domingo, 8 de abril de 2012

FUNDAÇÃO PIO XII - APOIE E COLABORE

Fundação Pio XII - Hospital de Câncer de Barretos





Uma realidade em favor dos que sofrem com essa doença.


Hospital de Câncer de Barretos




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sexta-feira, 6 de abril de 2012

TODO O DIA É ANO NOVO

O orvalho pela manhã


Todo o dia é ano novo.
Todo dia é ano novo.
Entre a lua e as estrelas,
num sorriso de criança.
no canto dos passarinhos,
num olhar, numa esperança...

Todo dia é ano novo.
na harmonia das cores,
na natureza esquecida,
na fresca aragem da brisa,
na própria essência da vida.

Todo dia é ano novo.
no regato cristalino,
pequeno servo do mar,
nas ondas lavando as praias,
na clara luz do luar...

Todo dia é ano novo.
na escuridão do infinito,
todo ponteado de estrelas,
na amplidão do universo,
no simples prazer de vê-las,
nos segredos desta vida,
no germinar da semente.

Todo dia é ano novo.
nos movimentos da Terra,
que gira incessantemente.

Todo dia é ano novo.
no orvalho sobre a relva,
na passarela que encanta,
no cheiro que vem da terra,
e no sol que se levanta.

Todo dia é ano novo.
nas flores que desabrocham,
perfumando a atmosfera,
nas folhas novas que brotam,
anunciando a primavera.
Você é capaz, é paz.
É esperança.

Todo dia é ano novo.
no colorido mais bel,
odos olhos dos filhos seus...
Você é paz, é amora alegria de Deus.
Não há vida sem volta,
e não há volta sem vida,
no ciclo da natureza,
neste ir e vir constante.

No broto que se renova,
na vida que segue adiante,
em quem semeia bondade,
em quem ajuda o irmão,
colhendo felicidade,
cumprindo a sua missão.

Todo dia é ano novo... Portanto... Feliz ano novo todo dia!



Obs.: Desconheço a autoria, quem puder me informar para colocar os créditos devidos, eu agradeço.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

PAIXÃO DE CRISTO

O que é a Paixão de Cristo



A Paixão de Cristo é a narrativa do calvário de Jesus desde o momento em que ele é preso no Monte das Oliveiras, após a realização da última ceia com os apóstolos, até a sua morte na cruz. Na mesma noite em que é preso sob ordem de Caifás, o sumo sacerdote e maior autoridade do povo judeu, ele é julgado de forma sumária pelo Sinédrio, conselho dos anciões e suprema corte judaica. 

Acusado de blasfemo por se apresentar como o Rei de Israel, Jesus é condenado à morte. Como a região da Judéia estava sob domínio do Império Romano, caberia a Pôncio Pilatos, autoridade máxima romana na região, aplicar a punição. Pilatos, em função da proximidade da Páscoa, ofereceu a possibilidade de suspensão da condenação de Jesus, mas a multidão que estava no local incitada pelos sacerdotes preferiu que a liberdade fosse dada a Barrabás, um ladrão e assassino também condenado à morte.

A partir da sentença proferida de forma definitiva por Pilatos, Jesus teria passado pelos flagelos que os romanos impunham aos condenados. Entre eles, ser açoitado pelo flagellum taxillatum, espécie de chicote com três ramais que terminavam em bolas de metal com relevos e unidas por arame, e carregar até o local da crucificação a trave horizontal da cruz. A paixão de Cristo é principalmente essa passagem das últimas horas da vida de Jesus, da última ceia até a sua morte na cruz, quando seu sofrimento teria sido uma prova de sua doação total e incondicional para redimir os pecados da humanidade, segundo os preceitos da Igreja Católica.

Mas os eventos da Semana Santa rememoram outros acontecimentos importantes em torno da paixão de Cristo. Eles começam no domingo de Ramos que relembra a chegada de Jesus a Jerusalém, na semana da Páscoa judaica. Para receber Jesus, que vinha da Galiléia, o povo teria cortado ramos de árvores e folhas de palmeiras para forrar o chão onde ele teria passado montado num jumento. Também segurando folhas de palmeiras, parte da população de Jerusalém o teria saudado como rei dos judeus, filho do rei Davi e messias. 

Tal recepção teria feito com que sacerdotes e autoridades locais vissem em Jesus uma ameaça ao seu poder. Nesse mesmo domingo, ao chegar ao Templo Sagrado, Jesus teria se indignado com a presença de mercadores no local. A semana da Páscoa judaica levava milhares de pessoas a Jerusalém e ao Templo, onde faziam suas oferendas e rituais junto aos altares sagrados. Era uma oportunidade de ouro para os mercadores fazerem seus negócios. Mas Jesus os teria considerado profanadores e procurou afastá-los dali. A Semana Santa, que começa com o domingo de Ramos e tem na Sexta-Feira Santa a celebração da paixão de Cristo, encerra-se com o domingo de Páscoa, que relembra o que teria sido a ressurreição de Jesus Cristo.



Crucificação de Jesus Cristo



Fontes
Google Imagens