanda Montenegro e Vinícius de Oliveira, tão bem construídos e interpretados.

Na época de seu lançamento, fazia anos que um filme brasileiro não alcançava tanto reconhecimento internacional. Central do Brasil foi indicado na categoria de Melhor Filme em mais de dez premiações estrangeiras, incluindo o Oscar, tendo vencido o BAFTA, o Globo de Ouro e o Urso de Ouro do Festival de Berlim de Melhor Filme Estrangeiro. A consagrada Fernanda Montenegro, celebrada como uma das melhores atrizes brasileiras, tornou-se a a primeira atriz latino-americana a ser indicada ao Oscar de Melhor Atriz, perdendo para Gwyneth Paltrow por Shakespeare Apaixonado (Shakespeare in Love). Ela também foi vencedora do BAFTA de Melhor Atriz e do Globo de Ouro de Melhor Atriz Estrangeira.


Trailer:


Leia mais:




Fontes
Google Imagens

domingo, 18 de dezembro de 2011

A COR PÚRPURA

Minha sugestão de filme.

A Cor Púrpura



A primeira regra da adaptação cinematográfica é seguida em parte por Steven Spielberg. Foram mantidos no filme a ingenuidade de Cellie, sua fé, a luta dos negros do início do século passado em se manter num mundo preconceituoso; as tragédias, tristezas e revelações de uma família. Já os desejos lésbicos de Cellie são abrandados a tal ponto que no filme ficou quase esquecido em uma única e discreta cena.

No livro, Cellie se refere várias vezes ao amor que sente por Docí Avery, como quando ela deseja ir a seu show:


“Meu Deus, eu quero tanto ir. Num é pra dançar. Nem pra beber. Nem pra jogar baralho. Nem pra escutar Docí Avery cantar. Eu ficaria gradecida só de poder botar o olho nela.”


Ou em seguida quando Albert busca Docí, que está doente para cuidar dela. Cellie fica eufórica:


“Eu acho que meu coração vai vuar pra fora da minha boca quando eu vejo um pé dela aparecer.”



E quando finalmente as duas dormem juntas, Cellie reclama:


“Nunca ninguém gostou de mim, eu falei.

Ela falou, eu gosto de você, Dona Cellie. E aí ela virou e me beijou na boca.

Uhm, ela falou, como se tivesse ficado surpresa. Eu beijei ela de volta, falei, uhm, também. A gente beijou e beijou até que a gente num conseguia beijar mais. Aí a gente tocou uma na outra.



Eu num sei nada sobre isso, eu falei pra Docí.

Eu também num sei muita coisa, ela falou.

Aí eu senti uma coisa muito macia e molhada no meu peito, senti como a boca de um dos meu nenê perdido.

Um pouco depois, era eu que era também como um nenê perdido”.


No filme tudo ficou reduzido a uma troca de beijos (no rosto) entre as duas, carícias nas mãos e só.

Rubens Ewald Filho em seu livro “Dicionário de Cineastas”, fala sobre isso quando biografa Steven Spielberg. “Não tem para ele temas muito profundos. Pudico, não tem coragem de lidar com o homossexualismo (como provou em A cor púrpura, uma fita onde visivelmente ele seguiu um story-board que fez sem alma, porque não entende do problema do negro como demonstraria novamente naquele que é certamente seu pior filme como diretor, Amistad)”.

A segunda regra da adaptação cinematográfica, também foi seguida em parte, já que Spielberg conseguiu captar grande parte do espírito do livro e de sua magia, que o havia tornado irresistível ao grande público leitor e o fez ganhar o prêmio Pulitzer. O filme tem cenas emocionantes e de grande dramaticidade.

A terceira regra não foi seguida. As mudanças feitas por Spielberg no abrandamento do lado lésbico de Cellie não foram exigência para que essa história funcionasse melhor como um filme e sim decisão de um diretor até então covarde, que tinha medo da reação do público conservador frente a esse tema tão espinhoso, ou que talvez quisesse ser melhor aceito pelos membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood (também conservadores), mas não adiantou muito, já que o filme não recebeu nenhuma estatueta.


As cartas de Celli não trazem muitas descrições de paisagens e lugares, ao passo que o filme tem uma belíssima fotografia bem colorida com os campos do interior dos Estados Unidos. As cartas de Nettie, irmã de Cellie, que vira missionária na África são bem mais detalhistas em relação a isso, mas essa parte foi quase cortada no processo de adaptação.


O filme bem como o livro exala música, já que além de Docí, que é cantora, Tampinha, a segunda mulher de Harpo também tem esse sonho. A trilha sonora do filme foi composta por Quincy Jones e a canção “Miss Cellies Blues”, ficou muito famosa, mas nem foi indicada ao Oscar.



A hoje milionária apresentadora Oprah Winfrey também estreou no cinema em A cor púrpura, onde vive a sofrida Sofia, mulher de Harpo, filho do marido de Cellie, que não aceita obedecê-lo e o abandona, briga com o prefeito, fica presa por vários anos e depois sai para trabalhar como mucama da primeira dama.






Fontes
Google Imagens

terça-feira, 12 de abril de 2011

Casa de Areia - Uma Obra do Cinema Brasileiro

Minha sugestão de filme:

CASA DE AREIA






Casa de areia é um filme brasileiro de 2005, do gênero drama, dirigido por Andrucha Waddington. O filme casa de areia foi totalmente rodado no municipio de Santo Amaro, no Maranhão.



Cartaz do Filme  "Casa de Areia"


Sinopse

Em 1910, o português Vasco leva sua esposa grávida Áurea e a mãe dela, Dona Maria, em busca de um sonho: viver em terras prósperas, recentemente compradas por ele. O sonho se transforma em pesadelo quando, após uma longa e cansativa viagem junto a uma caravana, o trio descobre que as terras estão em um lugar totalmente inóspito, rodeado de areia por todos os lados, e sem nenhum indício de civilização por perto. Áurea quer retornar ao lugar de onde vieram, mas Vasco insiste em ficar e constrói uma casa de madeira para que lá possam viver.


Após serem abandonados pelos demais integrantes da caravana, um acidente mata Vasco e deixa Áurea e Dona Maria completamente sozinhas. Elas partem em busca de ajuda e terminam por encontrar Massu, um homem que nunca deixou o local. Massu passa a ajudá-las, levando comida e sal para que Áurea e Dona Maria possam sobreviver na casa recém-construída.

 
Apesar da estabilidade, Áurea deseja deixar o local de qualquer maneira mas decide apenas fazer isto quando sua filha nascer e puder deixar o local com ela. Enquanto isso Áurea e Dona Maria precisam lidar também com a instabilidade do local em que vivem, já que a areia pode soterrar a casa em que vivem a qualquer momento.

 

Fernanda Montenegro


Elenco principal

•Fernanda Montenegro .... D. Maria / Áurea, de 1942 a 1969 / Maria, em 1969
•Fernanda Torres .... Áurea, de 1910 a 1919 / Maria, em 1942
•Ruy Guerra ....Vasco de Sá
•Seu Jorge .... Massu, de 1910 a 1919
•Luiz Melodia .... Massu, em 1942
•Enrique Diaz .... Luiz, em 1919
•Stênio Garcia .... Luiz, em 1942
•Emiliano Queiroz .... Chico do Sal
•João Acaiabe .... pai de Massu
•Camilla Facundes .... Maria, em 1919
•Haroldo Costa .... capataz
•Jorge Mautner .... cientista
•Nelson Jacobina .... cientista
 
Ganhou alguns prêmios e indicações
 


Fernanda Torres e Stênio Garcia


Curiosidades

•Foi a primeira vez que Fernanda Montenegro e Fernanda Torres, mãe e filha na vida real, contracenaram juntas em um filme.

•O filme foi rodado inteiramente nos Lençóis Maranhenses, entre julho e setembro de 2004.

•O Ibama apenas autorizou as filmagens nas zonas de amortecimento do parque; as reservas de proteção máxima não foram liberadas.




Fontes
Google Imagens

domingo, 27 de junho de 2010

Filme: " Osama"







OSAMA


Sinopse: Uma menina de 12 anos, sua mãe e um garoto do vilarejo quase não sobrevivem a uma pacífica passeata organizada por mulheres oprimidas pelo regime Talibã, que termina brutalmente. Após testemunhar um tratamento tão desumano, a mãe se dá conta de seu próprio calvário, enquanto ela e sua filha tentam manterem-se vivas. Com a morte do pai e do irmão da jovem menina, elas têm que encontrar um meio de sobrevivência mantendo isso em segredo do rígido Talibã, que ordena que nenhuma mulher trabalhe ou mesmo saia de casa sem a companhia legítima de um homem.


Mãe e sua filha tomam conta de pacientes num hospital clandestino, administrado por estrangeiros. Depois de uma invasão do Talibã, o hospital é fechado, e as duas ficam sem renda alguma. Desesperada, em busca de qualquer tipo de trabalho, a mãe é obrigada a cortar os cabelos da filha e vesti-la como se fosse um garoto, para que ela possa ganhar algum dinheiro e as duas possam comer.A mãe suplica a um comerciante dono de uma mercearia que a ajude empregando a menina em sua loja, pois ele havia conhecido seu marido.


Ele concorda e tenta proteger a menina, agora disfarçada em menino, e a ensina a ser mais convincente. Numa certa tarde, a polícia religiosa do Talibã obriga todos os homens a irem à mesquita para orar. A menina, que desconhecia a forma como os homens praticavam sua fé, comete diversos erros e levanta a suspeita de um dos oficiais do Talibã, que está inspecionando o ritual. Ele se aproxima do comerciante e da menina depois das orações e os interroga. A menina é tomada de pavor, mas o comerciante consegue dissipar as desconfianças do oficial.


No dia seguinte todos os garotos da vila são levados a levados a uma Madrassa, um tipo de escola religiosa, que também serve como centro de treinamento militar do Talibã.Passando a freqüentar a escola, a masculinidade da menina é constantemente posta em discussão. Um jovem que pede esmolas na primeira cena do filme, sabendo do segredo da menina, intercede a seu favor e a protege, endossando a sua verdadeira identidade, declarando que seu nome é Osama.


Depois de crescentes suspeitas entre os estudantes e os instrutores do Talibã, a menina é punida por não ser capaz de finalizar uma tarefa e provar sua masculinidade. No final, suas características físicas a delatam, revelando sua verdadeira identidade.


Como resultado de sua mentira imperdoável, ela é levada a julgamento perante a corte do Talibã e sentenciada a casar-se com um velho Mulá. Ao chegar em sua casa, a menina desmascarada descobre que ele tem outras três esposas e é forçada a juntar-se a elas, em seu miserável mundo.



Título Original: Osama
Gênero: Drama
Origem/Ano: AFE-URL-JAP/2003
Duração: 82 min
Direção: Siddiq Barmak


sexta-feira, 21 de maio de 2010

Cinema: Homem de Ferro 2





A continuação do sucesso do ano passado, “Homem-de-Ferro”, chegou a todo vapor, com varias imagens na internet.O filme chegou às telonas em 7 de Maio de 2010. O filme é cheio de ação, aventura, os efeitos são agradáveis, mas é longo, 13o minutos.
Para quem gosta do gênero vale a pena conferir.
André

sábado, 17 de abril de 2010

Alice no País das Maravilhas - crítica


Alice no País das Maravilhas


Tim Burton é um daqueles diretores com estilo próprio, que tem uma marca registrada em todas as sua produções. Dono de uma criatividade peculiar, ele é o responsável por algumas obras-primas do cinema, como Edward Mãos de Tesoura, Peixe Grande, Ed Wood e A Lenda do Cavalheiro sem Cabeça. Mesmo os fãs de Batman que torcem o nariz para o primeiro longa do homem morcego, dirigido por Burton em 1989, precisam admitir que o cineasta fez uma Gothan City impecável e transformou o Coringa de Jack Nicholson em pergonagem célebre.


Fazendo boa bilheteria nos EUA e chegando ao Brasil no feriado de 21 de abril, Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland) é um dos filmes mais esperados do ano. Em versão 3D e com visual pop, o longa deve ser encarado como uma respeitosa homenagem ao clássico de Carrol, nada além disso.



A primeira hora do filme é chata pra caramba, daquelas chatices que fazem você bocejar e até dormir no cinema. Alice (a pálida e insossa Mia Wasikowska), agora uma jovem que vai ser pedida em casamento, não se lembra do País das Maravilhas, mas é visitada pelo coelho e acaba sendo levada para lá novamente.

Em Wonderland reencontra velhos amigos como o Chapeleiro Louco (Johnny Depp em atuação pouca expressiva) e descobre que a malvada Rainha Vermelha (a ótima Helena Bonhan-Carter) está dominando o lugar.

Visualmente o filme é bacana, com direção de arte e fotografia impecáveis. Aliás, a parte técnica é um luxo, dando ao longa um status de grande produção que fez valer cada centavo investido. Alice usa vestidos deslumbrantes, o que torna o figurino da personagem um dos mais originais já vistos no cinema.


O 3D dá uma noção de profundidade interessante em algumas cenas, mas não chega a ser fundamental como em Avatar. E, ao contrário do filme de James Cameron, Burton trabalha com o visual, mas sabe contar uma história.

Porém, é preciso admitir que o Tim Burton dos anos 1990 era bem mais legal que o dos anos 2000. Nesta década ele fez filmes como os remakes de Planeta dos Macacos e A Fantástica Fábrica de Chocolate, ambos sem brilho o suficiente para fazer parte da cinebiografia memorável do cineasta.


Se você não tem muita expectativa, Alice no País das Maravilhas vai divertir na medida certa. Para os que acham que este é o filme do ano, no entanto, a decepção pode ser enorme. De qualquer forma o filme cumpre o que Burton sempre faz em suas produções: é uma ode ao cinema esteticamente perfeito. Em outros tempos, em se tratando de Tim Burton, isso também significava um cinema inesquecível e encantador. Mas dessa vez ficou só na estética mesmo.


Nota: 3 estrelas

Crítica por: Janaina Pereira (Cinemmarte)

Fonte: http://www.cinepop.com.br/criticas/alicenopaisdasmaravilhas_101.htm

quinta-feira, 15 de abril de 2010

A 7ª Arte: Festival de Cannes


Divulgada a lista de filmes que estarão no Festival de Cannes de 2010


Na manhã desta quinta-feira (15/4), foram anunciados, em Paris, os filmes que participarão do Festival de Cannes. São 16 longas-metragens que concorrem à Palma de Ouro, um dos prêmios de maior importância no mundo do cinema. Os filmes que integram a mostra Um Certo Olhar, Sessão da Meia-Noite e Sessão Especial também foram anunciados, além das produções exibidas e fora de competição.

Woody Allen terá seu filme You Will Meet a Tall Dark Strange exibido. O filme conta com Naomi Watts, Antonio Banderas, Anthony Hopkins, Josh Brolin e Freida Pinto no elenco. Wall Street - O Dinheiro Nunca Dorme, com Carey Mulligan, Shia LaBeouf, Charlie Sheen, Michael Douglas, dirigido por Oliver Stone também ganha espaço no festival, além de Tamara Drewe, de Stephen Frears.

Dos filmes que concorrem à Palma de Ouro estão Biutiful, do mexicano Alejandro González Iñárritu, Another Year, de Mike Leigh, Copie Conforme, de Abbas Kiarostami, e outros 13.


O Festival de Cannes acontece entre os dias 12 e 23 de maio deste ano e Robin Hood, protagonizado por Russel Crowe e dirigido por Ridley Scott, é o filme que abre o evento.

Filmes que competem à Palma de Ouro

Tournée, de Mathieu Amalric
Des Hommes et des Dieux, de Xavier Beauvois
Hors la Loi, de Rachid Bouchareb
Biutiful, de Alejandro González Iñarritu
Un Homme que Crie, de Mahamat-Saleh Haroun
Housemaid, de Sangsoo Im
Copie Conforme, de Abbas Kiarostami
Outrage, de Takeshi Kitano
Poetry, de Chang-dong Lee
Another Year, de Mike Leigh
Fair Game, de Doug Liman
You. My Joy, de Sergei Loznitsa
La Nostra Vita, de Daniele Luchetti
Utomlyonnye Solntsem 2, de Nikita Mikhalov
La Princesse de Montpensier, de Bertrand Tavernier
Loong Boonmee Raleuk Chaat, Apichatpong Weerasethakul

Mostra Um Certo Olhar

Blue Valentine, de Derek Cianfrance
O Estranho Caso de Angélica, de Manoel de Oliveira
Les Amours Imaginaires, de Xavier Dolan
Los Labios, de Ivan Fund e Santiago Loza
Simon Werner a Disparu, de Fabrice Gobert
Film Socialisme, de Jean-Luc Godard
Unter die Stadt, de Christoph Hochhäusler
Rebecca H. (Return to the Dogs), de Lodge Kerrigan
Pál Adrienn, de Ágnes Kocsis
Udaan, de Vikramaditya Motwane
Marti, Dupa Craciun, de Radu Muntean
Chatroom, de Hideo Nakata
Aurora, de Cristi Puiu
Ha ha ha, de Sangsoo Hong
Life Above All, de Oliver Schmitz
Octubre, de Daniel Vega
R U There, de David Verbeek
Rizhao Chongqing, de Xiaoshuai Wang

Fora de Competição

You Will Meet a Tall Dark Stranger, de Woody Allen
Tamara Drewe, de Stephen Frears
Wall Street - O Dinheiro Nunca Dorme, de Oliver Stone

Sessões da meia-noite

Kaboom, de Gregg Araki
L'autre Monde, de Gilles Marchand

Sessões especiais

Inside Job, de Charles Ferguson
Over Your Cities Grass Will Grow, de Sophie Fiennes
Nostalgia de la Luz, de Patricio Guzman
Draquila - L'Italia che Trema, de Sabina Guzzanti
Chantrapas, de Otar Iosseliani
Abel, de Diego Luna


Fonte: http://cinema.cineclick.uol.com.br