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domingo, 13 de maio de 2012

CATÓLICOS: NOSSA SENHORA DE FÁTIMA




Oração a Nossa Senhora de Fátima

Santíssima Virgem, que na Cova da Iria vos dignastes aparecer a três humildes pastorinhos e lhes revelastes os tesouros de graças contidos na reza do Terço, incuti profundamente em nossa alma o devido apreço em que devemos ter por esta devoção, para Vós tão querida, a fim de que, meditando os mistérios da nossa Redenção, aproveitemos de seus preciosos frutos e alcancemos as graças... Que vos pedimos nesta devoção, se forem para maior glória de Deus, honra vossa e salvação de nossas almas.
Amém.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

DEUS EXISTE?


Deus e a humanidade


Este texto se refere à um suposto debate entre um aluno e um professor de uma Universidade de Berlim, esse aluno foi professor mais tarde  por volta de 1914 nessa mesma Universidade.

Se é verdade ou não o acontecido,o suposto debate, porém, também não se pode esquecer que essa “grande pessoa” (aluno em questão) era também um humanista judeu e acreditava sim em Deus.

Desconheço a autoria e a veracidade, mas é um texto publicado e circula.  A mim, o que vale aqui, não é a autoria do mesmo, mas sim seu conteúdo.

Não desejo, em momento algum me promover, mas sim trazer novamente à  tona a imagem do Deus do Bem e do Amor, independente de religião ou crença.

                                     ______________________________________


Alemanha
Início do século XX.

Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com esta pergunta:

“Deus criou tudo o que existe?”

Um aluno respondeu valentemente: “Sim, Ele criou.”

“Deus criou tudo?” Perguntou novamente o professor
.
“Sim senhor”, respondeu o jovem.

O professor respondeu: “Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?”
O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era um mito.

Outro estudante levantou a mão e disse: “Posso fazer uma pergunta, professor?”
“Lógico.” Foi a resposta do professor.

O jovem ficou de pé e perguntou:“Professor, o frio existe?”

“Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?”

O rapaz respondeu:

“De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é susceptível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia.
O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor”

“E, existe a escuridão?” Continuou o estudante.

O professor respondeu: “Existe.”

O estudante respondeu:

“Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz.

A luz pode-se estudar, a escuridão não!

Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes longitudes de ondas.

A escuridão não!

Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz.Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na
uantidade de luz presente nesse espaço, não é assim?Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente”

Finalmente, o jovem perguntou ao professor: “Senhor, o mal existe?”

O professor respondeu:

“Claro que sim, lógico que existe, como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal.”

E o estudante respondeu:

“O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores, o mal é uma definição que o omem criou para descrever a ausência de Deus.
Deus não criou o mal.
Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz.
O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações.
É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.”

Por volta dos anos 1900, este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça permanecendo calado…
Imediatamente o diretor dirigiu-se àquele jovem e perguntou qual era seu nome?

E ele respondeu:

“ALBERT EINSTEIN.”

Albert Einstein

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Observação: Se alguém souber a autoria desse texto, favor me informar para dar os dévidos créditos. Obrigado. 

André Ribeiro


Fonte das imagens
Google Imagens

quinta-feira, 5 de abril de 2012

PAIXÃO DE CRISTO

O que é a Paixão de Cristo



A Paixão de Cristo é a narrativa do calvário de Jesus desde o momento em que ele é preso no Monte das Oliveiras, após a realização da última ceia com os apóstolos, até a sua morte na cruz. Na mesma noite em que é preso sob ordem de Caifás, o sumo sacerdote e maior autoridade do povo judeu, ele é julgado de forma sumária pelo Sinédrio, conselho dos anciões e suprema corte judaica. 

Acusado de blasfemo por se apresentar como o Rei de Israel, Jesus é condenado à morte. Como a região da Judéia estava sob domínio do Império Romano, caberia a Pôncio Pilatos, autoridade máxima romana na região, aplicar a punição. Pilatos, em função da proximidade da Páscoa, ofereceu a possibilidade de suspensão da condenação de Jesus, mas a multidão que estava no local incitada pelos sacerdotes preferiu que a liberdade fosse dada a Barrabás, um ladrão e assassino também condenado à morte.

A partir da sentença proferida de forma definitiva por Pilatos, Jesus teria passado pelos flagelos que os romanos impunham aos condenados. Entre eles, ser açoitado pelo flagellum taxillatum, espécie de chicote com três ramais que terminavam em bolas de metal com relevos e unidas por arame, e carregar até o local da crucificação a trave horizontal da cruz. A paixão de Cristo é principalmente essa passagem das últimas horas da vida de Jesus, da última ceia até a sua morte na cruz, quando seu sofrimento teria sido uma prova de sua doação total e incondicional para redimir os pecados da humanidade, segundo os preceitos da Igreja Católica.

Mas os eventos da Semana Santa rememoram outros acontecimentos importantes em torno da paixão de Cristo. Eles começam no domingo de Ramos que relembra a chegada de Jesus a Jerusalém, na semana da Páscoa judaica. Para receber Jesus, que vinha da Galiléia, o povo teria cortado ramos de árvores e folhas de palmeiras para forrar o chão onde ele teria passado montado num jumento. Também segurando folhas de palmeiras, parte da população de Jerusalém o teria saudado como rei dos judeus, filho do rei Davi e messias. 

Tal recepção teria feito com que sacerdotes e autoridades locais vissem em Jesus uma ameaça ao seu poder. Nesse mesmo domingo, ao chegar ao Templo Sagrado, Jesus teria se indignado com a presença de mercadores no local. A semana da Páscoa judaica levava milhares de pessoas a Jerusalém e ao Templo, onde faziam suas oferendas e rituais junto aos altares sagrados. Era uma oportunidade de ouro para os mercadores fazerem seus negócios. Mas Jesus os teria considerado profanadores e procurou afastá-los dali. A Semana Santa, que começa com o domingo de Ramos e tem na Sexta-Feira Santa a celebração da paixão de Cristo, encerra-se com o domingo de Páscoa, que relembra o que teria sido a ressurreição de Jesus Cristo.



Crucificação de Jesus Cristo



Fontes
Google Imagens

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

O DRAGÃO CHINÊS

Em 23 de janeiro de 2012 começou o ANO NOVO CHINÊS: ANO DO DRAGÃO


Dragão chinês


O dragão chinês é uma criatura mitológica das mais importantes da mitologia chinesa. É considerada a mais poderosa e divina criatura e acredita-se que seja o regulador de todas as águas. O dragão simbolizava grande poder e era apoio de heróis e deuses. Um dos mais famosos na mitologia chinesa é Yinglong. Diz-se ser o deus da chuva. Pessoas de diferentes lugares rezam para ele a fim de receber chuva. Na mitologia chinesa, acredita-se que os dragões possam criar nuvens com sua respiração.
Dragão (long em chinês, yong ou ryong em coreano, e ryu em japonês) segundo a mitologia chinesa, foi um dos quatro animais sagrados convocados por Pan Ku (o deus criador) para participarem na criação do mundo.
É enormemente diferente do ocidental, sendo um misto de vários animais místicos tendo 9 características que são facilmente observáveis cabeça semelhante à de um camelo, chifres de cervo, olhos de coelho, orelhas de touro, barriga de sapo, escamas de carpa, patas de tigre e garras de águia. Ele possui, ainda, um par de dentes caninos longos, feitos para tatear o fundo dos lagos que freqüenta. O número de garras é determinante das tradições de onde eles são oriundos: dragões com cinco garras são chineses, com quatro são coreanos ou indonésios, com três, japoneses e os  que carregam uma pérola numa das patas chamada de Yoku (元氣) pela antiga lenda chinesa – “dragão das águas marinhas”. Os dragões de cinco garras simbolizam o poder e, na China, recebem o nome de dragões imperiais. Há séculos, inclusive, um decreto imperial proibia qualquer pessoa, à exceção do imperador, de utilizar túnicas com a representação do dragão de cinco garras. Os faltosos poderiam ser condenados à morte. Representa a energia do fogo, que destrói mas permite o nascimento do novo. (a transformação). Muitos chineses frequentemente usam o termo “descendentes do dragão” (龍的傳人) como um símbolo de identidade étnica. Embora esta tendência tenha começado somente quando diferentes nacionalidades asiáticas procuravam símbolos animais para reapresentações na década de 70. O lobo foi usado entre os mongóis, o macaco entre os tibetanos.
O dragão desempenha um papel significativo na cultura chinesa. Os antigos acreditavam ser o dragão um descendente dos céus, com poder para governar o cosmo em sua totalidade céu e terra. O dragão, representando vida longa e prosperidade, foi geralmente associado ao poder do imperador chinês.
Apesar de encarado como uma entidade de grande bondade, inverso do associado aos dragões ocidentais. O dragão, se ofendido, poderia causar desastres naturais ou eclipses solares. Para manter os dragões satisfeitos, os chineses preparavam grandes festivais pedindo por paz e riqueza. A dança do dragão, um antigo ritual de ano novo, é realizada para afastar os maus espíritos e chamar riqueza. As cores dos dragões chineses variam muito; os dragões do tipo Chiao, por exemplo, têm as costas listadas em verde e branco, os lados em amarelo e a barriga vermelha; outros dragões variam do verde ao dourado. A pérola – Normalmente os dragões chineses são representados com uma pérola junto à boca, entre as garras ou sob o queixo. Aparentemente, a pérola é o elemento que lhe dá força, permitindo que eles subam aos céus. Há quem afirme que, simbolicamente, o dragão representa o elemento masculino yang e a pérola ou representado pela figura de Fenghuang (parecida com a fenix da cultura ocidental), o feminino yin.
Quem assisti ou assistiu pokemon ja viu o magicarp que evolui para um dragão, eles tiraram de uma lenda onde descreve que alguns dragões teriam nascido como carpas, como esses peixes saltam com extrema habilidade pelas corredeiras dos rios, acredita-se que alguns deles se transformem em peixes-dragão. Há, inclusive, um ditado chinês para indicar o sucesso de uma empresa que fala de peixes e dragões: A carpa atravessou o portal do dragão.

Dragão da prosperidade

Fontes
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

REIS MAGOS

Os Três Reis Magos ou simplesmente Magos, são personagens da narrativa cristã que visitaram Jesus após seu nascimento (Evangelho de Mateus). A Escritura diz uns magos, que não seriam, portanto, reis nem necessariamente três e, sim, talvez, sacerdotes da Pérsia ou conselheiros. Como não diz quantos eram, diz-se três pela quantia dos presentes oferecidos.


Bechior, Baltazar e Gaspar


     Os "magos", que vinham do Leste de Jerusalém levando em oferenda a Jesus ouro, incenso e mira, não eram reis. Julga-se que terá sido Tertuliano de Cartago, que no início do 3.º Século terá escrito que os Magos do Oriente eram reis. O motivo parece advir de algumas referências do Antigo Testamento, como é o caso do Salmo 68:29: "Por amor do Teu Templo em Jerusalém, os reis te trarão presentes."

     O incenso pode representar a fé, pois o incenso é usado nos templos para simbolizar a oração que chega a Deus assim como a fumaça sobe ao céu (Salmos 141:2). A mirra, resina antiséptica usada em embalsamamentos desde o Egito antigo, nos remete ao gênero da morte de Jesus, o martírio, sendo que um composto de mirra e aloés foi usado no embalsamamento de Jesus (João 19: 39 e 40), simbolicamente, representava a imortalidade. O ouro pode representa a realeza (além providência divina para sua futura fuga ao Egito, quando Herodes mandaria matar todos os meninos até dois anos de idade de Belém).


Os três Reis Magos


A visita, relatada no Evangelho de São Mateus, não traz tantos detalhes, mas, ao longo dos séculos, foi-se acrescendo a esse episódio uma série de dados que deram ao perfil peculiar a essas três figuras. Primeiro se acreditou que eram sábios astrólogos, membros da classe sacerdotal de alguns povos orientais, como os caldeus, os persas ou os medos.

    A partir do século 6, porém, a Igreja passou a considerá-los reis e lhes nomeou pessoalmente, atribuindo a cada um deles características próprias. Assim, Melchior (quer dizer: “Meu Rei é Luz”) seria o representante da raça branca, européia, e dos descendentes de Jafé (terceiro filho de Noé e pai dos europeus); Baltasar (se traduz por “Deus manifesta o Rei”) representaria a raça amarela, habitante da Ásia e descendente de Sem (filho de Noé e pai dos asiáticos), enquanto Gaspar (significa “Aquele que vai inspecionar”) pertenceria à raça negra, proveniente da África e que teria como ascendente Cam (filho de Noé e pai dos africanos). O Evangelho quis nos mostrar com essa peça literária que, mesmo povos distantes e de culturas diferentes reconhecem em Jesus o Messias, o salvador do mundo. 

Os "magos" eram sacerdotes astrólogos, talvez seguidores do Zoroastrismo. Eram considerados "Sábios", e por isso, conselheiros de reis. Podiam ter vindo da Babilônia, mas não podemos descartar a Pérsia (Irão). São Justino, no 2.º Século, considera que os Magos vieram da Arábia. Quantos eram e os seus nomes, não foram revelados nos Evangelhos canônicos. Os nomes de Gaspar, Melchior e Baltazar constam dos Evangelhos Apócrifos. Deduz-se terem sido 3 magos, em vista dos 3 tipos de presentes. Tampouco se menciona em que animais os Magos vieram montados.

     Outro fator muito importante tem a ver com a existência de uma grande comunidade de raiz judaica na antiga Babilônia, o que sem dúvida teria permitido o conhecimento das profecias messiânicas dos judeus, e a sua posterior associação de simbolismos aos fenômenos celestes que ocorriam.

     Assim os magos sabendo que se tratava do nascimento de um rei, foram ao palácio do cruel rei Herodes em Jerusalém na Judéia. Perguntaram eles ao rei sobre a criança. Este disse nada saber. Herodes alarmou-se e sentiu-se ameaçado, e pediu aos magos que, se o encontrassem, falassem a ele, pois iria adorá-lo também, embora suas intenções fossem a de matá-lo. Até que os magos chegassem ao local onde estava o menino, já havia se passado algum tempo, por causa da distância percorridas, assim a tradição atribuiu à visitação dos Magos o dia 6 de janeiro.


Símbolo natalino - Reis magos


    "Sendo por divina advertência prevenidos em sonho a não voltarem à presença de Herodes, regressaram por outro caminho a sua terra" (Mt 2, 12). Nada mais a Escritura diz sobre essa história cheia de poesia, não havendo também quaisquer outros documentos históricos sobre eles.



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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

A HISTÓRIA DO NATAL

Origem do Natal e o significado da comemoração


O Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do Natal.

As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Belém e entregarem os presentes (ouro, mirra e incenso) ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam montar as árvores e outras decorações natalinas no começo de dezembro e desmontá-las até 12 dias após o Natal.

Do ponto de vista cronológico, o Natal é uma data de grande importância para o Ocidente, pois marca o ano 1 da nossa História.


Nascimento de Jesus Cristo



A Árvore de Natal e o Presépio


 Em quase todos os países do mundo, as pessoas montam árvores de Natal para decorar casas e outros ambientes. Em conjunto com as decorações natalinas, as árvores proporcionam um clima especial neste período.

Acredita-se que esta tradição começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua casa. Além das estrelas, algodão e outros enfeites, ele utilizou velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta.

Esta tradição foi trazida para o continente americano por alguns alemães, que vieram morar na América durante o período colonial. No Brasil, país de maioria cristã, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares, pois, além de decorar, simbolizam alegria, paz e esperança.

O presépio também representa uma importante decoração natalina. Ele mostra o cenário do nascimento de Jesus, ou seja, uma manjedoura, os animais, os reis Magos e os pais do menino. Esta tradição de montar presépios teve início com São Francisco de Assis, no século XIII. As músicas de Natal também fazem parte desta linda festa.
  

A Árvore e a ceia de Natal



O Papai Noel : origem e tradição

Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.

Foi transformado em santo (São Nicolau) pela Igreja Católica, após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.

A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos, ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de PAPAI NOEL e em Portugal de Pai Natal.


Papai Noel Cristão


A roupa do Papai Noel 

Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano.

Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.



Curiosidade: o nome do Papai Noel em outros países

- Alemanha (Weihnachtsmann, O "Homem do Natal"), Argentina, Espanha, Colômbia, Paraguai e Uruguai (Papá Noel), Chile (Viejito Pascuero), Dinamarca (Julemanden), França (Père Noël), Itália (Babbo Natale), México (Santa Claus), Holanda (Kerstman, "Homem do Natal), POrtugal (Pai Natal), Inglaterra (Father Christmas), Suécia (Jultomte), Estados Unidos (Santa Claus), Rússia (Ded Moroz).





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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

CONTINUE ASSIM MESMO...

Madre Teresa de Calcutá



Muitas vezes as pessoas são egocêntricas, ilógicas e insensatas.
Perdoe-as assim mesmo.


Se você é gentil, as pessoas podem acusá-lo de egoísta, interesseiro.
Seja gentil assim mesmo.


Se você é um vencedor, terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros.
Vença assim mesmo.


Se você é honesto e franco, as pessoas podem enganá-lo.
Seja honesto assim mesmo.


O que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma  hora para outra.
Construa assim mesmo.


Se você tem PAZ, é feliz, as pessoas podem sentir inveja.
Seja feliz assim mesmo.


Dê ao mundo o melhor de você, mas isto pode nunca ser o bastante.
Dê o melhor assim mesmo.


Veja você que, no final das contas, é entre você e DEUS, nunca entre você e as outras pessoas.



(Madre Teresa de Calcutá)






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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

A FÉ

"Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem". - Hebreus 11:1







Não creio que possa haver melhor definição para a fé do que as próprias escrituras nos fornecem em Hebreus. Primeiramente, as escrituras nos apontam para uma certeza de que sucederá o que esperamos; e, em seguida, nos apontam, mais claramente ainda, na direção de que nossa esperança e convicção devem ser baseadas em fatos.





Esta é uma palavra chave para o entendimento da fé: "FATOS". Assim, antes de entendermos o que é fé, precisamos entender o que é um fato. Apresentando a fé como convicção de fatos que se não vêem. Fato é uma verdade absoluta, real, existente, inequívoca, incontestável, declarada. Contudo, podemos, e devemos, entender os fatos de uma forma mais simples do que uma pura definição com aspecto de dicionário, e também mais escritural. Vamos então aprender um pouco com as próprias escrituras sobre o que é um fato. 



"No princípio era o "Davar" (verbo ou palavra), e o "Davar" estava com ULHIM, e o "Davar" era ULHIM. Ele estava no princípio com ULHIM. Todas as coisas foram feitas por intermédio dEle, e, sem Ele, nada do que foi feito se fez". - Yaohukhánan (corrompido como 'João') 1:1-3



Primeiramente, precisamos deixar claro que este texto de Yaohukhánan (corrompido como 'João') está claramente se referindo ao Messias YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA) como o Davar de YAOHUH UL (IÁORRU UL), ou seja, a Palavra de YAOHUH UL (IÁORRU UL). Não somente pelo fato de "estar com", mas, principalmente, pelo fato de "ser" ULHIM (a Cúpula Criadora Triuna). YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA) o Messias, o "Davar-YAOHUH (Davar-IÁORRU)" ou "Palavra de YAOHUH (IÁORRU)", com a Triunidade e como parte da Triunidade. Que vemos de tão importante neste texto com relação a fatos? Tudo!!! 



Este texto nos mostra que todas as coisas foram criadas por Ele. Isso já nos esclarece que qualquer coisa que exista e seja real, inequívoca, verdadeira, concreta, seja física ou espiritual, foi criada por Ele. Ora, o texto ainda vai além disso. Ele diz que "sem Ele, nada do que foi feito se fez", o que nos esclarece, mais ainda, quanto ao fato de não haver mais de um Criador, ou fatos reais existentes feitos por outro que não Ele somente.



Curiosamente, apesar do conceito de fé existir nas escrituras desde os primeiros dias da raça humana, a palavra "fé", do hebraico "emuná", só é traduzida pela primeira vez nas escrituras, com este sentido, no livro de Habakuk conforme aparece abaixo: 




Habakuk 2:4
"Eis aqui um soberbo, sua alma não é reta nele; e um justo (que) em sua fé viverá".






Fontes:
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