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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

DIA DO CIRURGIÃO DENTISTA

Foto: André Henrique Ribeiro
Nada mais justo que hoje abrir aquele sorriso para homenagear os cirurigões dentistas pelo seu dia, pela dedicação, responsabilidade e talento. Aos profissionais que fazem da Odontologia uma expressão de sabedoria, conhecimento, valor e respeito, porque assim teremos uma Odontologia cada vez melhor e pessoas com belos sorrisos, para construir alegrias e qualidade de vida.


Parabéns a todos(as) os(as) cirurgiões (ães) dentistas que como eu primam sempre pela qualidade, respeito e valorização.

André Ribeiro

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Problemas Cardíacos e Gengivite


Existe alguma ligação entre gengivite e problemas cardíacos?


Em geral, os dados indicam que a gengivite crônica pode contribuir para o desenvolvimento de problemas cardíacos. Como isso acontece? A gengivite é uma infecção bacteriana que pode ter efeitos à distância da sua boca. Com relação a problemas cardíacos, há uma teoria que diz que a gengivite permite às bactérias entrarem na corrente sangüínea e aderir aos depósitos de gordura existentes nos vasos do coração. Isto pode causar coágulos e provocar um problema cardíaco.

O relatório do Ministério da Saúde dos Estados Unidos sobre saúde bucal afirma que a saúde bucal é parte integrante da saúde geral. Por isso, escove os dentes, use fio dental e vá ao dentista regularmente.



Com relação à saúde bucal, existem recomendações especiais para quem tem problemas cardíacos?


Para uma perfeita saúde bucal, você deve:

Manter sua boca saudável. Isto é, escovar os dentes, usar fio dental diariamente e consultar o dentista regularmente;
Informe seu dentista a respeito de seu problema de saúde geral;
Siga com cuidado as instruções do dentista e de seu médico e use os medicamentos - como antibióticos, por exemplo - de acordo com as indicações.



Os procedimentos dentários oferecem algum risco a quem tem problemas do coração?


Se você tiver certos problemas cardíacos, existe a possibilidade de você desenvolver uma endocardite bacteriana, uma infecção do revestimento interno do coração ou das válvulas. Um sangramento na boca pode permitir que certas bactérias bucais entrem no sistema sangüíneo e atinjam as válvulas ou tecidos que foram enfraquecidos por um problema cardíaco préexistente. Nesses casos, a infeção pode danificar ou mesmo destruir as válvulas e os tecidos do coração.

Há precauções que você deve tomar se estiver enquadrado em algum dos itens abaixo:

Válvulas artificiais;
Histórico de endocardite;
Defeitos cardíacos congênitos;
Válvulas cardíacas danificadas por problemas como, por exemplo, febre reumática;
Prolapso da válvula mitral com sopro;
Miocardiopatia hipertrófica.

Não deixe de conversar com seu cirurgião dentista sobre qualquer problema cardíaco que estiver sentindo e os medicamentos que está tomando. Ele anotará essas informações em seu prontuário e tomará decisões sobre o seu tratamento dentário em conjunto com o seu médico.



Fontes:
http://www.colgate.com.br/app/Colgate/BR/HC/Products/FabricConditioner/Ola.cvsp
http://www.drashirleydecampos.com.br/
http://saudebucalonline.blogspot.com/2009/07/gengivite.html

domingo, 22 de agosto de 2010

Odontologia: Piercing na língua é prejudicial diz estudo.

Usar piercing na língua entorta os dentes

Pesquisa nos EUA indica que pessoas criam mania de "brincar" com a joia na boca





Um estudo feito pela Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, indica que usar piercing na língua pode fazer com que os dentes da frente se entortem e tenham um espaço considerável entre eles. O motivo, de acordo com os pesquisadores, é o fato de os usuários forçarem a joia, principalmente as que tem formato de bastão, contra os dentes.

Sawsan Tabbaa, principal autor do estudo, diz que se trata de uma regra básica da ortodontia, segundo a qual esse tipo de força, com o tempo, faz com que os dentes se movam. Uma pesquisa anterior da universidade, feita com alunos de ensino médio da cidade, já havia indicado que os adolescentes com piercing na língua adquirem o hábito de tocar a parte de trás dos dentes com a joia e também colocá-la entre eles.





Os pesquisadores analisaram o caso de uma jovem de 26 anos que tinha um grande espaço entre seus dentes incisivos centrais - era comum que ela colocasse a "bolinha" do acessório entre os dentes. Ela, que usava um piercing há sete anos, não tinha esse problema antes da colocação do produto, diz o pesquisador.

- O haltere do piercing nunca é retirado porque a língua é muito vascularizada e remover o piercing pode fazer com que o furo se feche. Então faz todo o sentido constatar que forçar o piercing todos os dias contra os dentes vai fazer com que eles se movam.





Você quer isso para você?


Fontes:
http://www.odontologiahoje.com.br/
http://semcontosdereis.blogspot.com/2010/05/piercing-na-lingua.html
http://www.mulherbeleza.com.br/piercing/piercing-na-lingua-fotos/attachment/piercing/

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Odontologia: Tabaco é o maior fator de risco para Câncer de boca




Tabaco é o maior fator de risco para câncer de boca



O câncer de boca atinge prioritariamente os homens, justamente porque eles ainda fumam muito mais que as mulheres.

A grande preocupação por parte dos profissionais da área de saúde vem sendo a prevenção dessa doença, visto que num estágio visível a todos, que seria III ou IV, a doença não tem mais cura, fato que chega a 60% dos casos.

Para isso não acontecer é preciso, então, que se suspeite de sinais iniciais como manchas esbranquiçadas ou avermelhadas ou ulcerações (feridas) assintomáticas (sem dor) persistentes (mais de 15 dias).

O câncer de boca mais comum, representando cerca de 90 a 95% das neoplasias malignas ocorridas nessa região, é o carcinoma epidermóide, ou carcinoma espinocelular, ou ainda, carcinoma de células escamosas.

Ele pode se apresentar como uma ulceração (ferida) que não cicatriza nas seguintes regiões da boca: Lábio superior ou inferior, língua, glândulas salivares, gengiva, assoalho da boca, mucosas das bochechas, palato (céu da boca), úvula ("campainha").

Existem fatores ambientais que podem predispor ao aparecimento do câncer bucal. Dentre eles destacam-se o tabagismo (fumo), etilismo (ingestão de bebidas alcoólicas) e a exposição ao sol.

O tabagismo responde por cerca de 90% dos casos de câncer bucal. Dependendo do tipo e da quantidade de tabaco usado, os tabagistas apresentam probabilidade 4 a 15 vezes maior de desenvolver a doença.

O alcoolismo, ou etilismo, é responsável pela maioria dos cânceres de língua e assoalho de boca, devido ao maior contato do álcool com essas estruturas. Em indivíduos que bebem e fumam as chances de desenvolver câncer são ainda maiores.

A radiação solar é responsável, principalmente, pelo câncer de lábio inferior, que está relacionado ao tempo de exposição e tipo de pele da pessoa.

A dieta rica em gorduras, álcool e ferro e /ou pobre em proteínas, vitaminas (A, E, C, B2) e alguns minerais, como cálcio e selênio, pode também ser um importante fator de risco.

O consumo habitual de frutas (principalmente cítricas) e vegetais frescos (mais os que possuem betacaroteno, tais como a cenoura e a couve) tem sido considerado um fator protetor de câncer de boca.

CASOS EM QUE SE DEVE SUSPEITAR:

• fumantes e alcoolistas crônicos, com ênfase nas duas dependências presentes.
• pessoas com mais de 40 anos de idade, especialmente desnutridos.
• pessoas de pele clara, que trabalham ao sol com ou sem proteção.
• portadores de próteses dentais mal adaptadas (soltas ou balançando), e/ou dentes fraturados, que machucam os tecidos moles bucais.
• pessoas que apresentam má higiene bucal.
• pessoas que ingerem comidas ou bebidas muito quentes com frequência ou de maneira prolongada (chimarrão, por exemplo).

O QUE PROCURAR NUM AUTO EXAME:

• mudanças de cor na pele e mucosa da boca.
• endurecimentos, caroços, e feridas.
• inchaços ou sangramentos.
• áreas dormentes ou dolorosas.
• dentes quebrados ou moles.



Fontes:
sindimental

http://www.sitemedico.com.br/sm/materias/index.phpmat=1107&PHPSESSID=48e942afea3799e37451aa64ccca19e8
http://dane-p.blogspot.com/2010/04/enrola-me-e-fuma-me.html

terça-feira, 29 de junho de 2010

Curiosidade odontológica: Os egípcios já usavam pasta para os dentes!

Curiosidade odontológica






Egípcios usavam pasta de dentes há 2.400 anos



Uma fórmula egípcia de pasta de dente, que data do século 4 a.C., foi recentemente encontrada em uma coleção de papiros da Biblioteca Nacional de Viena, Áustria.


Os ingredientes incluem sal, menta, pimenta e flor íris seca. Segundo o dentista Heinz Neuman, "ninguém sabia que uma fórmula de pasta dental avançada existisse na antiguidade", disse ao jornal "London Daily Telegraph".

Até então, a receita mais antiga foi encontrada em correspondências entre monastérios trocadas no século 4. A primeira pasta dental comercializada surgiu em 1873. Antes dessa data, as pessoas limpavam os dentes com uma mistura de sabão e água salgada.

História - Segundo Maria Devanir Figlioli, professora adjunta de orientação profissional do Departamento de Odontologia Social da Faculdade de Odontologia de Araraquara, a escova dentária em sua forma primitiva é conhecida há séculos.


Na África, na Índia e na América Latina foram utilizados ramos de arbustos com aproximadamente 20 centímetros de comprimento que eram mastigados, convertendo-se em pincéis utilizados como escovas.


A odontologia deve muito à descoberta do Ebers papyrus transcrito em 1550 a.C. e que trás 811 receitas para a conservação dos dentes.


O papiro é o mais completo e importante dos receituários conhecidos e depois suas conhecimentos foram incorporados à farmacopéia helênica .


Os detergentes dentais então seguiam matérias-primas cuja eficiência era conhecida e outras desconhecidas, como sal comum e gordura.


Para tirar a dor e conservar os dentes, os antigos utilizavam-se de substâncias estranhas e repugnantes como o sêmen de homens e animais, leite de mulher e excrementos humanos e animais.



Fontes:

domingo, 20 de junho de 2010

Medo de ir ao cirurgião dentista?!

Entrevista com o cirurgião dentista Alessandro Gavazzoni sobre o medo de ir ao dentista

Tv transamérica – Medo de ir ao dentista

Eu quero saber um pouquinho sobre esse medo de ir ao dentista, isso e mito, uma lenda urbana ou realmente as pessoas têm medo de ir ao dentista?

Na verdade existe sim esse medo. E algumas pessoas ou situações em que esse medo extrapola, não necessariamente o medo em si ele pode ser justificado inclusive, atualmente uma parcela menor da população, mais ainda existe sim com certeza.
No tempo dos nossos avos, quando pensavam em ir ao dentista e por que eles já estavam com muita dor era porque o caso estava sério, nos dentes, na gengiva até no maxilar, estava realmente em uma situação critica, por causa do medo do dentista e alem do mais naquela época não existiam muitos quer realmente fosse especializados nessa área, como que era isso e como que é hoje em dia?

Bom claro que o medo dos dentistas tem diversas explicações, e uma delas e justamente essa questão de quando as pessoas iam ao dentista, elas iam muito tardiamente e ao invés de fazer uns tratamentos preventivos, que na época os próprios dentistas não tinham essa consciência de prevenção, era mais um tratamento curativo e isso se tornava mais cansativo, trabalhoso e doloroso, pois, a prevenção e muito mais fácil de ser feita do que a parte de cura e quando os vis a voz e ate mesmo a origem da odontologia em si tem muita relação entre dor, e tratamento odontológico por si só. Hoje em dia com técnicas de anestesia, e novas técnicas de procedimentos mesmo, e inclusive ate materiais odontológicos produzidos a cada ano pra facilitar os procedimentos e encurtar o tempo de tratamento, que também faz com que diminua a ansiedade gerada pelo desconhecido pela duvida que a pessoa tenha sobre o que vai ser feito, e o que efetivamente o dentista passa essa informação.

Isso faz com que diminua bastante essa sensibilidade pela questão da ansiedade, também o que tem de novo no mercado existe um aparelho que acaba injetando esse anestésico com mais cuidado, e controle e como se fosse um conta gotas de certa forma, e uma anestesia eletrônica e claro que também não e só o equipamento mais sim toda uma conversa com o dentista antes de efetuar o procedimento, pra deixar a pessoa mais calma, mais tranqüila, pra evitar essa sensibilidade da pessoa.
Alem disso existem técnicas hoje em dia, mais avançadas com relação à área cirúrgica, de confecção de implantes e conseqüentemente de próteses, e um tipo de tratamento mais especifico que foge um pouco dessa área da prevenção e sim uma coisa mais curativa. E que e assim a área de atuação de um dentista, e a mínima possível porque previamente foi feito um planejamento, foi feito uma cirurgia virtual com alguns exames radiográficos, e o auxilio do computador e possível programar com uma exatidão próxima de 100% essa situação, da cirurgia, e se a gente souber previamente o que pode acontecer também e possível prever varias situações então existe esse procedimento de cirurgia virtual, a gente sabe de certas coisas que precisam ser mudadas e tal,assim depois da cirurgia o trauma será menor, o pos operatório será menos sensível, e podemos fazer um tratamento com medicamentos controlados, com medicação via oral, analgésico ou anti inflamatório e possível ter um controle maior de varias situações que depois incomodavam muitas pessoas.

Quais os procedimentos cirúrgicos ou não em que realmente o paciente sente mais dor?
Bom a questão que realmente causa dor e a questão da carie, pois quanto mais perto da raiz do dente for essa carie, faz com que aumente a sensibilidade do dente, então principalmente a carie e uma conseqüência de algum problema que causa mais dor dentro da odontologia, e se não for tratada a tempo a carie vai ser maior, vai ficar mais perto da parte viva do dente, e conseqüentemente o tratamento preventivo acaba não tendo mais eficácia na verdade a parte curativa, e isso traduz na maioria das vezes em precisar fazer o tratamento de canal no dente, que e controlado ate um certo ponto diminuir a sensibilidade nos estágios iniciais, até o dentista conseguir controlar vai causa uma sensibilidade, mais isso também varia de pessoa pra pessoa. Mais acredito que a sensibilidade por carie e muito maior do que a por a remoção de um, dois, três ou quatro dentes de uma vez.

Implantar um dente causa um processo dolorido?

Bom via a regra quanto maior a quantidade de implantes, maior a quantidade de anestésico que vai precisar ser utilizado, se for comparar a remoção de um dente com o implante de um dente, a quantidade que você vai usar de anestésico para o implante, vai ser menor do que para o implante.

Na hora de o dentista dar uma anestesia, o que e importante a pessoa lembrar pro dentista?!

Particularmente hipertensão, diabetes, qualquer problemas entre esses, principalmente não controlados, pois hipertensão e diabetes controlado, a gente encara quase como se fosse um paciente normal, mais qualquer tipo de problema sistêmico e importante passar a informação pro dentista na hora em que ele faz o questionamento medico, pois algum desses remédios que são usados pra controlar a diabetes, ou a hipertensão, pode ter alguma coisa que reaja com o sal anestésico, então isso tem que ser falado, passar o maior numero possível de informações pro dentista.

Doutor, existem pessoas que chegam no seu consultório com muito medo, em que a adrenalina sobe tanto que nem anestesia faz efeito?

Sim existe inclusive, existe até uma síndrome de nome: síndrome do jaleco branco a pessoa, só de ver um jaleco branco, seja da área que for já fica com a descarga de adrenalina endógena fica tão alta, que aumenta o batimento cardíaco, a respiração fica ofegante, e isso e importante em relação a anestesia uma dica na hora da anestesia: e a pessoa tentar respirar fundo tentar pensar em coisas agradáveis, ta na hora isso e complicado mais se a pessoa tentar e o profissional pode ajudar a pessoa , claro que 100% de controle o dentista não tem muito menos a pessoa isso e normal, mais que e possível controlar diluir esses problemas pra pessoa e possível sim, mais a pessoa ficar nervosa, por ir ao dentista e ficar nervosa por saber que vai tomar anestesia, dificulta muito pois com a pessoa mais nervosa faz com que circule mais sangue, graças aos batimentos cardíacos, fazendo com que o tempo de anestesia dure menos do que deveria e o medico não pode prever isso, e assim que o anestésico acaba e a pessoa começa a sentir dor aumenta o stress, aumenta a adrenalina aumenta a circulação, e aumenta a dor.
Então e assim o dentista aplicou a injeção de forma correta, numa quantia correta, mais por causa de uma coisa interna do paciente acaba fazendo com que não dure o tempo que deveria durar, e as vezes o medico esta em uma parte em que ele não pode parar, e infelizmente o paciente vai sentir uma dor que o medico não vai poder controlar naquele momento.


Quais as principais doenças em que o paciente chega ao consultório, com um estado avançado e muitas vezes nem tem conhecimento sobre ela?

As duas principais doenças odontológicas seriam: a carie, pois ela e considerada uma doença, pois e contagiosa. A outra seria a doença periodontal a doença da gengiva que se traduz basicamente em uma ma higienização, seja pelo motivo que for mas essa ma limpeza do local acaba acarretando a uma inflamação da gengiva, e quando a pessoa vai passar fio ou escovar as vezes sangra então ela vendo sangue para de escovar e isso e pior pois a chance de inflamar de novo e grande e também de inflamar o osso em volta, da gengiva também e esse osso inflamando ele vai ser reabsorvido pelo organismo causando o amolecimento do dente, e também a sua perda mais essa doença tem vários estágios e esse e um estado avançado já que acaba causando a perda do dente.


Obs. O texto refere-se a entrevista, esta escrito conforme o cirurgião dentista expos. Boa leitura!

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Odontologia: Relação boca e coração

Escovar pouco os dentes aumenta risco de doenças cardíacas



Gengiva e coração

Pessoas que não escovam os dentes ao menos duas vezes por dia aumentam em 70% as chances de ter doenças cardíacas, de acordo com um estudo da University College London, publicado na última edição da revista especializada British Medical Journal.

O estudo feito nos últimos oito anos com mais de 11 mil adultos da Escócia confirmou pesquisas anteriores que associavam doenças na gengiva a problemas cardíacos.


Entupimento das artérias

Já se sabia que inflamações na boca e nas gengivas têm um papel importante no entupimento de artérias, um dos fatores que levam a doenças cardíacas.

No entanto, esta foi a primeira vez que se confirmou que a frequência da escovação tem influência no risco de doenças cardíacas.

Os participantes do estudo deram informações sobre seus hábitos de higiene oral, bem como se fumavam, faziam atividades físicas e visitas frequentes ao dentista.

Além disso, também foram coletadas amostras de sangue e informações sobre o histórico de cada paciente e de doenças cardíacas na família.


Eventos cardiovasculares

Ao todo, seis em cada dez pessoas afirmaram ir ao dentista uma vez a cada seis meses, e sete em dez afirmaram escovar os dentes duas vezes por dia.

Ao longo dos oito anos de pesquisa foram registrados 555 "eventos cardiovasculares", como infartes, dos quais 170 foram fatais.

Levando em conta fatores que aumentam o risco de doenças cardíacas, como classe social, obesidade, fumo e histórico familiar, os pesquisadores descobriram que aqueles que escovam os dentes duas vezes por dia correm menos riscos.


Higiene bucal e doenças do coração

A pesquisa foi coordenada por Richard Watt, da University College London. Ele afirma que ainda são necessários mais estudos para verificar se a relação entre higiene oral e doenças cardiovasculares é "causal ou meramente um marcador de risco".

O assessor científico da Associação Dentária Britânica, Damien Walmsley, afirmou que ainda não está claro se existe uma relação definitiva de causa e efeito entre higiene oral e doenças cardíacas.

"Qualquer que seja a posição verdadeira, pode-se dizer com certeza que se as pessoas escovarem os dentes duas vezes por dia com pasta de dente com flúor, visitar o dentista regularmente e restringir o consumo de doces à hora da refeição, vai ajudar muito a manter as gengivas e dentes em bom estado por toda a vida."




Fonte: http://www.odontologiahoje.com.br

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Odontologia: Aftas Bucais

AFTAS BUCAIS



Que é uma Afta?

A afta (ou úlcera aftosa) é uma ferida dolorosa que aparece na boca (ocorre em 20% da população). Elas podem aparecer isoladas ou em vários números.

Como aparecem as aftas?

Normalmente, antes de surgirem na boca, apresentam ardência, coceira e uma pequena área avermelhada na região afetada. Nesse local, surge a ferida (úlcera) recoberta por uma mancha esbranquiçada. Elas costumam aparecer nos lábios, na bochecha, língua e raramente na garganta. Essas lesões permanecem por cerca de dez dias e não deixam cicatriz. Em geral, o período de maior desconforto é nos três primeiros dias.

Por que as aftas doem tanto?

As aftas são feridas que deixam o local onde surgem em “carne viva” (causam a exposição de tecido conjuntivo), sem a proteção da pele. Todo alimento (principalmente os mais ácidos, picantes ou salgados) que entra em contato com elas pode provocar dor.

O que causa a afta?

Ainda não há estudos que comprovem a verdadeira causa das aftas, mas sabemos que a baixa na resistência do organismo, ácidos presentes na alimentação, traumas nas bochechas ou lábios, mudanças hormonais nas mulheres, problemas de estômago e estresse podem levar ao aparecimento das feridas.

As aftas são contagiosas?

Não, pois não se trata de doença infecciosa. No entanto, há estudos que afirmem que filhos de pais que apresentam muitas aftas têm maiores chances de apresentar a ferida futuramente.

Uma afta que não sara pode indicar uma doença mais grave?

Sim. O câncer bucal freqüentemente começa como uma ferida na boca. Fique atento, pois ferida na boca que não
cicatriza dentro de 15 dias não é um bom sinal. Procure sempre um cirurgião-dentista para avaliação da lesão. Além disso, algumas doenças infecciosas, como o herpes, e algumas doenças da pele, como o lúpus, podem aparecer na sua fase inicial em forma de feridas na boca.

Qual o melhor tratamento para as aftas?

Não existe um tratamento que resolva “para sempre” o problema das aftas, mas há medidas para prevenir e aliviar a dor quando as aftas surgirem:
- Uma adequada higiene bucal;
- alimentação “não ácida”, suave e fria. Os alimentos picantes e quentes acentuam a dor;
- evitar traumas na boca: mastigue lentamente os alimentos para não morder acidentalmente as “aftas”;
- em alguns casos, o dentista recomenda o uso de medicação via oral, pomada ou medicamento tópico conforme o caso para ajudar curar suas nas aftas.
- enxaguar a boca com uma colher de chá água oxigenada em meio copo com água pode aliviar a dor;
- em caso de dúvidas, procure um dentista para maiores orientações.

Nunca faça nada sem uma orientação profissional, pois isso pode agravar o problema ou gerar um novo!

Dr. Augusto de Sousa e Silva


Fonte: http://www.santaapolonia.com/page17.php


Imagem:

http://www.reclident.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=66&Itemid=67

Odontologia: Câncer Bucal


Casos de câncer bucal aumentam no país
Artigo publicado em 12/04/2010.

Estudo da Faculdade São Leopoldo Mandic apresenta índices ruins

Uma estatística nada animadora na área da saúde e desconhecida entre a maioria dos brasileiros, que pouco se previnem, é a de que o câncer de boca já ocupa o 7º lugar no país em número de casos diagnosticados. As estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA) apontam que apenas em 2010 serão 14.120 novos casos diagnosticados, projetados a partir do número de mortes por câncer de boca registrado em 2007 que atingiu 6.064 pessoas, das quais 4.814 homens e 1.250 mulheres.

Essa quantidade alarmante de diagnósticos apresentados nos últimos anos levou a Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic, de Campinas (SP), a criar um Centro de Tratamento de Doenças da Boca (CTDB) e um Serviço de Patologia para a realização de biópsias e exames anátomo-patológico e citológico, prestando serviço gratuito para toda a população. A Faculdade quer contribuir para o diagnóstico precoce da doença para aumentar as possibilidades de cura e tem cumprido o seu ideal. Somente em 2009, foram atendidos 1432 casos de pacientes com lesão de boca no CTDB, sendo 95 (6,63%) casos de câncer.

Em 2006, a Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic, em conjunto com o Ministério da Saúde e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), realizou um estudo epidemiológico para verificar a prevalência da queilite actínica - lesão que predispõe ao câncer labial nos indivíduos expostos ao sol - em Campinas, interior de São Paulo, cidade na qual está instalado o Instituto e Centro de Pesquisas da Faculdade. Os resultados deste trabalho serão publicados na revista cientifica internacional Community Dental Health.

O resultado é preocupante: a prevalência da doença na região de Campinas apresenta um índice de mais de 35%. Nas pesquisas com os lavradores de cana de açúcar, dos 202 trabalhadores examinados, 77 apresentaram sinais de queilite actínica, o que representa 39,6% da população investigada. Os casos de queilite actínica foram encaminhados à Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic para a realização de biópsia, e exame anátomo-patológicos e, a partir do resultado, é realizado o plano de tratamento dos pacientes.

Prevenção

A queilite actínica é uma lesão potencialmente maligna, ou seja, apresenta possibilidade de evolução para o câncer labial caso não haja o correto tratamento e acompanhamento. A doença precisa de atenção odontológica uma vez que, dada a variedade dos aspectos evolutivos, o tratamento precisa ser individualizado e voltado não somente a atenuar os sinais, mas, sobretudo para eliminar o que os origina.

"Os batons em geral, até mesmo os que não possuem fator de proteção solar, formam uma barreira que dificulta a absorção dos raios solares e previne o aparecimento da queilite", diz Flávia Martão Flório, coordenadora do curso de Odontologia Social da Faculdade São Leopoldo Mandic. Isto pode ser um dos fatores responsáveis pela menor incidência de queilite actínica em mulheres, além do fato delas se exporem naturalmente menos ao sol do que os homens, nas atividades profissionais e de lazer.

Sinais da queilite actínica

Ressecamento ou escamação (independentemente de estar frio), mudança de tonalidade dos lábios (aparentando boca "borrada"), aumento do volume (como se tivesse aplicado botox), perda da linha entre lábio e pele, enrijecimento dos lábios (há perda de colágeno) são alguns dos sinais da queilite actínica e devem ser tratados imediatamente.

Em casos avançados, os lábios apresentam úlceras e fissuras. As alterações labiais provocadas pela queilite actínica, não raramente, são confundidas com o envelhecimento natural da pele. Entretanto, são os sinais que estão se manifestando com o tempo.

O tratamento da queilite actínica depende do estágio em que a lesão se apresenta. Quando os primeiros sinais surgem, é necessário procurar imediatamente um dentista e iniciar o tratamento para que a lesão regrida. O profissional recomenda os cuidados exigidos para cada paciente, dependendo do caso. Quando a queilite está em estágio avançado é preciso remover a lesão.

Câncer de boca

Mundialmente os cânceres da cabeça e pescoço correspondem a 10% dos tumores malignos e aproximadamente 40% dos cânceres dessa localização ocorrem na cavidade bucal (língua, principalmente suas bordas laterais, amígdalas, soalho da boca, gengivas, céu da boca e bochechas). O câncer bucal pode se manifestar sob a forma de feridas indolores na boca ou no lábio que não cicatrizam em uma semana.

Outras formas em que o câncer bucal pode apresentar-se são: manchas esbranquiçadas ou avermelhadas nos lábios ou na parte interna da boca, caroços, inchaços, áreas de dormência, sangramento sem causa conhecida e dor na garganta que não melhora. Em estágio avançado da doença, podem surgir dificuldades para falar, mastigar e engolir, emagrecimento acentuado, dor e caroço no pescoço.

No mundo, ocorrem cerca de 210 mil casos novos por ano. Três em quatro casos novos ocorrem nos países em desenvolvimento. A mortalidade por câncer de boca corresponde a quase 30% dos casos novos. A sobrevida média estimada em cinco anos é de cerca de 60% nos países desenvolvidos e 40% nos em desenvolvimento.

Tratamento

O tratamento do câncer de boca, geralmente, emprega cirurgia e/ou radioterapia. Os dois tratamentos podem ser usados de forma isolada ou associados. Ambos têm bons resultados nas lesões iniciais e a indicação vai depender da localização do tumor e das alterações funcionais que possam ser provocadas pelo tratamento. As lesões iniciais são aquelas restritas ao local de origem.


Crédito: Ateliê da Notícia

Fonte: http://www.clubedodentista.com.br/site/artigos_ver.php?not_id=79

Imagem: www.santaapolonia.com/page27.php

terça-feira, 18 de maio de 2010

II Encontro Estadual de Qualificação das Equipes de Saúde Bucal





Governo do Estado qualifica profissionais de saúde bucal
18/05/2010 - Ascom - Saúde



Superando todas as expectativas dos organizadores, um público de mais de 300 pessoas, entre cirurgiões dentistas, técnicos e auxiliares de saúde bucal e acadêmicos do curso de odontologia do ITPAC – Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos de Porto Nacional, lotou o auditório da Assembleia Legislativa em Palmas, nesta terça-feira, 18, para a abertura do II Encontro Estadual de Qualificação das Equipes de Saúde Bucal, promovido pelo Governo do Estado, por meio da Sesau – Secretaria de Estado da Saúde, através da gerência de Saúde Bucal.

Para ministrar o encontro, dentre outros palestrantes, esteve presente o coordenador nacional de Saúde Bucal do MS – Ministério da Saúde, Gilberto Pucca, que veio para apresentar aos profissionais das equipes municipais os instrumentos necessários e capazes de fazerem o programa funcionar cada vez melhor em benefício da população tocantinense, mostrar as possibilidades de melhoria de acordo com cada realidade e qualificá-los em relação ao que preconiza a política nacional desta estratégia do governo federal.

Segundo Gilberto, o Estado tem avançado bastante e de forma acelerada, em seis anos a cobertura do programa de saúde bucal no Tocantins aumentou de 30% para 90%, sem falar que o Estado já possui sete CEO’s – Centros de Especialidades Odontológicas e quatro LRPD’s - Laboratórios Regionais de Prótese Dentária em funcionamento, e a partir deste encontro passará a contar com mais três novos LRPD’s credenciados. Esse novo ganho para o Estado representará um crescimento de 75%, uma produção de aproximadamente 4.980 próteses dentárias por ano, um investimento anual de 500 mil reais no Tocantins, beneficiando cerca de 3 mil pessoas, garante o coordenador do MS.

Os municípios contemplados com os novos LRPD’s são Araguaína, Fortaleza do Tabocão e São Bento, sendo que Palmas, Gurupi, Paraíso e Porto Nacional já contavam com a unidade.

O coordenador ressaltou ainda que o Tocantins está na história da odontologia brasileira, pois foi um dos primeiros estados da Federação a receber e implantar o programa Brasil Sorridente através das ESB – equipes de saúde bucal e dos CEO’s que proporcionam a população acesso a próteses, cirurgias, canais, dentre outros procedimentos odontológicos através do SUS – Sistema Único de Saúde.

Estiveram presentes também representantes do Cosems – Conselho de Secretários Municipais de Saúde, CRO – Conselho Regional de Odontologia, ABO – Associação Brasileira de Odontologia, Etsus – Escola Técnica de Saúde e Apae – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais.

Prevenção

A gerência de Saúde Bucal, com apoio do MS e municípios, tem feito também trabalhos de prevenção, educação e conscientização da população em relação à escovação, além de distribuir kits odontológicos contendo escova e pasta de dente. Só em 2009 foram distribuídos no Estado 956 mil kits enviados pelo Ministério e segundo a gerente estadual Rosângela Maria Barros, 620.339 escovações foram supervisionadas.

Desafios

O coordenador nacional apontou ainda como desafios e metas daqui para frente, a equiparação do número de ESB, que atualmente são 294, ao número de equipes da Estratégia Saúde da Família e ampliar o número de cidades no Estado que forneçam água fluoretada, ou seja, água tratada com adição de flúor. (José Rodrigues)


Fonte: http://secom.to.gov.br/noticia/do-rss/30635

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Odontologia: A Odontologia na Amamentação


A Amamentação e a Odontologia


A amamentação tem sido incentivada por ser o leite materno não só o alimento mais completo e digestivo para crianças de até um ano de idade, como também por ter ação imunizante, protegendo-as de diversas doenças. Crianças aleitadas ao peito têm melhor desenvolvimento mental e maior equilíbrio emocional. A amamentação é gratificante para a mãe e interfere beneficamente na saúde da mulher, por exemplo, diminuindo a probabilidade de câncer de mama, ajudando na involução do útero e na depressão pós-parto. Hoje, diz-se que o leite materno é ecologicamente correto, pois não consome recursos naturais em sua produção e não gera lixo, como ocorre com os leites artificiais, além de ser mais barato.

Porém, poucos sabem que a amamentação tem reflexos futuros na fala, respiração e dentição da criança.



Um exercício muito importante

Quando a criança é amamentada, está não só sendo alimentada, como também fazendo um exercício físico dieta importante para desenvolver sua ossatura e musculatura bucal. Ao nascer, o bebê tem o maxilar inferior muito pequeno, que irá alcançar equilíbrio no tamanho em relação ao maxilar superior tendo seu crescimento estimulado pela sucção do peito.

Toda a musculatura bucal é desenvolvida, músculos externos e internos, que, solicitados, desenvolvem os ossos.

Mamar no peito não é fácil, daí o bebê ficar bastante transpirado. Esse exercício é o responsável inicial no crescimento harmonioso da face e dentição. Usando mamadeira, esse exercício é quase inexistente, e a preferência do nenê pela mamadeira vem da facilidade com a qual ele ganha o leite, principalmente quando este flui por um furo generoso no bico. Para exercitar-se com maior eficiência, a posição durante a mamada é importante: a criança deverá ficar o mais verticalizada, o que também facilita a deglutição do leite.

A amamentação prepara o bebê para a mastigação

A mamadeira costuma tomar-se uma companheira para a criança ao longo de anos, habituando-a a uma dieta mole e adocicada, que aumenta o risco de cáries (cárie de mamadeira); a criança tende a recusar alimentos que requeiram mastigação. Depois da amamentação, a mastigação correta continuará a tarefa de exercitar ossos e músculos. A amamentação prepara a criança para a mastigação. Muitas mães reclamam que seus filhos, já crescidos, não mastigam corretamente e recusam verduras e frutas, apreciando apenas doces e iogurtes. Esquecem-se essas mães de que o que os habituou a essa foi o uso prolongado da mamadeira. Mastigação incorreta pode levar também a problemas de obesidade e de estômago.



Evitando hábitos prejudiciais

Atrelada à mamadeira, vem a chupeta, que também é usada normalmente por muito tempo, e o hábito de chupar o dedo, afetando o posicionamento dos dentes e trazendo também conseqüências danosas à fala e à respiração.



Abandonando a mamadeira

A partir dos quatro meses, quando a mãe lentamente começar a introduzir outros alimentos (desmame), deverá fazê-lo usando apenas copos e colheres, evitando o uso de mamadeira ou "chuquinha".



Prevenindo a cárie

A primeira consulta odontológica de uma criança deveria ser antes do nascimento de seu primeiro dentinho; nesse primeiro encontro, o odontopediatra orientaria a respeito da higienização, dieta e com proceder quando os dentes começarem a irromper e a incomodar o bebê. Entre outras coisas, aconselharia os pais a acosturnarem-se a levar seus bebês ao dentista, assim como os levam ao pediatra, no sentido de se poder acompanhar de perto o desenvolvimento destes na tentativa da erradicação da doença cárie.

Orientações sugeridas por Ana Maria Lancia Sousa - Odontopediatra e Orientadora de Gestantes na Prefeitura de Atibaia..

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Odontologia: Palito nos dentes.

Palitar os dentes: Não!!!!!!!!


Os populares palitinhos de madeira, foram criados pelo americano Charles Foster, após uma visita ao Brasil, onde se encantou com a beleza do sorriso das brasileiras, que usavam palitos de salgueiro para higienização. Em 1870, sua fábrica produzia mais de 1 milhão de palitos por dia.
Além de ser desagradável e ir contra as regras básicas de etiqueta, palitar os dentes pode ser e muito prejudicial à sua saúde bucal. Muitos não se contentam em apenas palitar os dentes, precisam ainda sair do restaurante com aquele palito pendurado no canto do lábio.
Frágeis, estes palitinhos podem se quebrar, ficando presos entre dentes ou seus pedaços podem machucar a gengiva ou até mesmo nela ficarem cravados. Portanto, para sua saúde bucal...palitar os dentes : NÃO!!!!!! O seu dentista agradece.


Dra. Kellen

Fonte:


quinta-feira, 6 de maio de 2010

Odontologia: AIDS pela Boca!


AIDS pela Boca




Pode ser o primeiro caso de transmissão do vírus da Aids durante um beijo prolongado.

Foi divulgado pelo Centro de Prevenção e Controle de Doenças de Atlanta (CDC), nos EUA. Atenção: isso não quer dizer que a contaminação se deu pela saliva. Ao contrário, a hipótese mais provável é que a transmissão tenha ocorrido porque os dois parceiros tinham periodontite - doença que afeta a região em torno dos dentes e provoca sangramento das gengivas.

Assim, o vírus teria sido transmitido através do sangue. O casal era acompanhado por pesquisadores do CDC desde 1992: o rapaz é soropositivo e a moça acaba de descobrir que foi contaminada entre julho de 1994 e julho de 1995.

Segundo os médicos, os dois só mantinham relações com camisinha e evitavam sexo oral. Testes de laboratório confirmaram que o vírus encontrado na mulher é geneticamente idêntico ao de seu parceiro, descartando a hipótese da contaminação ter se dado por uma terceira pessoa.
Ele contou que sua gengiva sempre sangrava quando usava fio dental e que fazia isso à noite, antes de se relacionar sexualmente.

O beijo nunca foi considerado uma atividade de risco e não há registro de contaminação pela saliva. Para Carlos Alberto Moraes de Sá, responsável pelo programa de combate à Aids do Hospital Gafrée Guinle, do Rio de Janeiro, a contaminação pela boca é muito rara porque essa região é no ser humano uma das mais resistentes à infecção.


Fontes:
Revista Isto É

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Saúde: Higiene - Pratique essa moda!


HIGIENE




Higiene é um conjunto de conhecimentos e técnicas para evitar doenças infecciosas usando desinfecção, esterilização e outros métodos de limpeza com o objetivo de conservar e fortificar a saúde. De origem grega (υγιεινή [τέχνη] (hygieiné [téchne])) que significa hygeinos, ou o que é saudável. É derivada da deusa grega da saúde, limpeza e sanitariedade, Hígia.


Consiste na prática do uso constante de elementos ou atos que causem benefícios para os seres humanos. Em seu sentido mais comum, podemos dizer que significa limpeza acompanhada do asseio. Mais amplo, compreende de todos os hábitos e condutas que nos auxiliem a prevenir doenças e a manter a saúde e o nosso bem-estar, inclusive o coletivo.



Com o aumento dos padrões de higiene e estudos socio-epidemiológicos têm demonstrado que as medidas de maior impacto na promoção da saúde de uma população estão relacionadas à melhoria dos padrões de higiene e nutrição da mesma.



Muitas das doenças infecto-contagiosas existentes que são encontradas, em locais inadequados decorrentes dos baixos padrões de higiene, por vezes relacionados com o baixo padrão cultural e social local, atualmente, são de certa forma contidas com a implementação de padrões de higiene, através da conscientização da população e instrução de novas metodologias que ensinam como a sociedade deve comportar-se nesses momentos em relação à sua Higiene, quanto ao aspecto pode ser:


Pessoal


É um conjunto de hábitos de limpeza e asseio com que cuidamos do nosso corpo, por ser um vetor de importância em nosso dia a dia, acaba por influenciar no relacionamento inter social, pois implica na aplicação de hábitos, que viram normas de vida em carácter individual, como:


Banho: Tomar banho diariamente - Devemos utilizar sabonete neutro.


Assepsia - Com o uso de desodorante é bastante útil, especialmente de Verão. No entanto devem ser evitados os que inibem a produção de suor, podendo assim aumentar a transpiração noutros locais do corpo transpiração compensatória.


Lavar as mãos sempre que necessário, especialmente antes das refeições, antes do contato com os alimentos e depois de utilizar o banheiro. Além disso, é importante manter as unhas bem cortadas e limpas.


Higiene bucal: Os dentes e a boca devem ser lavados depois da ingestão de alimentos, usando um creme dental com flúor. Uma higiene inadequada dos dentes dá origem à cárie dentária, e pode ser causa de inúmeras doenças.

Água potável: Beber água mineral ou filtrada.


Uma alimentação equilibrada com alimentos se possível mais natural e que encontrem-se em melhores condições.


Coletiva


É o conjunto de normas de higiene implantadas pela sociedade de forma a direcioná-las a um conceito geral de higiene, especificando em normas especiais, o manuseio de produtos de higiene e suas interacções com o Ser Humano.


sexta-feira, 30 de abril de 2010

Odontologia: Cuidado com os kits para clareamento que se compra pela internet.

Clareamento dental está mais barato, mas dentistas alertam para o perigo dos kits caseiros


Por Maria Vianna

RIO - Clarear os dentes em casa ou no consultório do dentista está virando uma opção cada vez mais viável para quem está com o sorriso manchado. O dentista Marcelo Fonseca, fundador da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética (SBOE), explica que as novas tecnologias deixaram o procedimento mais rápido e eficaz, principalmente para quem está com os dentes naturalmente amarelados por causa do café, do cigarro, dos refrigerantes, do mate e do vinho tinto.

- O clareamento não é para pessoas com dentes sensíveis ou que tenham restaurações do tipo coroa, que não clareiam como os dentes naturais. Jovens até 16 anos devem evitar este tipo de procedimento também - explica Fonseca.

"O clareamento não é para pessoas com dentes sensíveis ou que tenham restaurações do tipo coroa".
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No consultório, o clareamento pode ser feito com auxílio do laser ou apenas com aplicação do gel clareador em concetrações mais altas do que as usadas em casa. O resultado aparece em até quatro sessões e custa em torno de R$ 1 mil.

O clareamento feito em casa é um método confiável e que também dá bons resultados. Custa cerca da metade do preço cobrado nos consultórios, mas é mais demorado. Só deve ser feito com a supervisão do dentista, que vai indicar a melhor fórmula para o tipo de mancha nos dentes. O resultado de ambos os tratamentos dura cerca de dois anos.

As placas, pastas e géis vendidos nas farmácias, afirma Fonseca, não costumam trazer muitos resultados.

- Em sua maioria o efeito é desprezível por ter concentração muito baixa da substância clareadora.

Risco de alergias e danos no esmalte
A cirurgiã-dentista Patrícia Touma alerta para os perigos dos kits vendidos na internet, que podem causar sensibilidade nos dentes, irritação nas gengivas e até problemas gastrointestinais.


- Não é recomendável fazer o clareamento por conta própria, pois o tratamento deve ser individualizado. Só um profissional faz a moldeira personalizada e indica a concentração ideal de gel e o tempo do tratamento, que varia de pessoa para pessoa. Portanto, o tratamento feito no consultório é mais eficaz do que o doméstico - diz a especialista.

Entre os principais riscos provocados pelo uso do kit caseiro estão: a ingestão inadequada do gel clareador, que pode provocar queimação e outros problemas gastrointestinais; a sensibilidade dos dentes; e reações nas gengivas, como coceira e ardência.

- O uso do gel não deve ser feito em dentes com cárie, tártaro ou doenças periodontais, com sangramentos ou feridas na mucosa oral. Por essa razão, o indicado é procurar um dentista para colocar uma proteção para o gel não entrar na dentina (camada depois do esmalte) e romper o esmalte, causando sérios riscos à saúde bucal - completa Patrícia, que alerta que os problemas nem sempre surgem imediatamente. Muitas vezes os problemas aparecem em até cinco anos depois da aplicação.


Fonte:


Imagem:
http://www.soledade.com.br/principal.php?site=colunas&link=ler_graciele&id=4

Opinião de André: O importante é que todo procedimento que envolva a saúde da cavidade bucal seja acompanhada e supervisionada por um profissional, no caso específico, um cirurgião dentista.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Odontologia: Robô-cobaia japonês

Robô-cobaia japonês "sofre" de dor na cadeira de estudantes de odontologia


Da France Presse

A cada vez que o estudante de odontologia liga o motor e não o aplica corretamente, Hanako é estimulada a gritar de dor. Seu calvário chega ao fim, no entanto, quando o futuro dentista consegue executar o gesto com mais esmero. A paciente não protesta mais.


Sentada na cadeira do consultório odontológico de uma universidade de Tóquio, a robô-cobaia, humanóide da cabeça aos pés, suporta todas as torturas que lhe são infligidas.


Hanako, concebida no laboratório da Universidade Waseda em conjunto com a empresa de robótica Tmsuk, é a terceira geração de andróide imaginada, e a que deu mais certo.


A boca de Hanako Showa é cheia de dentes e possui, inclusive, zonas sensíveis, podendo movimentar a língua, salivar e responder a perguntas do dentista, graças a um dispositivo de reconhecimento e síntese vocais.


Em caso de dor, Hanako geme, vira bruscamente a cabeça e arregala os olhos, fecha a boca ou joga o braço para trás - gestos considerados de risco, tanto para a paciente quanto para o futuro dentista. "Se você sentir alguma dor, levante a mão esquerda", ouve, repetidamente.


Quando a intervenção é mais longa, ela demonstra sinais de fadiga e não consegue manter, direito, a boca bem aberta.


"O número de incidentes registrados na cadeira de dentista é considerado duas vezes maior no primeiro ano de exercício do profissional do que no segundo", explica o professor Kotaro Maki da Universidade Showa de Tóquio.


Outra lacuna diz respeito à comunicação com uma pessoa que sofre, diz Maki.


"Com o robô, os estudantes podem repetir os exercícios inúmeras vezes e melhorar os erros, adquirindo experiência", insiste.


Os robôs-cobaia são, segundo ele, uma solução a qual o Japão tem todo o interesse em levar adiante.


"Com o robô, a gente se sente mais próximo da realidade. Ao contrário dos meios antigos, Hanako reage espontaneamente, como uma verdadeira paciente", comenta um estudante, Shugo Haga.


Fonte:
http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1545104-9356,00-ROBOCOBAIA+JAPONES+SOFRE+DE+DOR+NA+CADEIRA+DE+ESTUDANTES+DE+ODONTOLOGIA.html

Fotos:




quarta-feira, 21 de abril de 2010

Odontologia - Câncer Bucal - reportagem

Previna-se contra o Câncer bucal enquanto haja tempo. Pare de fumar, não beba ou beba com moderação, tenha hábito de vida e alimentação saudável e aproveite o que a vida tem a lhe oferecer de bom, e olha que na vida tem infinitas coisas boas para viver e aproveitar.

Viva a saúde bucal!

Odontologia: Câncer Bucal (Pare de Fumar)

Câncer bucal e o tabagismo. Alerta!

domingo, 18 de abril de 2010

Atenção à Saúde Bucal - Kit de higiene


Comissão aprova inclusão de kit de higiene bucal na cesta básica


A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou nesta quarta-feira (14) a inclusão obrigatória de três escovas de dentes, dois cremes dentais e um fio dental em todas as cestas básicas produzidas, comercializadas e distribuídas no País.

A medida está prevista no Projeto de Lei 4281/08 , do deputado Arnon Bezerra (PTB-CE), que ainda prevê o fim da cobrança do PIS/Pasep Programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). São mantidos pelas pessoas jurídicas – com exceção das micro e pequenas empresas que tenham aderido ao Simples –, que são obrigadas a contribuir com uma alíquota variável (de 0,65% a 1,65%) sobre o total das receitas. Esses recursos são destinados ao trabalhador em forma de rendimentos ou abonos salariais. e da Cofins Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social. É um tributo cobrado pela União para atender programas sociais do governo federal. Incide sobre o faturamento bruto das pessoas jurídicas de direito privado em geral, inclusive as pessoas a elas equiparadas pela legislação do Imposto de Renda, exceto as micro e pequenas empresas submetidas ao regime do Simples. Sua alíquota geral é de 3% – ou 7,6% na modalidade não-cumulativa. sobre esses itens de higiene bucal quando destinados a cestas básicas.

O relator, deputado Neilton Mulim (PR-RJ), defendeu a proposta como forma de beneficiar a saúde de brasileiros com dificuldade de acesso a serviços dentários. "Essa ação contribuirá para reduzir as cáries e os dentes perdidos da população, diminuindo a demanda por procedimentos reparadores", disse.


Leia a notícia de odontologia completa em:
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/SAUDE/146850-COMISSAO-APROVA-INCLUSAO-DE-KIT-DE-HIGIENE-BUCAL-NA-CESTA-BASICA.html


Fontes: www2.camara.gov.br e,

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Odontologia: Saúde bucal em crianças com HIV

O impacto da saúde bucal na qualidade de vida de crianças infectadas pelo HIV

Em busca de uma melhora da saúde de pacientes sistemicamente comprometidos e um maior entendimento do impacto de doenças nas suas vidas, grande interesse tem sido dado à qualidade de vida relacionada à saúde, principalmente em crianças com doenças crônicas. Neste sentido, a qualidade de vida relacionada à saúde bucal tem sua importância haja vista que a mesma é um componente indissociável da saúde geral e também pela relevância dos problemas orais na vida destes pacientes. Assim, a avaliação de qualidade de vida relacionada à saúde bucal em pacientes infantis infectados pelo HIV pode ser de grande relevância uma vez que estas apresentam alta prevalência de doença cárie e periodontal, além da presença de manifestações orais da própria infecção pelo vírus. Dessa forma, o objetivo deste artigo é, através de uma revisão de literatura, apresentar alguns conceitos relacionados à qualidade de vida e utilização de instrumentos de avaliação da mesma, bem como analisar o impacto da saúde bucal na qualidade de vida de crianças infectadas pelo HIV.

Dentre as doenças crônicas de grande relevância para os pacientes infantis, destaca-se a infecção pelo HIV, uma vez que tiveram sua sobrevida aumentada com a terapia anti-retroviral, o que proporciona uma melhora significativa da QV para estes pacientes.



Fontes: Portal Odontologia e http://www.agenciaaids.com.br/