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sábado, 2 de novembro de 2013

DON'T LEAVE HOME



Like a ghost don't need a key
Your best friend I've come to be.
Please don't think of getting up for me
You don't even need to speak.

When I've been here for just one day
you'll already miss me if I go away
So close the blinds and shut the door
You won't need other friends anymore

Oh, don't leave home
Oh, don't leave home

If you're cold, I'll keep you warm
If you're low, just hold on
Cause I will be your safety

Oh, don't leave home

I arrived when you were weak
I'll make you weaker, like a child
Now all your love you give to me
when your heart is all I'll need

Oh, don't leave home
Oh, don't leave home

If you're cold, I'll keep you warm
If you're low, just hold on
Cause I will be your safety

Oh, don't leave home

Oh how quiet, quiet the world can be
when it's just you and little me
Everything is clear; everything is new
So you won't be leaving, will you?

If you're cold, I'll keep you warm
If you're low, just hold on
cause I will be your safety

Oh, don't leave home
cause I will be your safety
I will be your safety
I will be your safety
Oh, don't leave home

Dido

sábado, 17 de agosto de 2013

SÍNDROME DE ASPERGER

A Síndrome de Asperger é um Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD), resultante de uma desordem genética, e que apresenta muitas semelhanças com relação ao autismo.

Ao contrário do que ocorre no autismo, contudo, crianças com Asperger não apresentam grandes atrasos no desenvolvimento da fala e nem sofrem com comprometimento cognitivo grave. Esses alunos costumam escolher temas de interesse, que podem ser únicos por longos períodos de tempo - quando gostam do tema "dinossauros", por exemplo, falam repetidamente nesse assunto. Habilidades incomuns, como memorização de sequências matemáticas ou de mapas, são bastante presentes em pessoas com essa síndrome.

Na infância, essas crianças apresentam déficits no desenvolvimento motor e podem ter dificuldades para segurar o lápis para escrever. Estruturam seu pensamento de forma bastante concreta e não conseguem interpretar metáforas e ironias - o que interfere no processo de comunicação. Além disso, não sabem como usar os movimentos corporais e os gestos na comunicação não-verbal e se apegam a rituais, tendo dificuldades para realizar atividades que fogem à rotina.


Como lidar com a Síndrome de Asperger na escola?

As recomendações são semelhantes às do autismo. Respeite o tempo de aprendizagem do aluno e estimule a comunicação com os colegas. Converse com ele de maneira clara e objetiva e apresente as atividades visualmente, para evitar ruídos na compreensão do que deve ser feito.

Também é aconselhável explorar os temas de interesse do aluno para abordar novos assuntos, ligados às expectativas de aprendizagem. Se ele tem uma coleção de carrinhos, por exemplo, utilize-a para introduzir o sistema de numeração. Ações que escapam à rotina devem ser comunicadas antecipadamente.



Alena Menino

Psicóloga





Fonte
Vídeo: Youtube 

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

PROFISSIONAIS ESSENCIAIS AO HOMEM COM MAIS DE 50 ANOS


 OS SETE MÉDICOS ESSENCIAIS AO HOMEM COM MAIS DE 50 ANOS




Agendar uma consulta e fazer exames antes de adoecer é um desafio para eles.


Oftalmologia

Após os 50 anos, doenças como a catarata e o glaucoma têm maior incidência, daí a necessidade de uma visita anual ao oftalmologista. "Grande parte das doenças dos olhos são irreversíveis, então identificar o problema precocemente pode eliminar a necessidade de cirurgias", afirma o oftalmologista Marco Antonio Alves, diretor da Sociedade Brasileira de Oftalmologia. O especialista lembra ainda que é possível identificar outras doenças silenciosas, como o diabetes e a hipertensão, apenas por meio de exames oculares. "E mesmo quem já sabe que é portador dessas doenças pode melhorar o controle clínico delas em uma consulta oftalmológica", complementa.


Odontologia

Ir ao dentista apenas uma vez ao ano é arriscado demais nessa idade. O cirurgião dentista Rodrigo Bueno de Moraes, da Associação Brasileira de Odontologia (ABO), recomenda uma visita semestral ao consultório. "Os problemas mais comuns são a gengivite, inflamação das gengivas, e distúrbios de oclusão, como o bruxismo". Segundo ele, o intervalo entre um check-up e outro diminui caso o paciente tenha diabetes, seja fumante ou apresente outra condição que possa afetar a saúde bucal.


Cardiologia

"Após os 40 anos, o risco de infarto ou insuficiência cardíaca aumenta muito", afirma o cardiologista João Manoel Rossi Neto, diretor da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP). Por isso, recomenda-se uma visita anual ao médico, que fará uma análise clínica do paciente, avaliando se ele apresenta fatores de risco como obesidade e gordura abdominal. Na visita ainda será solicitado o histórico familiar de doenças cardiovasculares e exames laboratoriais de rotina para avaliar o colesterol e os triglicérides. Após essa primeira bateria, os resultados indicarão a necessidade ou não de se fazer exames mais elaborados, envolvendo até mesmo ultrassom.


Pneumologia

"O câncer de pulmão não é o mais prevalente em homens, mas, certamente é o que mais mata, por ser um tipo mais agressivo", afirma a pneumologista Sandra Aparecida Ribeiro, da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisilogia (SBPT). Por isso, se o indivíduo é ou foi fumante, deve visitar um pneumologista anualmente para detecção desse problema. De acordo com a especialista, o risco da doença permanece mesmo após largar o cigarro. A visita ao pneumologista também deve acontecer sempre que o homem de mais idade for vítima de gripes ou resfriados. "O risco de o problema evoluir para uma pneumonia é maior e pode levar o paciente à morte". Outro cuidado fundamental é tomar as vacinas contra infecções respiratórias (gripe e pneumonia, por exemplo) disponíveis para pessoas de mais idade em postos públicos.


Urologia

A partir dos 45 anos, todo homem deve marcar uma consulta com um urologista anualmente, de acordo com o urologista Daher Chade, do Instituto do Câncer. Na consulta é feito o exame de toque retal que, na verdade, não leva mais do alguns segundos. "Por meio deste e de outros exames é possível diagnosticar diversos cânceres, como o de próstata, bexiga e rim, além de doenças que podem causar infertilidade". A periodicidade pode mudar caso o paciente tenha histórico de familiares com doenças do trato urinário.


Coloproctologia

"O câncer de intestino é o que mais mata o homem depois do câncer de pulmão e do câncer de próstata", afirma o especialista Daher. Isso porque esse tumor tem, entre os principais fatores de risco, a idade. O consumo de álcool, o tabagismo e uma dieta pobre em fibras e rica em gordura são outros fatores de risco para esse tipo de câncer - a cada cinco anos, portanto, é indicado fazer uma colonoscopia para detectar o problema precocemente. O exame consegue identificar alterações da mucosa do intestino que podem evoluir para um câncer e o tratamento dessas alterações já reduz o risco da doença.


Endocrinologia

"A incidência do diabetes aumenta conforme a idade", diz a endocrinologista Claudia Chang, doutoranda em Endocrinologia e Metabologia pela USP. Por isso, é fundamental analisar a glicemia do paciente idoso regularmente. Outro ponto importante é a avaliação do perfil lipídico, que mostrará se houve aumento do colesterol LDL (prejudicial) ou diminuição do colesterol HDL (benéfico), fator de risco para doenças cardiovasculares.



A especialista recomenda ainda um exame de TSH para verificar possíveis problemas da tireoide. "Embora eles sejam mais comuns em mulheres, também podem acometer o público masculino", afirma. Por fim, uma análise clínica poderá identificar efeitos colaterais da andropausa, fase similar à menopausa feminina. "Se necessário, é indicada a reposição hormonal para aumentar a libido e a disposição do homem".



Procure  cuidar da sua saúde!
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Gesse Almeida

quarta-feira, 6 de junho de 2012

A REVOLUÇÃO DARWINIANA



Obra de Xue Jive



A Revolução Darwiniana


Não há futuro num mito sagrado. Por quê? Por nossa curiosidade. […] Seja o que for que consideremos precioso, não podemos protegê-lo da nossa curiosidade porque, sendo quem somos, uma das coisas que consideramos preciosa é a verdade. O nosso amor pela verdade é sem dúvida um elemento central no sentido que damos à nossa vida. Em qualquer caso, a idéia de que possamos preservar o sentido da nossa vida à força de nos enganarmos é uma idéia mais pessimista, mais niilista do que eu, pela parte que me toca, consigo engolir. Se isso fosse o melhor que se pode fazer, concluiria que afinal nada tinha importância. […]


A nossa curiosidade sobre as coisas assume diferentes formas, como Aristóteles assinalou no tratado da ciência humana. O seu esforço pioneiro para classificá-las ainda faz muito sentido. Aristóteles identificou quatro questões básicas sobre qualquer coisa que queiramos responder, e chamou-as aitia, um termo grego verdadeiramente impossível de ser traduzido, tradicional mas desajeitadamente traduzido por quatro “causas”.


Podemos ter curiosidade sobre aquilo de que algo é feito, a sua matéria ou causa material.
Podemos ter curiosidade sobre a forma (ou estrutura ou configuração) que essa matéria assume, a sua causa formal.
Podemos ter curiosidade sobre a sua origem, como começou, ou sobre a sua causa eficiente.
Podemos ter curiosidade sobre o seu propósito ou objetivo ou finalidade (como na pergunta “Será que os fins justificam os meios?”), a que Aristóteles chamou o seu telos, que por vezes se traduz em português, desajeitadamente, como “causa final”.


É preciso alguma ginástica para fazer estas quatro aitia aristotélicas corresponderem a respostas às típicas perguntas portuguesas “o quê, onde, quando e por que”. A correspondência é apenas aproximada. As perguntas que começam com “por que”, contudo, normalmente pedem a quarta “causa” de Aristóteles, o telos de uma coisa. Por quê?, perguntamos. Para que serve? Como dizemos às vezes: qual é a sua razão de ser? Os filósofos e os cientistas reconheceram, durante centenas de anos, que estas perguntas pelo “por que” são problemáticas e de tal modo distintas que o estudo a que dão lugar merece um nome: teleologia.


Uma explicação teleológica é a que explica a existência ou ocorrência de algo fazendo apelo a um objetivo ou propósito a que a coisa serve. Os artefatos são os casos mais óbvios; o objetivo ou propósito de um artefato é a função que o seu criador concebeu para ele. Não há controvérsia sobre o telos de um martelo: serve para martelar e tirar pregos. O telos de artefatos mais complexos, como câmaras de vídeo, caminhões ou scanners é, na pior das hipóteses, mais óbvio. 


Mas mesmo nos casos mais simples, podemos ver que sempre há um problema de fundo presente:
— Por que razão estás a serrar essa tábua?
— Para fazer uma porta.
— E para que é a porta?
— Para proteger a minha casa.
— E por que razão queres proteger a tua casa?
— Para poder dormir descansado.
— E por que razão queres dormir descansado?
— Vai passear e deixa de me fazer perguntas tolas.


Essa troca de palavras revela um dos problemas da teleologia: para que isso tudo? Que causa final podemos apresentar para completar essa hierarquia de razões? Aristóteles tinha uma resposta: Deus, o Motor Imóvel, o para-quê no qual acabam todos os para-quês. A idéia, que foi aproveitada pelas tradições cristãs, judaicas e islâmicas, é que todos os nossos propósitos derivam em última análise de Deus. A idéia é sem dúvida natural e atraente. Se olharmos para um relógio e nos perguntarmos por que razão tem um vidro transparente, é óbvio que a resposta remete às necessidades e desejos das pessoas que usam relógios, que querem saber as horas olhando para o mostrador etc.. Se não fossem estes fatos sobre nós — para quem o relógio foi criado —, não haveria explicação do “por que” do vidro transparente. Se o universo foi criado por Deus para cumprir os seus propósitos, então todos os propósitos que possamos encontrar no próprio universo têm, em última análise, de estar subordinados aos propósitos de Deus. Mas quais são os propósitos de Deus? Isso é algo misterioso.


Uma maneira de afastar o desconforto acerca desse mistério é mudar ligeiramente o assunto. Em vez de responder a pergunta pelo “por que” com uma resposta do tipo “porque” (o tipo de resposta que ela parece exigir), as pessoas substituem muitas vezes a pergunta “por quê?” pela pergunta “como?”, e tentam responder esta última contando uma história sobre como Deus criou a nós e ao resto do universo, sem perder demasiado tempo com a questão de saber exatamente por que razão poderá Ele ter desejado fazer tal coisa. A pergunta pelo “como” não se encaixa na lista de Aristóteles, mas já eram perguntas e respostas populares muito antes de Aristóteles ter apresentado sua análise. As respostas às maiores perguntas pelo “como” são cosmogonias, histórias sobre como o cosmos, o universo inteiro e tudo o que ele contém, passou a existir. O livro do Gênesis é uma cosmogonia, mas há muitos outros. Os cosmólogos que exploram a hipótese do Big Bang, e que especulam sobre os buracos negros e as supercordas, são criadores atuais de cosmogonias. Nem todas as cosmogonias seguem o padrão de um artífice. Algumas envolvem um “ovo do mundo” depositado nas “Profundezas” por uma ave mítica qualquer, e outras envolvem sementes que se deitam à terra e se cuidam. A imaginação humana não dispõe de muitos recursos de que lançar mão quando se confronta com uma questão tão intrigante. Um mito antigo da criação fala de um “Senhor que existe por si” e que, “com um pensamento, criou as águas, depositando nelas uma semente que se transformou num ovo dourado, nascendo ele próprio desse ovo como Brama, o progenitor dos mundos” (Muir 1972, Vol. IV, p. 26).


E qual era o objetivo de todas essas posturas de ovos, sementeiras e construção de mundos? Ou, já agora, qual é o objetivo do Big Bang? Os cosmólogos atuais, à semelhança de muitos dos seus antecessores ao longo da história, apresentam uma história divertida, mas preferem fugir da questão teleológica do “por que”. Será que o universo existe por uma razão qualquer? Será que as razões têm um papel qualquer que se possa compreender nas explicações do cosmos? Será que algo poderia existir por uma razão, sem que se tratasse da razão de alguém? Ou será que as razões — as causas do tipo 4 de Aristóteles — só são apropriadas nas explicações das obras e feitos de pessoas ou de outros agentes racionais? Se Deus não é uma pessoa, um agente racional, um Artífice Inteligente, que sentido poderá ter a mais grandiosa pergunta pelo “por que”? E se a maior pergunta pelo “por que” não tem qualquer sentido, como poderão outras perguntas pelo “por que”, menores e mais simples, ter sentido?


Uma das contribuições fundamentais de Darwin é mostrar-nos uma nova maneira de dar sentido às perguntas pelo “por que”. Queiramos ou não, a idéia de Darwin oferece-nos uma maneira — clara, convincente e espantosamente versátil — de dissolver estes velhos enigmas. É preciso tempo para nos habituarmos à sua idéia, e ela é muitas vezes mal aplicada, mesmo pelos seus amigos mais dedicados. […] O que ganhamos é, pela primeira vez, um sistema explicativo estável que não anda às voltas nem entra numa espiral infinita de mistérios. Aparentemente, algumas pessoas preferem a regressão infinita de mistérios, mas hoje em dia o custo desta estratégia é proibitivo: deixar-se enganar. Podemos enganar a nós próprios, ou deixar essa tarefa a outras pessoas, mas não há uma forma intelectualmente defensável de reconstruir as poderosas barreiras à compreensão que Darwin derrubou.



Joildo Alexandre



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domingo, 8 de abril de 2012

terça-feira, 20 de março de 2012

SÍNDROME DE DOWN

Dia 21 de Março: 
DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN









A síndrome de Down (SD) é uma alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais, o par 21, por isso também conhecida como trissomia 21.

A SD foi descrita em 1866 por John Langdon Down. Esta alteração genética afeta o desenvolvimento do individuo, determinando algumas características físicas e cognitivas. A maioria das pessoas com SD apresenta a denominada trissomia 21 simples, isto significa que um cromossomo extra está presente em todas as células do organismo, devido a um erro na separação dos cromossomos 21 em uma das células dos pais. Este fenômeno é conhecido como disfunção cromossômica. Existem outras formas de SD como, por exemplo: mosaico, quando a trissomia está presente somente em algumas células, e por translocação, quando o cromossomo 21 está unido a outro cromossomo.


Trissomia do 21 - Síndrome de Down

Cerca de 50% das crianças com SD apresentam problemas cardíacos, algumas vezes graves, necessitando de cirurgia nos primeiros anos de vida.
A intervenção médica pode acontecer com a finalidade principal de prevenção dos problemas de saúde que podem aparecer com maior freqüência na SD. Queremos destacar que a SD não é uma doença e sim uma alteração genética, que pode gerar problemas médicos associados.

Devemos olhar a pessoas com SD em sua singularidade, para que possa ter um pleno desenvolvimento enquanto sujeito.





Mitos e Realidades


1. Síndrome de Down é doença. Mito ou Realidade ?

Mito: A Síndrome de Down não é uma doença e não deve ser tratada como tal. É preciso olhar para as pessoas além da Síndrome de Down, pois as características individuais são inerentes a todos os seres humanos.

2. Síndrome de Down tem cura. Mito ou Realidade ?

Mito: A Síndrome de Down não é uma lesão ou doença crônica que através de intervenção cirúrgica, tratamento ou qualquer outro procedimento pode se modificar.

3. Pessoas com Síndrome de Down falam. Mito ou Realidade ?

Realidade: A Síndrome de Down não apresenta nenhuma barreira para acessar o código da linguagem, portanto todas as crianças, se não apresentarem outro comprometimento, podem falar.

4. As pessoas com Síndrome de Down apresentam atraso no desenvolvimento da linguagem. Mito ou Realidade ?

Realidade: Há um atraso no desenvolvimento da linguagem que pode ser observado ao longo da infância com surgimento das primeiras palavras, frases e na dificuldade articulatória para emitir alguns sons. Entretanto, não há regra para saber quando e como a criança falará, pois depende das características de cada indivíduo.

5. Pessoas com Síndrome de Down andam. Mito ou Realidade ?

Realidade: As crianças com Síndrome de Down andam, porém seu desenvolvimento motor apresenta um atraso em relação à maioria das crianças.

6. Pessoas com Síndrome de Down são agressivos. Mito ou Realidade ?

Mito: Não podemos generalizar as pessoas com Síndrome de Down, determinando certos comportamentos, pois essa afirmação pressupõe preconceito. Cada indivíduo tem suas características de acordo com sua família e ambiente em que vive.

7. Pessoas com Síndrome de Down são carinhosas. Mito ou Realidade ?

Mito: Grande parte da população acredita que todas as pessoas com Síndrome de Down são carinhosas. Isto se deve ao fato de associá-las às crianças, infantilizando-as e as mantendo em uma “eterna infância”.

8. Pessoas com Síndrome de Down têm a sexualidade mais aflorada? Mito ou Realidade ?
 
Mito: A sexualidade das pessoas com Síndrome de Down é igual à de todas as outras. Este mito se deve ao fato de que grande parte da população não considera sua sexualidade; desta forma acabam sendo reprimidos e não recebem orientação sexual apropriada, ocasionando comportamentos inadequados.

9. Pessoas com Síndrome de Down adoecem mais? Mito ou Realidade ?

Realidade: Ocasionalmente, como conseqüência de baixa resistência imunológica, as crianças com Síndrome de Down, principalmente nos primeiros anos de vida, são mais susceptíveis a infecções, principalmente no sistema respiratório e digestivo. Esta propensão vai diminuindo com o crescimento.

10. Pessoas com Síndrome de Down podem trabalhar. Mito ou Realidade ?

Realidade: As pessoas com Síndrome de Down devem trabalhar, pois o trabalho é essencial para a construção de uma identidade adulta. O trabalho faz parte da sua realização pessoal. Atualmente, há muitas oportunidades de trabalho para as pessoas com deficiência devido às políticas públicas.

11. Pessoas com Síndrome de Down devem freqüentar escola especial. Mito ou Realidade ?

Mito: As pessoas com Síndrome de Down têm o direito de participação plena na sociedade como qualquer outra criança,desta forma devem estar incluídas na rede regular de ensino.

12. Existe uma idade adequada para uma criança com Síndrome de Down entrar na escola. Mito ou Realidade ?

Mito: A criança deve entrar na escola quando for conveniente para ela e para sua família.

13. Pessoas com Síndrome de Down podem praticar esporte. Mito ou Realidade ?

Realidade: As pessoas com Síndrome de Down não só podem como devem praticar atividade física para seu bem estar físico e emocional. A prática de atividade física deve ser realizada aonde for mais conveniente para a pessoa (academia, parques, praças...). Lembrando que para todas as pessoas a avaliação física é importante antes do início de qualquer atividade

14. Só podemos nos comunicar através da fala. Mito ou Realidade ?

Mito: A comunicação acontece de várias formas como gestos, expressões corporais e faciais, choro, fala e escrita. Para haver comunicação é necessário estar numa relação onde seu desejo é reconhecido e respeitado.



VAMOS RESPEITAR TODOS OS PORTADORES DESSA SÍNDROME E DAR ATENÇÃO E CARINHO QUE ELE MERECEM, SEM PRECONCEITO, SEM DISCRIMINAÇÃO, POR QUE  ACIMA DE TUDO SOMOS IGUAIS.


Sem preconceito e discriminação aos portadores da Síndrome de Down



Fontes
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segunda-feira, 12 de março de 2012

DENUNCIE EM FAVOR DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES



“Pornografia Infantil é qualquer representação, por qualquer meio, de uma criança ou adolescente envolvida em atividades sexuais explícitas, reais ou simuladas, ou qualquer representação dos órgãos sexuais de uma criança ou adolescente para fins primordialmente sexuais”.



DENUNCIE!


DISQUE 100 de qualquer lugar do país  e ajude a proteger as crianças e os adolescentes.


Secretaria dos Direitos Humanos


http://www.sedh.gov.br




http://www.disque100.gov.br






sábado, 18 de fevereiro de 2012

CARNAVAL




Carnaval de Veneza



O Carnaval na Época do Renascimento e tempos modernos

Na modernidade o carnaval perde suas características originais e deixa de ser uma festa com outros propósitos a não ser o da diversão. (vide no final deste texto que algo parecido ocorre com a data do Natal – 25 de dezembro)
Introduzido pelo papa Paulo II, o baile de máscaras começou a fazer sucesso nos séculos XV e XVI, na Itália e também na França, onde sobreviveu durante a revolução francesa e depois dela, com um período de renascimento entre 1830 e 1850. Ainda no século XIX, em Londres, ficou famoso o baile promovido pelo Instituto Real de Pintores e Aquarelistas em 1884, quando os artistas ingleses se fantasiaram com máscaras dos mestres do passado ou de príncipes e monarcas amigos.
O carnaval transformou-se, assim, numa celebração ordeira de caráter artístico, com bailes e desfiles alegóricos, forma que iria aos poucos desaparecer na Europa, entre o final do século XIX e início do século XX. Essas características, no entanto, sobreviveram em carnavais de algumas cidades européias, entre as quais Munique e Nice.
Como vemos o Carnaval teve uma origem paga, mas com o passar do tempo foi adquirindo outros propósitos e hoje a grande maioria dos foliões só vêem no Carnaval uma festa popular para brincar, pular e se divertir.








O Carnaval no Brasil

O entrudo(1) português constituiu, no Brasil colonial e monárquico, a forma mais comum de brincar o carnaval. Consistia num folguedo violento: eram atiradas sobre as pessoas água, farinha, cal e outras substâncias que molhavam e sujavam o transeunte. Proibido no Rio de Janeiro pelo prefeito Pereira Passos, em 1904, e alvo de protestos na imprensa, o entrudo civilizou-se progressivamente até o aparecimento de outros instrumentos de brincadeiras: o confete, a serpentina e o lança-perfume.





Baile de máscaras 

Sociedades carnavalescas
O carnaval como em qualquer outra atividade popular há e houve organizações com objetivos mais nobres.
As grandes sociedades que apareceram na segunda metade do século XIX não se limitavam aos desfiles carnavalescos. Seu prestígio se apoiava também em atividades sociais e políticas. Os integrantes das sociedades eram cidadãos participantes da vida nacional, abolicionistas e republicanos, e os grandes clubes funcionavam também comosociedades literárias e musicais. Nos chamados carros de crítica, tomavam posição contra abusos e erros das autoridades ou a propósito de questões em que a coletividade estivesse empenhada.

O fato é que hoje as pessoas que brincam nas ruas, vão para os blocos de carnaval, para clubes com seus filhos, vão à Passarela do Samba assistir aos desfiles das suas “escolas” e tantas outras festividades; essas pessoas não têm nenhuma ideia da origem e da história do Carnaval.

Carnaval carioca

Para quem gosta, se divirta no carnaval, nos blocos, atrás dos trios elétricos e em festas de ruas, clubes, com a vizinhança, com os amigos, sozinho... o que importante que se divirta com responsabilidade.

Bonecos de Olinda

Fontes
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

123 ALÔ!

Ação Social em favor da Vida


O 123Alô! - A voz da criança e do adolescente é um canal de expressão e participação direta da criança e do adolescente voltado para a garantia de seus Direitos. Baseia-se, especialmente, em dois princípios gerais da Convenção dos Direitos da Criança, ratificados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA: o direito de ser ouvida e ter sua expressão levada em consideração.

Acima de tudo é um canal de diálogo que propicia um espaço de desenvolvimento da atitude cidadã de crianças e adolescentes contribuindo para sua inserção proativa na sociedade.

O 123 Alô! E os marcos legais
Atende ao direito da criança à livre comunicação e expressão de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, a Convenção Internacional dos Direitos da Criança e as recomendações do Comitê dos Direitos da Criança da ONU para o Brasil.

Atende às recomendações da Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação (Tunísia: novembro, 2005) e ao Estudo da Violência contra as Crianças das Nações Unidas (agosto, 2006) que colocam a infância e adolescência como foco de ação prioritária e destacam a importância da participação cidadã deste público.

A equipe do 123Alô! é composta por profissionais de diferentes formações, todos com larga experiência na área da criança e do adolescente, favorecendo um atendimento qualificado e a possibilidade de acolher diferentes demandas desse público específico.


Como funciona?

O 123Alô! - A voz da criança e do adolescente promove a comunicação através de um serviço telefônico ou por internet, possibilitando um acesso fácil e gratuito. O atendimento acolhe as expressões, os posicionamentos, as emoções, dúvidas, os pedidos de ajuda, além de oferecer informações e orientações às crianças e aos adolescentes que entram em contato com o serviço. 

O 123Alô! garante a confidencialidade. No serviço telefônico, em hipótese alguma faz ligações, nem mesmo de retorno, para quem o acessa. O atendimento pela internet também preserva a identidade da criança ou adolescente caso eles não queiram se identificar.

O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 08h às 20h, exceto feriados.

O atendimento é feito por uma equipe interdisciplinar, continuamente capacitada, que tem como ações permanentes: 

•  oferecer escuta qualificada a todas as crianças e adolescentes que busquem o atendimento por motivações diversas;

•   encaminhar aos serviços de atendimento especializados da rede de atenção à criança e ao adolescente, quando necessário e possível, potencializando assim a articulação dos órgãos que integram o Sistema de Garantia de Direitos (SGD);

•  gerar informações através de banco de dados próprio contribuindo para o desenvolvimento de políticas públicas;

•  desenvolver uma metodologia que favoreça a replicação nacional do serviço;

•    realizar encontros com crianças e adolescentes, em seus locais de convivência, para sensibilizá-los, divulgar e avaliar o serviço visando garantir sua qualidade e aprimoramento.


Temas abordados

Dentre os principais temas abordados pelas crianças e adolescentes em nossos atendimentos, podemos citar: informações; relacionamentos; cotidiano; sexualidade; educação; violência extrafamiliar e intrafamiliar.


Parceiros

 implantação do 123Alô! - A voz da criança e do adolescente foi viabilizada com o investimento da Ursula Zindel-Hilti Foundation, assim como do Instituto Embratel, da Rebouças & Associados e da PricewaterhouseCoopers. Em sua continuidade recebe o apoio da Insight Consulting. Todas essas instituições fazem parte do Conselho Gestor.

Conta também com a colaboração continuada dos parceiros que fazem parte do Conselho Consultivo do 123Alô!: ASHOKA Brasil-Paraguai, Associação Saúde Criança, Evangelina e Arte Contemporânea, CDI – Centro de Democratização da Informática, Fundação Xuxa Meneghel, Instituto Promundo, Terra dos Homens.


Parcerias estratégicas

Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República/ Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente - CONANDA.

Secretaria Municipal de Educação e MULTIRIO.

UNICEF - Escritório Rio.








www.noos.org.br/123alo



 Fontes
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

JURAMENTO DE HIPÓCRATES



"Eu juro, por Apolo, médico, por Esculápio, Higeia e Panaceia, e tomo por testemunhas todos os deuses e todas as deusas, cumprir, segundo meu poder e minha razão, a promessa que se segue: estimar, tanto quanto a meus pais, aquele que me ensinou esta arte; fazer vida comum e, se necessário for, com ele partilhar meus bens; ter seus filhos por meus próprios irmãos; ensinar-lhes esta arte, se eles tiverem necessidade de aprendê-la, sem remuneração e nem compromisso escrito; fazer participar dos preceitos, das lições e de todo o resto do ensino, meus filhos, os de meu mestre e os discípulos inscritos segundo os regulamentos da profissão, porém, só a estes.
Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém. A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda. Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva.

Conservarei imaculada minha vida e minha arte.

Não praticarei a talha, mesmo sobre um calculoso confirmado; deixarei essa operação aos práticos que disso cuidam.
Em toda a casa, aí entrarei para o bem dos doentes, mantendo-me longe de todo o dano voluntário e de toda a sedução sobretudo longe dos prazeres do amor, com as mulheres ou com os homens livres ou escravizados.
Àquilo que no exercício ou fora do exercício da profissão e no convívio da sociedade, eu tiver visto ou ouvido, que não seja preciso divulgar, eu conservarei inteiramente secreto.
Se eu cumprir este juramento com fidelidade, que me seja dado gozar felizmente da vida e da minha profissão, honrado para sempre entre os homens; se eu dele me afastar ou infringir, o contrário aconteça".


— Hipócrates



quarta-feira, 23 de novembro de 2011

ODONTOLOGIA - DENTES BRANCOS E SEM DOR

Clareamento Dental - caso clínico 1



Com algumas precauções é possível realizar o clareamento dental com segurança e minimizar a sensibilidade

Uma queixa muito freqüente dos pacientes submetidos ao clareamento dental é a sensibilidade. Hoje existem várias técnicas disponíveis, com resultados excelentes, porém a questão sensibilidade continua sendo um problema para algumas pessoas.

 
De acordo com o professor da Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas, José Mandia Jr. , para que o desconforto seja mínimo ou inexistente, o clareamento deve ser feito de forma lenta, observando-se a reação que causa no paciente, tanto no que diz respeito à eficácia, como ao grau de sensibilidade.

 
“Pode-se também utilizar logo após o clareamento soluções desensibilizantes à base de fluoreto de sódio e nitrato de potássio”, diz o especialista, que explica que a intenção é chegar ao melhor resultado minimizando o desconforto e com segurança.

 
O processo de clareamento

 
O clareamento na verdade é uma reação química. As substâncias vão liberar oxigênio, que é um radical livre. Dentro do dente existem os pigmentos que levaram ao escurecimento dental. O oxigênio penetra no dente e quebra a cadeia de pigmentos em pequenas moléculas que são eliminadas por processo de difusão, isto é, uma reação química de oxidação que converte os pigmentos em dióxido de carbono e água.

 
O dente é permeável e o efeito é cumulativo, portanto a cada seção o dente vai clareando cada vez mais até eliminar toda pigmentação.

 
Tanto para o dente ficar protegido quanto em relação à sensibilidade é importante realizar o clareamento lentamente.

 
No clareamento doméstico o paciente irá utilizar uma moldeira, na qual colocará o gel clareador, de peróxido de carbamida, em concentração que varia de 10 a 20 por cento.

 
Deve-se utilizar a moldeira com o gel pelo período de uma hora. De dia ou de noite, durante duas semanas em média.

 
No clareamento em consultório será utilizado um gel de peróxido de hidrogênio em alta concentração, ou seja, 35 por cento podendo-se associá-lo ou não ao uso do laser.


 
Dr. José Mandia Jr. é cirurgião-dentista, especializado em Prótese Dental, Dor e Disfunção Têmporo Mandibular, Estética Dental e Professor da Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas.



Clareamento Dental - caso clínico 2

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terça-feira, 8 de novembro de 2011

CAMPANHA NACIONAL CONTRA O CÂNCER DE BOCA




Atualmente, este é o quinto tipo mais comum de câncer entre os homens. De acordo com o INCA Instituto Nacional do Câncer, os dados de 2010 revelam 14.120 novos casos, dos quais 10.330 são homens e 3.790 mulheres. Por isso, a prevenção e o diagnóstico precoce são ações simples que podem evitar essas situações drásticas.










ABRACE ESSA CAUSA, EU ABRACEI!




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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

DIA DO "DENTISTA"





Ser dentista é ... permanecer sério enquanto a paciente se debate como uma tartaruga virada ao tentar levantar pra cuspir.

Ser dentista é ... ouvir o paciente dizer com a cara mais lambida que o braquete quebrou enquanto ele tomava sopa.

Ser dentista é ... acordar de madrugada para abrir o dente e tirar a dor daquele paciente que está enrolando para te pagar o término do tratamento há 3 anos.

Ser dentista é ... remover do meio dos dentes de alguns pacientes, carne suficiente para acabar com a fome na África.

Ser dentista é ... ver o paciente, até babando de tão anestesiado, dizer que a anestesia não pegou.

Ser dentista é ... poder falar para uma pessoa que ela tem mau hálito sem que ele se ofenda.

Ser dentista é ... ver todos os jornais homenageando no dia 18 de Outubro os médicos pelo seu dia, e uma semana depois anunciando que dia 25 de Outubro é o 
dia do macarrão

Ser dentista é ... tirar aquela dentadura que não é escovada tem 6 meses da boca do paciente e ainda ter estômago para almoçar depois.

Ser dentista é ... lutar contra seus instintos e tentar não olhar o cofrinho da paciente enquanto ela cospe.

Ser dentista é ... dar o preço para extrair um dente que parecia ser simples, gastar 2 horas para conseguir, e ser obrigado a manter o valor combinado.

Ser dentista é ... estar no mercado, na fila do açougue, e ser abordado por um conhecido, que já abrindo a boca, te pede para dar uma olhadinha pra ver se o dente do "cisne" tá nascendo.

Ser dentista é ... gastar meia hora explicando, de novo, o porque da dentadura inferior não estar firme como a superior.

Ser dentista é ... levar susto com a ânsia de vômito que aquele paciente tem sempre que o espelho clínico toca o céu da boca.

Ser dentista é ... aturar o filho daquela paciente que insiste em vir junto nas consultas e, enquanto espera, consegue destruir todas as revistas da recepção.





Antônio M. Rocha






Cirurgião Dentista




Mesmo o texto expondo alguns pontos do nosso dia-a-dia, tenho que ser justo. 
Ser dentista é muito bom e gratificante. Poder ajudar no alívio da dor, poder contribuir para melhoria do sorriso e que reflete significamente na autoestima do cliente.
Mesmo com tantos problemas que enfrentamos, devemos lutar sempre para se ter saúde, saúde bucal e respeitar uns aos outros para vivermos em harmonia e em paz.

Ser dentista é ergonomicante fascinante!!!

Parabéns a todos os Cirurgiões Dentistas pelo nosso dia e busquemos sempre melhorias para a classe, para a Odontologia e a população.


André Ribeiro



PARABÉNS A TODOS OS QUE FAZEM DA ODONTOLOGIA UMA ARTE!



Fontes
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