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domingo, 27 de junho de 2010

Filme: " Osama"







OSAMA


Sinopse: Uma menina de 12 anos, sua mãe e um garoto do vilarejo quase não sobrevivem a uma pacífica passeata organizada por mulheres oprimidas pelo regime Talibã, que termina brutalmente. Após testemunhar um tratamento tão desumano, a mãe se dá conta de seu próprio calvário, enquanto ela e sua filha tentam manterem-se vivas. Com a morte do pai e do irmão da jovem menina, elas têm que encontrar um meio de sobrevivência mantendo isso em segredo do rígido Talibã, que ordena que nenhuma mulher trabalhe ou mesmo saia de casa sem a companhia legítima de um homem.


Mãe e sua filha tomam conta de pacientes num hospital clandestino, administrado por estrangeiros. Depois de uma invasão do Talibã, o hospital é fechado, e as duas ficam sem renda alguma. Desesperada, em busca de qualquer tipo de trabalho, a mãe é obrigada a cortar os cabelos da filha e vesti-la como se fosse um garoto, para que ela possa ganhar algum dinheiro e as duas possam comer.A mãe suplica a um comerciante dono de uma mercearia que a ajude empregando a menina em sua loja, pois ele havia conhecido seu marido.


Ele concorda e tenta proteger a menina, agora disfarçada em menino, e a ensina a ser mais convincente. Numa certa tarde, a polícia religiosa do Talibã obriga todos os homens a irem à mesquita para orar. A menina, que desconhecia a forma como os homens praticavam sua fé, comete diversos erros e levanta a suspeita de um dos oficiais do Talibã, que está inspecionando o ritual. Ele se aproxima do comerciante e da menina depois das orações e os interroga. A menina é tomada de pavor, mas o comerciante consegue dissipar as desconfianças do oficial.


No dia seguinte todos os garotos da vila são levados a levados a uma Madrassa, um tipo de escola religiosa, que também serve como centro de treinamento militar do Talibã.Passando a freqüentar a escola, a masculinidade da menina é constantemente posta em discussão. Um jovem que pede esmolas na primeira cena do filme, sabendo do segredo da menina, intercede a seu favor e a protege, endossando a sua verdadeira identidade, declarando que seu nome é Osama.


Depois de crescentes suspeitas entre os estudantes e os instrutores do Talibã, a menina é punida por não ser capaz de finalizar uma tarefa e provar sua masculinidade. No final, suas características físicas a delatam, revelando sua verdadeira identidade.


Como resultado de sua mentira imperdoável, ela é levada a julgamento perante a corte do Talibã e sentenciada a casar-se com um velho Mulá. Ao chegar em sua casa, a menina desmascarada descobre que ele tem outras três esposas e é forçada a juntar-se a elas, em seu miserável mundo.



Título Original: Osama
Gênero: Drama
Origem/Ano: AFE-URL-JAP/2003
Duração: 82 min
Direção: Siddiq Barmak


sexta-feira, 18 de junho de 2010

Morre José Saramago




José Saramago fala de seu romance "As Intermitências da Morte" em palestra em SP (2005)


Saramago ganhou em 1998 o único Prêmio Nobel da Literatura em língua portuguesa. O governo anunciou dois dias de luto oficial pela morte do escritor. Um comunicado afirmou que é uma “justa homenagem” para expressar pesar pela morte do escritor.
A Fundação José Saramago confirmou em comunicado que o escritor morreu às 12h30 (horário local, 7h30 em Brasília) na residência dele em Lanzarote, onde morava desde 1993, "em consequência de uma múltipla falha orgânica, após uma prolongada doença. O escritor morreu estando acompanhado pela sua família, despedindo-se de uma forma serena e tranquila".
Nos últimos anos, o escritor foi hospitalizado várias vezes, após sofrer uma grave pneumonia no final de 2007 e início de 2008.
Saramago publicou no final de 2009 seu último romance, "Caim", obra com um olhar irônico sobre o Velho Testamento e, por isso, muito criticada pela Igreja.
Ateu e comunista, o escritor nasceu em 16 de novembro de 1922, em Azinhaga, uma aldeia ao sul de Portugal. Filho de agricultores sem terra que imigraram para Lisboa, abandonou a escola aos 12 anos para receber formação de serralheiro, um ofício que exerceria durante dois anos.
Autodidata, antes de se dedicar exclusivamente à literatura trabalhou ainda como mecânico, desenhista industrial e gerente de produção em uma editora.
Começou a atividade literária em 1947, com o romance Terra do Pecado. Voltou a publicar livro de poemas em 1966. Atuou como crítico literário em revistas e trabalhou no "Diário de Lisboa". Em 1975, tornou-se diretor-adjunto do jornal "Diário de Notícias". A partir de 1976 passou a viver de seus escritos, inicialmente como tradutor, depois como autor.
Em 1980, alcança notoriedade com o livro Levantado do Chão, considerado por críticos como seu primeiro grande romance. Memorial do Convento confirmaria esse sucesso dois anos depois.
Em 1991, publica O Evangelho Segundo Jesus Cristo, livro censurado pelo governo português -- o que leva Saramago a exilar-se em Lanzarote, onde viveu até hoje.
Entre seus outros livros estão os romances: O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984), A Jangada de Pedra (1986), Todos os Nomes (1997), e O Homem Duplicado (2002); a peça teatral In Nomine Dei (1993) e os dois volumes de diários recolhidos nos Cadernos de Lanzarote (1994-7).
O livro Ensaio sobre a Cegueira (1995) foi transformado em filme pelo diretor brasileiro Fernando Meirelles em 2008.
A primeira biografia de Saramago, do escritor também português João Marques Lopes, foi lançada neste ano. A edição brasileira de "Saramago: uma Biografia" chegou às livrarias no mês passado, com uma tiragem de 20 mil exemplares pela editora LeYa.
Segundo o autor, Saramago chegou a pensar na hipótese de migrar para o Brasil na década de 1960.
"Em cartas a Jorge de Sena e a Nathaniel da Costa datadas de 1963, Saramago considera estes tempos em que escreveu e reuniu as poesias que fariam parte de 'Os Poemas Possíveis' como desgastantes em termos emocionais e chega mesmo a ponderar a hipótese de migrar para o Brasil. Esta informação surpreendeu-me bastante, pois não fazia a mínima ideia de que o escritor chegara a ponderar a hipótese de emigrar para o Brasil e por a mesma coincidir com o período da história brasileira em que esteve mais iminente uma transformação socialista do país", disse Lopes em entrevista à Folha. com.
Após lançamento da biografia, Saramago classificou a obra como "um trabalho honesto, sério, sem especulações gratuitas".

Nobel

Saramago ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em outubro de 1998, aos 75 anos.
Em comunicado à época, Real Academia Sueca assim justificou a premiação: "A arte romanesca multifacetada e obstinadamente criada por Saramago, confere-lhe um alto estatuto. Em toda a sua independência, Saramago invoca a tradição que, de algum modo, no contexto atual, pode ser classificada de radical. A sua obra literária apresenta-se como uma série de projetos onde um, mais ou menos, desaprova o outro, mas onde todos representam novas tentativas de se aproximarem da realidade fugidia".


Atuação política


Saramago teve forte atuação política.

Em 1969 aderiu ao Partido Comunista, nessa época clandestino, e participou em Revolução dos Cravos de 25 de abril de 1974, no movimento que pôs fim à ditadura de Salazar.
Durante toda a vida teve relações apaixonadas e sempre controvertidas com Cuba de Fidel Castro.
Quando em 2003 aconteceu na ilha a prisão de 75 dissidentes e a execução, depois de um julgamento sumário, de três sequestradores de uma embarcação para Miami, teve uma primeira reação de moderado desacordo.
No entanto, ainda em 2003, afirmou, em uma carta pública, que "de agora em diante Cuba segue seu caminho, eu fico aqui. Cuba perdeu minha confiança e fraudou minhas ilusões".
Poucos meses depois diria ao jornal cubano "Juventud Rebelde": "Não rompi com Cuba. Continuo sendo um amigo de Cuba, mas me reservo o direito de dizer o que penso, e dizer quando entendo que devo dizê-lo".
Em 2008, Saramago saiu em defesa do escritor e poeta nicaraguense Ernesto Cardenal, marginalizado e perseguido pelo regime sandinista.
Também se remeteu contra o presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, a quem acusou de ter "má consciência" e de ser "indigno de seu próprio passado" revolucionário.
Do presidente venezuelano Hugo Chávez disse, em 2007, que ele tem "métodos (que) podem ser discutidos", apesar de afirma que "Chávez não é nenhum problema, que é um homem que ama seu povo".



Ajuda no Haiti


Saramago relançou em janeiro deste ano nova edição do livro A Jangada de Pedra, que tem toda a sua renda revertida para as vítimas do terremoto no Haiti. O relançamento da obra foi resultado da campanha "Uma balsa de pedra a caminho do Haiti", que doa integralmente os 15 euros que custará o livro (na União Europeia) ao fundo de emergência da Cruz Vermelha para ajudar o Haiti.
Em nota, Saramago havia explicado que a iniciativa é da sua fundação e só foi possível graças à "pronta generosidade das entidades envolvidas na edição do livro".

Obras publicadas


Poesias

- Os poemas possíveis, 1966- Provavelmente alegria, 1970- O ano de 1993, 1975

Crônicas
- Deste mundo e do outro, 1971- A bagagem do viajante, 1973- As opiniões que o DL teve, 1974- Os apontamentos, 1976.

Viagens
- Viagem a Portugal, 1981

Teatro
- A noite, 1979- Que farei com este livro?, 1980- A segunda vida de Francisco de Assis, 1987- In Nomine Dei, 1993- Don Giovanni ou O dissoluto absolvido, 2005.


Contos
- Objecto quase, 1978- Poética dos cinco sentidos - O ouvido, 1979- O conto da ilha desconhecida, 1997.


Romance
- Terra do pecado, 1947- Manual de pintura e caligrafia, 1977- Levantado do chão, 1980- Memorial do convento, 1982- O ano da morte de Ricardo Reis, 1984- A jangada de pedra, 1986- História do cerco de Lisboa, 1989- O Evangelho segundo Jesus Cristo, 1991- Ensaio sobre a cegueira, 1995- A bagagem do viajante, 1996- Cadernos de Lanzarote, 1997- Todos os nomes, 1997- A caverna, 2001- O homem duplicado, 2002- Ensaio sobre a lucidez, 2004- As intermitências da morte, 2005- As pequenas memórias, 2006- A Viagem do Elefante, 2008- O Caderno, 2009- Caim, 2009.

Fonte:

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Odontologia: Câncer Bucal


Casos de câncer bucal aumentam no país
Artigo publicado em 12/04/2010.

Estudo da Faculdade São Leopoldo Mandic apresenta índices ruins

Uma estatística nada animadora na área da saúde e desconhecida entre a maioria dos brasileiros, que pouco se previnem, é a de que o câncer de boca já ocupa o 7º lugar no país em número de casos diagnosticados. As estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA) apontam que apenas em 2010 serão 14.120 novos casos diagnosticados, projetados a partir do número de mortes por câncer de boca registrado em 2007 que atingiu 6.064 pessoas, das quais 4.814 homens e 1.250 mulheres.

Essa quantidade alarmante de diagnósticos apresentados nos últimos anos levou a Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic, de Campinas (SP), a criar um Centro de Tratamento de Doenças da Boca (CTDB) e um Serviço de Patologia para a realização de biópsias e exames anátomo-patológico e citológico, prestando serviço gratuito para toda a população. A Faculdade quer contribuir para o diagnóstico precoce da doença para aumentar as possibilidades de cura e tem cumprido o seu ideal. Somente em 2009, foram atendidos 1432 casos de pacientes com lesão de boca no CTDB, sendo 95 (6,63%) casos de câncer.

Em 2006, a Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic, em conjunto com o Ministério da Saúde e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), realizou um estudo epidemiológico para verificar a prevalência da queilite actínica - lesão que predispõe ao câncer labial nos indivíduos expostos ao sol - em Campinas, interior de São Paulo, cidade na qual está instalado o Instituto e Centro de Pesquisas da Faculdade. Os resultados deste trabalho serão publicados na revista cientifica internacional Community Dental Health.

O resultado é preocupante: a prevalência da doença na região de Campinas apresenta um índice de mais de 35%. Nas pesquisas com os lavradores de cana de açúcar, dos 202 trabalhadores examinados, 77 apresentaram sinais de queilite actínica, o que representa 39,6% da população investigada. Os casos de queilite actínica foram encaminhados à Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic para a realização de biópsia, e exame anátomo-patológicos e, a partir do resultado, é realizado o plano de tratamento dos pacientes.

Prevenção

A queilite actínica é uma lesão potencialmente maligna, ou seja, apresenta possibilidade de evolução para o câncer labial caso não haja o correto tratamento e acompanhamento. A doença precisa de atenção odontológica uma vez que, dada a variedade dos aspectos evolutivos, o tratamento precisa ser individualizado e voltado não somente a atenuar os sinais, mas, sobretudo para eliminar o que os origina.

"Os batons em geral, até mesmo os que não possuem fator de proteção solar, formam uma barreira que dificulta a absorção dos raios solares e previne o aparecimento da queilite", diz Flávia Martão Flório, coordenadora do curso de Odontologia Social da Faculdade São Leopoldo Mandic. Isto pode ser um dos fatores responsáveis pela menor incidência de queilite actínica em mulheres, além do fato delas se exporem naturalmente menos ao sol do que os homens, nas atividades profissionais e de lazer.

Sinais da queilite actínica

Ressecamento ou escamação (independentemente de estar frio), mudança de tonalidade dos lábios (aparentando boca "borrada"), aumento do volume (como se tivesse aplicado botox), perda da linha entre lábio e pele, enrijecimento dos lábios (há perda de colágeno) são alguns dos sinais da queilite actínica e devem ser tratados imediatamente.

Em casos avançados, os lábios apresentam úlceras e fissuras. As alterações labiais provocadas pela queilite actínica, não raramente, são confundidas com o envelhecimento natural da pele. Entretanto, são os sinais que estão se manifestando com o tempo.

O tratamento da queilite actínica depende do estágio em que a lesão se apresenta. Quando os primeiros sinais surgem, é necessário procurar imediatamente um dentista e iniciar o tratamento para que a lesão regrida. O profissional recomenda os cuidados exigidos para cada paciente, dependendo do caso. Quando a queilite está em estágio avançado é preciso remover a lesão.

Câncer de boca

Mundialmente os cânceres da cabeça e pescoço correspondem a 10% dos tumores malignos e aproximadamente 40% dos cânceres dessa localização ocorrem na cavidade bucal (língua, principalmente suas bordas laterais, amígdalas, soalho da boca, gengivas, céu da boca e bochechas). O câncer bucal pode se manifestar sob a forma de feridas indolores na boca ou no lábio que não cicatrizam em uma semana.

Outras formas em que o câncer bucal pode apresentar-se são: manchas esbranquiçadas ou avermelhadas nos lábios ou na parte interna da boca, caroços, inchaços, áreas de dormência, sangramento sem causa conhecida e dor na garganta que não melhora. Em estágio avançado da doença, podem surgir dificuldades para falar, mastigar e engolir, emagrecimento acentuado, dor e caroço no pescoço.

No mundo, ocorrem cerca de 210 mil casos novos por ano. Três em quatro casos novos ocorrem nos países em desenvolvimento. A mortalidade por câncer de boca corresponde a quase 30% dos casos novos. A sobrevida média estimada em cinco anos é de cerca de 60% nos países desenvolvidos e 40% nos em desenvolvimento.

Tratamento

O tratamento do câncer de boca, geralmente, emprega cirurgia e/ou radioterapia. Os dois tratamentos podem ser usados de forma isolada ou associados. Ambos têm bons resultados nas lesões iniciais e a indicação vai depender da localização do tumor e das alterações funcionais que possam ser provocadas pelo tratamento. As lesões iniciais são aquelas restritas ao local de origem.


Crédito: Ateliê da Notícia

Fonte: http://www.clubedodentista.com.br/site/artigos_ver.php?not_id=79

Imagem: www.santaapolonia.com/page27.php

sábado, 27 de março de 2010

Justiça: Nardonis condenados

Pronto! Demorou mas provou-se que o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá foram condenados pela violência brutal que a menina Isabella passou, a qual cuminou na sua morte.
Mesmo eles sendo culpados, não podemos deixar de pensar e colocar em discução sobre a justiça no país, das tantas "Isabellas" que existem e que são agredidas nas ruas, nas escolas, em casa, pelos próprios pais que deveriam dar muito amor, proteção e educação.
Temos que lutar para acabar com os castigos físicos e humilhantes, irradicação do trabalho infantil e buscar esperança e forças para se ter uma fustiça mais justa a todos os casos.
O que me chocou nesse momento de comoção por causa do julgamento do casal Nardoni, foi a histeria representada em festa que uma multidão na frente do forum demonstrou. Não temo que festejar, foi feita a fustiça (isso é ótimo) mas tudo isso aconteceu por uma morte, uma morte violenta e sem presedentes a uma criança. É para se pensar.
André Ribeiro

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Homenagem a Dra. Zilda Arns


Zilda Arns: Uma lição de amor, fé e esperança para as crianças e mães desse país.



"Quando eu for...


Se eu morrer antes de você, faça-me um favor. Chore o quanto quiser, mas não brigue com Deus por Ele haver me levado. Se não quiser chorar, não chore. Se não conseguir chorar, não se preocupe. Se tiver vontade de rir, ria. Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente sua versão. Se me elogiarem demais, corrija o exagero. Se me criticarem demais, defenda-me. Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que me pintam. Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo. Se falarem mais de mim do que de Jesus Cristo, chame a atenção deles. Se sentir saudade e quiser falar comigo, fale com Jesus e eu ouvirei. Espero estar com Ele o suficiente para continuar sendo útil a você, lá onde estiver. E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase: “Foi meu amigo, acreditou em mim e me quis mais perto de Deus !” Aí, então pode até derramar uma lágrima. Eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal. Outros amigos farão isso no meu lugar. E, vendo-me bem substituído, irei cuidar de minha nova tarefa no céu. Mas, de vez em quando, dê uma espiadinha na direção de Deus. Você não me verá, mas eu ficaria muito feliz vendo você olhar para Ele. E, quando chegar a sua vez de ir para o Pai, aí, sem nenhum véu a separar a gente, vamos viver, em Deus, a amizade que aqui nos preparou para Ele. Você acredita nessas coisas? Sim? Então ore para que nós dois vivamos como quem sabe que vai morrer um dia, e que morramos como quem soube viver direito. A Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo. Eu não vou estranhar o céu . . . Sabe porque ? Porque... Ser seu amigo já é um pedaço dele".
(Autor desconhecido)

Dra. Zilda Arns foi a criadora e presidente da Pastoral da Criança. Uma ação em favor de levar VIDA a todas as crianças e gestantes, principalmente as que mais precisam. Lutando sempre em favor da VIDA COM DIGNIDADE, COM SAÚDE e SEM DESNUTRIÇÃO.

O Brasil chora por essa grande perda, mas a luta não termina.

Obrigado Dra. Zilda por todo o amor que você se fez.