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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

PROFISSIONAIS ESSENCIAIS AO HOMEM COM MAIS DE 50 ANOS


 OS SETE MÉDICOS ESSENCIAIS AO HOMEM COM MAIS DE 50 ANOS




Agendar uma consulta e fazer exames antes de adoecer é um desafio para eles.


Oftalmologia

Após os 50 anos, doenças como a catarata e o glaucoma têm maior incidência, daí a necessidade de uma visita anual ao oftalmologista. "Grande parte das doenças dos olhos são irreversíveis, então identificar o problema precocemente pode eliminar a necessidade de cirurgias", afirma o oftalmologista Marco Antonio Alves, diretor da Sociedade Brasileira de Oftalmologia. O especialista lembra ainda que é possível identificar outras doenças silenciosas, como o diabetes e a hipertensão, apenas por meio de exames oculares. "E mesmo quem já sabe que é portador dessas doenças pode melhorar o controle clínico delas em uma consulta oftalmológica", complementa.


Odontologia

Ir ao dentista apenas uma vez ao ano é arriscado demais nessa idade. O cirurgião dentista Rodrigo Bueno de Moraes, da Associação Brasileira de Odontologia (ABO), recomenda uma visita semestral ao consultório. "Os problemas mais comuns são a gengivite, inflamação das gengivas, e distúrbios de oclusão, como o bruxismo". Segundo ele, o intervalo entre um check-up e outro diminui caso o paciente tenha diabetes, seja fumante ou apresente outra condição que possa afetar a saúde bucal.


Cardiologia

"Após os 40 anos, o risco de infarto ou insuficiência cardíaca aumenta muito", afirma o cardiologista João Manoel Rossi Neto, diretor da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP). Por isso, recomenda-se uma visita anual ao médico, que fará uma análise clínica do paciente, avaliando se ele apresenta fatores de risco como obesidade e gordura abdominal. Na visita ainda será solicitado o histórico familiar de doenças cardiovasculares e exames laboratoriais de rotina para avaliar o colesterol e os triglicérides. Após essa primeira bateria, os resultados indicarão a necessidade ou não de se fazer exames mais elaborados, envolvendo até mesmo ultrassom.


Pneumologia

"O câncer de pulmão não é o mais prevalente em homens, mas, certamente é o que mais mata, por ser um tipo mais agressivo", afirma a pneumologista Sandra Aparecida Ribeiro, da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisilogia (SBPT). Por isso, se o indivíduo é ou foi fumante, deve visitar um pneumologista anualmente para detecção desse problema. De acordo com a especialista, o risco da doença permanece mesmo após largar o cigarro. A visita ao pneumologista também deve acontecer sempre que o homem de mais idade for vítima de gripes ou resfriados. "O risco de o problema evoluir para uma pneumonia é maior e pode levar o paciente à morte". Outro cuidado fundamental é tomar as vacinas contra infecções respiratórias (gripe e pneumonia, por exemplo) disponíveis para pessoas de mais idade em postos públicos.


Urologia

A partir dos 45 anos, todo homem deve marcar uma consulta com um urologista anualmente, de acordo com o urologista Daher Chade, do Instituto do Câncer. Na consulta é feito o exame de toque retal que, na verdade, não leva mais do alguns segundos. "Por meio deste e de outros exames é possível diagnosticar diversos cânceres, como o de próstata, bexiga e rim, além de doenças que podem causar infertilidade". A periodicidade pode mudar caso o paciente tenha histórico de familiares com doenças do trato urinário.


Coloproctologia

"O câncer de intestino é o que mais mata o homem depois do câncer de pulmão e do câncer de próstata", afirma o especialista Daher. Isso porque esse tumor tem, entre os principais fatores de risco, a idade. O consumo de álcool, o tabagismo e uma dieta pobre em fibras e rica em gordura são outros fatores de risco para esse tipo de câncer - a cada cinco anos, portanto, é indicado fazer uma colonoscopia para detectar o problema precocemente. O exame consegue identificar alterações da mucosa do intestino que podem evoluir para um câncer e o tratamento dessas alterações já reduz o risco da doença.


Endocrinologia

"A incidência do diabetes aumenta conforme a idade", diz a endocrinologista Claudia Chang, doutoranda em Endocrinologia e Metabologia pela USP. Por isso, é fundamental analisar a glicemia do paciente idoso regularmente. Outro ponto importante é a avaliação do perfil lipídico, que mostrará se houve aumento do colesterol LDL (prejudicial) ou diminuição do colesterol HDL (benéfico), fator de risco para doenças cardiovasculares.



A especialista recomenda ainda um exame de TSH para verificar possíveis problemas da tireoide. "Embora eles sejam mais comuns em mulheres, também podem acometer o público masculino", afirma. Por fim, uma análise clínica poderá identificar efeitos colaterais da andropausa, fase similar à menopausa feminina. "Se necessário, é indicada a reposição hormonal para aumentar a libido e a disposição do homem".



Procure  cuidar da sua saúde!
Fontes
Google Imagens
Gesse Almeida

domingo, 8 de abril de 2012

FUNDAÇÃO PIO XII - APOIE E COLABORE

Fundação Pio XII - Hospital de Câncer de Barretos





Uma realidade em favor dos que sofrem com essa doença.


Hospital de Câncer de Barretos




Apoie essa causa!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

LENTES DE CONTATO PARA OS DENTES


O destaque entre as novidades do mercado de Odontologia Estética são as lentes de contato dentais. Trata-se de uma técnica de confecção de finas lâminas de porcelana (a mesma utilizada para confecção de coroas cerâmicas ou facetas).

Veja o comparativo entre as lentes de contato dental e ocular:

 Lente de contato ocular x lente de contato dentária


O produto é a resistência ao desgaste, seu aspecto mais natural e o fato de não sofrer alterações na cor com o tempo. O adesivo utilizado na aplicação também é o grande responsável pela durabilidade do produto. No entanto, é importante ter cuidados na higiene bucal e na mastigação de alimentos muito duros. Com essas precauções a durabilidade estimada do produto é de até 10 anos após a aplicação.

As lentes de contato dentais são conhecidas como Lumineers nos Estados Unidos. Lumineers é uma marca de laminados feita de porcelana patenteada chamada Cerinate. As Lumineers requerem uma redução muito pequena ou nenhuma redução de dente. Lumineers são excelentes escolhas quando os dentes dos pacientes apresentarem pequenas deformações ou alterações de cor. Estas lentes de contato dental como são chamadas no Brasil não devem ser indicadas para todos os casos que anteriormente foram restauradas com facetas laminadas, portanto não são simples substitutos deste tipo de tratamento.

Elas são aplicadas sobre a superfície do dente para recobrir dentes amarelados, com manchas ou levemente desalinhados.


Antes de colocar as facetas de porcelana

Depois de coloca as facetas de porcelana


O procedimento é indicado pelo dentista que realiza o trabalho com a ajuda do ceramista (profissional técnico em prótese dental - TPD) que fabricação a lente de cerâmica que vai ser "colada" sobre os dentes. As lentes de contato são confeccionadas uma a uma, em um processo delicado e artesanal de escultura, montagem e confecção, pois são estruturas de cerca de 0,2 mm de espessura.

A técnica é pouco invasiva e, portanto, altamente conservadora das estruturas dentais naturais. A grande vantagem deste tratamento é que o dentista não precisa desgastar os dentes do paciente com brocas, preservando ao máximo sua estrutura. O tempo de vida varia de paciente a paciente, mas pode durar entre 5 a 10 anos.
As lentes de contato dentais consistem em uma fina lâmina de porcelana de cerca de 0,2 mm, que é aplicada sobre a superfície do dente para recobrir dentes amarelados, com manchas ou levemente desalinhados. A vantagem deste tratamento, de acordo com a APDESP, é que, ao contrário do procedimento realizado atualmente, o dentista não precisa desgastar os dentes do paciente com brocas, preservando ao máximo suas estruturas naturais.


Facetas laminadas de porcelana, ou simplesmente facetas, são pedaços de porcelana personalizados que o cirurgião dentista posiciona na parte frontal dos dentes para melhorar sua aparência e reparar danos. As facetas podem alterar de forma impressionante o sorriso de uma pessoa e ajudam a melhorar sua auto-confiança. Nas décadas de 20 e 30, atores, atrizes e outros artistas chegavam ao extremo de extrair seus dentes e colocar dentes postiços para melhorar seus sorrisos. Felizmente, esse procedimento radical deu lugar às facetas, uma técnica bem menos invasiva. As facetas são o segredo por trás dos sorrisos arrebatadores que vemos nas telas de cinema.


Esquematização da faceta laminada inserida ao dente



As facetas podem ser usadas para melhorar uma ampla gama de problemas dentários estéticos. Elas podem clarear dentes manchados ou descoloridos, fechar espaços entre dentes, "corrigir" um sorriso torto sem precisar de aparelhos, consertar lascas e imperfeições, e criar um sorriso com aparência mais atraente e jovial. O procedimento costuma envolver a remoção de uma fina quantidade da camada mais exterior do dente, chamada de esmalte. Então, o dentista tira moldes da boca, e coloca facetas temporárias para o paciente usar enquanto as permanentes são fabricadas. O procedimento de remoção de esmalte normalmente leva de uma a duas horas e meia.
Depois, o laboratório cuidadosamente esculpe as facetas na porcelana. Em cerca de duas semanas, elas estão prontas para que o dentista as prenda na parte frontal dos dentes.


 Este processo melhora a força e a aparência dos dentes.




Fontes
Google Imagens

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

ODONTOLOGIA - DENTES BRANCOS E SEM DOR

Clareamento Dental - caso clínico 1



Com algumas precauções é possível realizar o clareamento dental com segurança e minimizar a sensibilidade

Uma queixa muito freqüente dos pacientes submetidos ao clareamento dental é a sensibilidade. Hoje existem várias técnicas disponíveis, com resultados excelentes, porém a questão sensibilidade continua sendo um problema para algumas pessoas.

 
De acordo com o professor da Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas, José Mandia Jr. , para que o desconforto seja mínimo ou inexistente, o clareamento deve ser feito de forma lenta, observando-se a reação que causa no paciente, tanto no que diz respeito à eficácia, como ao grau de sensibilidade.

 
“Pode-se também utilizar logo após o clareamento soluções desensibilizantes à base de fluoreto de sódio e nitrato de potássio”, diz o especialista, que explica que a intenção é chegar ao melhor resultado minimizando o desconforto e com segurança.

 
O processo de clareamento

 
O clareamento na verdade é uma reação química. As substâncias vão liberar oxigênio, que é um radical livre. Dentro do dente existem os pigmentos que levaram ao escurecimento dental. O oxigênio penetra no dente e quebra a cadeia de pigmentos em pequenas moléculas que são eliminadas por processo de difusão, isto é, uma reação química de oxidação que converte os pigmentos em dióxido de carbono e água.

 
O dente é permeável e o efeito é cumulativo, portanto a cada seção o dente vai clareando cada vez mais até eliminar toda pigmentação.

 
Tanto para o dente ficar protegido quanto em relação à sensibilidade é importante realizar o clareamento lentamente.

 
No clareamento doméstico o paciente irá utilizar uma moldeira, na qual colocará o gel clareador, de peróxido de carbamida, em concentração que varia de 10 a 20 por cento.

 
Deve-se utilizar a moldeira com o gel pelo período de uma hora. De dia ou de noite, durante duas semanas em média.

 
No clareamento em consultório será utilizado um gel de peróxido de hidrogênio em alta concentração, ou seja, 35 por cento podendo-se associá-lo ou não ao uso do laser.


 
Dr. José Mandia Jr. é cirurgião-dentista, especializado em Prótese Dental, Dor e Disfunção Têmporo Mandibular, Estética Dental e Professor da Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas.



Clareamento Dental - caso clínico 2

Fonte da imagem
Google Imagens

terça-feira, 8 de novembro de 2011

CAMPANHA NACIONAL CONTRA O CÂNCER DE BOCA




Atualmente, este é o quinto tipo mais comum de câncer entre os homens. De acordo com o INCA Instituto Nacional do Câncer, os dados de 2010 revelam 14.120 novos casos, dos quais 10.330 são homens e 3.790 mulheres. Por isso, a prevenção e o diagnóstico precoce são ações simples que podem evitar essas situações drásticas.










ABRACE ESSA CAUSA, EU ABRACEI!




Fonte
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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

DIA MUNDIAL DO CIRURGIÃO DENTISTA - PARABÉNS!


O dia mundial do dentista é comemorado em 03 de outubro.
A primeira escola dentária, para formar dentistas, surgiu em 1840, em Baltimore, nos Estados Unidos.
Os dentistas são profissionais capacitados para tratar das gengivas, da boca, dos ossos da face e dos dentes, estruturas duras que utilizamos para mastigar os alimentos. É importante visitar esses profissionais de seis em seis meses, a fim de cuidar da integridade e higiene dos dentes, fazendo limpeza e profilaxia.
Os dentes variam de acordo com os hábitos alimentares de cada espécie. Os humanos têm capacidade para rasgar, prender e triturar os alimentos, para que os mesmos passem pelo tubo digestivo em tamanhos menores, aproveitando seus nutrientes e facilitando o processo digestivo.
Os seres humanos possuem 32 dentes, divididos em duas dentições. A primeira delas, durante a infância, é chamada de provisória ou “dentes de leite” e é constituída de apenas 20 dentes. O nascimento dos primeiros dentes acontece por volta dos seis meses de idade, indo até os trinta meses. Essa dentição é trocada, variando com a idade e o tipo de dente, até que todos eles sejam definitivos.
Os dentes humanos possuem diferentes funções. Os incisivos (dentes da frente) e os caninos (os pontudos) servem para morder os alimentos, fazendo a divisão dos mesmos; os pré-molares e os molares servem para triturar, cortar e esmagar os alimentos.
Por volta dos 17 anos de idade, nascem os dentes sisos, bem ao final das gengivas. Porém, esses não têm muita utilidade para o processo de mastigação e normalmente são extraídos para não causarem problemas, como entortar os outros dentes por falta de espaço. É difícil encontrar pessoas que possuam esses dentes.
A formação para o exercício dessa profissão tem duração de cinco anos, terminando o curso como clínico geral, capacitado para tratar cáries, fazer restaurações, projetar e instalar próteses, etc.. É um curso que requer muita dedicação e estudo, pois possui disciplinas como anatomia, patologia e fisiologia. Ao término da faculdade, o profissional poderá se especializar em áreas específicas, como cirurgião dentista, odontopediatria, periodontia, traumatologia (quando se machuca a boca), saúde coletiva, além de cuidar da parte estética da boca, dentre várias outras.
Antigamente os dentistas eram chamados de dentistas práticos, sem formação ou com pouco conhecimento, que não tratavam os dentes, mas faziam apenas a extração daqueles que estavam muito estragados. Normalmente eram barbeiros ou ambulantes, que trabalhavam em locais precários e sem a higiene necessária.
Hoje em dia a consciência sobre os tratamentos dentários mudou muito. Sabe-se da importância dos trabalhos preventivos, motivo pelo qual a saúde bucal deve começar ainda no recém-nascido, com o uso de cotonetes molhados em água limpa.
Os primeiros cursos de odontologia do Brasil surgiram no Rio de Janeiro e na Bahia, determinados pelo decreto nº 9.311, em 25 de outubro de 1884. Em nosso país, o dia do dentista é comemorado nessa data.


Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

Cirurgião Dentista


PARABÉNS A TODOS OS CIRURGIÕES DENTISTAS PELO SEU TRABALHO EM FAVOR DA QUALIDADE DE VIDA, DE UMA BOA E SAUDÁVEL SAÚDE BUCAL A TODOS. AINDA HÁ MUITO O QUE FAZER POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR E CONTINUEMOS NOS ESFORÇANDO PARA APRIMORAR NOSSOS CONHECIMENTOS, HABILIDADES, TÉCNICAS E HUMANIZAÇÃO NOS ATENDIMENTOS.



André.



quinta-feira, 9 de junho de 2011

Seleção de Cor de Resinas Compostas em Odontologia - Trabalho de Monografia

CRITÉRIOS  UTILIZADOS  POR  CIRURGIÕES  DENTISTAS  NO  PROCESSO  DE  SELEÇÃO  DE  COR  DE RESINAS  COMPOSTAS





Boca saudável

Resina Composta Opallis


Escala de Cor para Resina Composta



Trabalho estético com Resina Composta ainda não finalizado



Resina Composta Charisma



Meu trabalho de Monografia para o curso de Dentística Restauradora pelo Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic em Campinas SP

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Avanços na Odontologia

O que mudou na odontologia?


Os avanços em pesquisas e a tecnologia na área de Odontologia vêm acontecendo cada vez mais rápidos. A Odontologia de ontem, de hoje e a que se praticará amanhã serão bem diferentes.

Os tratamentos hoje podem ser feitos com materiais mais resistentes, mais estéticos e com menos dor, graças a anestésicos mais potentes, agulhas para anestesia mais finas, flexíveis, siliconadas e pomadas préanestesia mais fortes.

Limpeza de tártaro com aparelhos de ultra-som e jato de bicarbonato são mais agradáveis e rápidos.

Para os tratamentos de amanhã, muita coisa está sendo colocada no mercado e testada. Para que cheguem até o paciente de imediato, talvez um único impedimento: o alto custo dos aparelhos e a falta de informação ou a limitação de seu uso para poucos casos.

Algumas dessas novidades já estão sendo apresentadas nos congressos , por exemplo:

Anestesia eletrônica - Um eletrodo é colocado na gengiva ao lado do dente a ser tratado. Ele produz uma corrente elétrica que despolariza a fibra nervosa, causando uma sensação de formigamento no local. Só pode ser utilizada para restaurações pequenas e em pessoas que não tenham problemas cardíacos, neurológicos ou não estejam grávidas.


Aparelho de anestesia eletrônica



Máscara anestésica - Consiste na inalação de um gás (óxido nitroso) que provoca uma sedação consciente, ou seja, o paciente é atendido mais relaxado e sedado. Não se trata de anestesia geral e não substitui a anestesia local. É usada para diminuir o nível de ansiedade do paciente, tornando o tratamento mais fácil. Essa "novidade" tem sido utilizada por dentistas desde 1863.

Máscaras usadas com o gaz óxido Nitroso


 
Laser - Dependendo do tipo de aparelho, pode ser usado para: clareamento (usado no consultório para potencializar a ação dos géis clareadores), terapêutico (usado após cirurgias para melhorar a cicatrização ou para recuperação de lesões); remoção de cáries (na maioria das vezes é indolor, mas não serve para cáries próximas a restaurações de amálgama).

Tratamento odontológico com o auxílio do laser


 
Pontas diamantadas  - feitas para serem usadas no aparelho de ultra-som.

Pontas usadas em ultra som odontológico


 
Gel - de várias origens, são usados para dissolver a cárie a ser removida depois através de curetagem.

Gel a base de papaína no combate à cárie


 
Microscópio - Está chegando para ajudar os cirurgiões-dentistas a melhorar a visualização de seus trabalhos. Por exemplo: aprimorando o acabamento final das restaurações, diminuindo o tamanho dos pontos numa cirurgia ou até ajudando na hora de encontrar os canais num tratamento endodôntico.

Tratamento odontológico com o auxílio do microscópio


Esta é a Odontologia do futuro: mais qualidade, menos dor, maior rapidez e, quem sabe, um custo mais acessível a todos.



Uma coisa não mudou: todas essas técnicas modernas devem ser conduzidas e selecionadas por mãos habilidosas e treinadas para que tenham sucesso. Às vezes, isso envolve paciência, interesse e dedicação em busca do que é melhor.



Revista Vida e Saúde


Fontes das imagens:
http://www.edvino.odo.br/tecnologias.htm
http://fastdental.blogspot.com/2010/08/tratamento-com-laser-ajuda-combater-mau.html
http://www.clinicacanova.com.br
http://www.clinicaopencenter.com.br/especialidades.html

 


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Edentulismo

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Aspectos Conceituais e Epidemiológicos



O edentulismo é resultante de diversos e complexos determinantes, tais como: as precárias condições de vida, a baixa oferta e cobertura dos serviços, o modelo assistencial predominante de prática mutiladora aliadas às características culturais que exercem significativa influência sobre o modo como a perda dentária é assimilada.

O índice mais utilizado para estimar o edentulismo é a avaliação do uso e necessidade de próteses. As informações sobre a necessidade de prótese total são as mais relevantes para a organização de serviços odontológicos, visto que expressa a demanda para este tipo de procedimento.

Resultados de últimos levantamentos epidemiológicos nacionais indicam que a perda precoce de elementos dentais é grave e o edentulismo se constitui, no Brasil, em um persistente problema de saúde pública.
 
 
Principais Fatores de Risco


Os resultados do SB Brasil confirmaram que, em nosso país, o edentulismo é uma marca da desigualdade social, uma vez que ser morador da zona rural em municípios com menos de 10 mil habitantes, ter uma renda inferior a R$400 reais e baixa escolaridade (menos de sete anos de estudo) proporciona maior chance de ser edêntulo parcial e total.

São ainda fatores de risco ao edentulismo a falta de acesso a tratamentos básicos e especializados da cárie e da doença periodontal.
 
 
Abordagem Coletiva


Para a prevenção desse agravo em saúde bucal recomenda-se a mudança do modelo de oferta dos serviços odontológicos, buscando a incorporação e a universalização das tecnologias preventivas das principais doenças bucais (cárie e doença periodontal) que causam o edentulismo e de procedimentos reabilitadores que preservem os elementos dentais, por meio da organização de uma rede de cuidados progressivos em saúde bucal, conforme as diretrizes da Política Nacional de Saúde Bucal.
 
 
Organização das Ações de Vigilância à Saúde:
 
Para enfrentar a questão do edentulismo, na sua área de abrangência, os serviços de saúde bucal devem organizar e implementar:

• Estudos epidemiológicos sobre o uso e necessidades de próteses dentais com o objetivo de dimensionar a demanda e organizar a oferta de procedimentos a serem oferecidos pelos Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias (LRPD).

• Investigação de casos diagnosticados de perda precoce de elementos dentais na área de abrangência com o objetivo de identificar fatores epidemiológicos, organizacionais e sócio-culturais que possam estar contribuindo para a ocorrência deste evento e para estabelecer medidas com o objetivo de evitar novos casos.
 
 
1
 
 
Abordagem Individual


Para diminuir o grande contingente de dentes perdidos por seqüelas da cárie e doença periodontal na população brasileira, faz-se necessário a organização e qualificação dos serviços odontológicos realizados na atenção básica, proporcionando:

• A incorporação e a universalização de tecnologias preventivas individuais e coletivas para as doenças bucais mais comuns.

• A universalização e acesso precoce da população da área de abrangência aos procedimentos de controle coletivo da cárie e doença periodontal, como por exemplo, Tratamento Restaurador Atraumático, tratamento clínico-restaurador básico e controle da doença periodontal.

• Oferta de procedimentos reabilitadores de baixa complexidade como os tratamentos endodônticos conservadores em dentes permanentes, com grande impacto no sentido de preservar e manter o maior número possível de elementos dentais.

• Oferta de próteses dentárias com o objetivo de construir uma política de inclusão social de adultos e idosos edêntulos, minimizando as seqüelas da prática odontológica mutiladora, de acordo com as diretrizes da Política Nacional de Saúde Bucal.

• Organização da rede progressiva de cuidados odontológicos, com o estabelecimento dos fluxos de referência e contra-referência para as diversas especialidades dos Centros de Especialidades Odontológicas (CEO) com o objetivo de buscar a integralidade da atenção à saúde bucal.


Fontes:
Cadernos de Atenção Básica - nº 17 - Saúde Bucal (Ministério da Saúde)

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

XEROSTOMIA, você sabe o que é?


XEROSTOMIA - BOCA SECA



Xerostomia ou secura da boca, caracteriza-se pela manifestação clínica da disfunção das glândulas salivares.

Na xerostomia, o paciente pode se queixar de sensação de secura na boca algumas vezes no decorrer do dia, sendo que a mucosa apresenta-se normal.

Em outros casos, há ausência completa de saliva. Se a deficiência de saliva for acentuada, pode haver alterações graves na mucosa e o paciente passa a sentir grande desconforto. A mucosa que reveste a cavidade bucal, apresenta-se seca e atrofiada, pode estar inflamada, pálida e translúcida.

A língua pode mostrar deficiência pela atrofia das papilas, inflamação, fissuração, rachaduras e até desnudação.

O indivíduo portador de xerostomia, apresenta sensibilidade, ardência, queimação e dor na mucosa da língua.

A xerostomia associada a uma reação emocional ao bloqueio de um ducto por cálculo salivar, ou à administração de várias drogas como a atropina e diferentes anti-histamínicos, não é considerada como patologia. Algumas pessoas usam essas drogas contra sinusite crônica, febre do feno e várias alergias podendo acarretar uma xerostomia à qual o paciente pode se acostumar.

A xerostomia crônica predispõe à cárie dentária aguda, complicações periodontais e perda subseqüente dos dentes, o paciente apresenta dificuldade para as dentaduras e incômodo com aparelhos protéticos devido à secura da boca.

A xerostomia tem uma grande relação com a halitose. A halitose observada com freqüência em pessoas idosas se deve geralmente à xerostomia, por sua vez derivada da hipertrofia senil das glândulas salivares.

Devido à xerostomia, a saliva se torna mais viscosa e há maior precipitação de material saburróide na língua e, freqüentemente, formação de saburra (placa esbranquiçada que se localiza no dorso da língua, causando o mau hálito).




Pode ocorrer a perda da função das glândulas salivares pela radiação dos raios-x, seja das glândulas, seja das estruturas adjacentes, é um fenômeno bem reconhecido.

Aplasia das glândulas salivares, ou seja, ausência do desenvolvimento das glândulas salivares, é também um agente causador da xerostomia.

A relação da xerostomia com um distúrbio endócrino foi observada muitas vezes, e com aparente predileção para a Síndrome de SJÖGREN ocorre em mulheres na menopausa. Aparece freqëntemente em mulheres com mais de 40 anos de idade, embora possa afetar crianças, adultos e jovens.

Existem várias outras causas de xerostomia, tais como ingestão inadequada de líquidos, respiração bucal crônica (adenóide), fumo excessivo, doenças de MIKULICZ, síndrome de HEERFORDT,doenças sistêmicas e metabólicas com febre alta e desidratação, distúrbios emocionais, uso excessivo de alimentos codimentados e finalmente pobre higiene bucal.

A perda de líquido pelo organismo, decorrente da hemorragia, sudorese excessiva, diarréia ou vômitos, pode acarretar redução de secreção salivar e xerostomia. A poliúria que acompanha o diabetes melito e o diabetes insípidus explica, provavelmente, a diminuição da secreção salivar e consequentemente sede nos portadores desta doença.


Efeito sobre os dentes

Os dentes irrompidos são afetados nos pacientes que receberam radiação pelos raios-x.
A manifestação mais comum da agressão é uma destruição peculiar da substância dentária, semelhante à cárie é chamada as vezes de "cárie de radiação", que pode causar a amputação(remoção) da coroa dentária ao nível do colo, os dentes parecem quebradiços e lasca de esmalte podem destacar-se dos dentes. A relação entre o radioterapeuta, o dentista e o paciente é essencial na promoção dos cuidados bucais para estes pacientes.
A xerostomia de intensidade variável, favorece o acúmulo de resíduos sobre os dentes e a cárie resultante.


Tratamento

Depende da natureza da doença, para a maioria dos pacientes só pode ser oferecido alívio sintomático. Procura-se encontrar a causa da baixa do fluxo salivar, deve ter-se uma higiene bucal rígida e um controle na dieta.
Na tentativa de conseguir a reativação da função secretora das glândulas salivares, é recomendado o uso de gomas de mascar e tabletes de fosfato de cálcio e em condições mais drásticas o tratamento químico com o aconselhamento e acompanhamento do cirurgião dentista, com sialogogos; o sialogogo detecta se a glândula tem condições de reabilitar-se por si só, caso não seja possível, a única saída é a reabilitação por saliva artificial.


Dra.Micheli Nahás Matiello - Cirurgiã Dentista - Bauru/SP



Fontes: http://www.saudevidaonline.com.br
http://www.virtualmedicalcentre.com/symptoms.asp?sid=78&title=Xerostomia-(Dry-Mouth)
http://www.guiame.com.br/v4/31303-1702-Boca-seca-nem-pensar-.html

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

"Chiclete" na Odontologia?


Conheça os mitos e verdades do chiclete em relação a sua saúde bucal.

A ideia de que chiclete é mania de criança está mais do que superada. Os adultos são tão fãs da goma de mascar quanto os pequenos. Fato é que a indústria alimentícia tem se dedicado a criar produtos cada vez mais cheios de requisitos que se encaixem nas demandas da gente grande, como chiclete sem açúcar e chiclete que promete clarear os dentes, mas sem deixar de lado as versões coloridas, recheadas e de formatos mais variados para a garotada. O chiclete sempre foi considerado o vilão da boca por provocar cáries e visto como guloseima que atrapalha a dieta. Mas será que ele não traz nenhum benefício para o regime e para a saúde bucal? A nutricionista do MinhaVida, Roberta Stella, e o dentista Sidnei Leonard Goldmann ajudam a esclarecer os mitos e verdades relacionados ao hábito.


Todo tipo de chiclete provoca cárie?

Mito. O açúcar presente no chiclete é o grande causador da cárie. Por isso, as versões diet e light podem ficar de fora dessa lista. Porém, alguns corantes e conservantes da composição das gomas podem ser feitos à base de amido e carboidrato, que vão se transformar em açúcar e também são nocivos aos dentes. "Opte por versões sem açúcar e incolores, que são as mais seguras", diz Goldmann. Outro ponto é que alguns chicletes, dependendo da sua composição, podem deixar o pH da boca muito ácido e provocar cáries.


O chiclete pode ser benéfico para a higiene bucal?

Verdade. A mecânica de mascar e o atrito da goma com os dentes provocam uma limpeza superficial dos dentes. Quanto mais espessa ela for, melhor será o resultado. "Mas o chiclete não substitui a escova e o fio dental e nem tem o poder de remover a placa bacteriana ou prevenir a formação dela", explica o dentista.


O chiclete alivia o mau hálito?

Verdade. Com a limpeza superficial que a goma proporciona, o hálito é favorecido já que há a renovação das células da boca. Mas é uma ação momentânea. E não serve para todo mundo. Quem sofre com problemas bucais, como periodontite, cáries ou uma restauração danificada, pode ficar com o mau cheiro acentuado com o uso do chiclete. Aliás, esse é o indício de que há um problema bucal.


Chiclete ajuda a clarearear os dentes?

Mito. Mesmo as versões que prometem esse benefício contêm concentrações muito baixas de peróxido (substância clareadora) para proporcionar algum clareamento. Além disso, ela não pode ser usada em altas concentrações na goma por ser um produto tóxico. "O peróxido pode queimar a gengiva. Por isso, só um dentista deve manipular a substância, evitando os riscos", explica Goldmann.


A goma de mascar é indicada para certos tratamentos bucais?

Verdade. Em alguns casos, o chiclete é recomendado com ação de fisioterapia. Quando há inflamação dos músculos ou abertura limitada da boca (trismo muscular), o uso da goma é benéfico para minimizar o inchaço, fortalecer a musculatura bucal e recuperar os movimentos da mandíbula.



Fontes:
Site Uol - Ciência e Saúde
http://www.odontosites.com.br
http://dabocapradentro.blogtv.uol.com.br

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Sensibilidade dentária



A sensibilidade dentária tem sua origem na exposição da dentina (parte do dente que recobre o nervo), devido à perda do esmalte ou à retração gengival. As mudanças de temperatura e certos alimentos (ácidos ou doces) podem causar hipersensibilidade. A dor geralmente desaparece depois de algum tempo.

A dentina tem um grande número de poros ou tubos microscópicos (túbulos) que vão da face externa do dente até a polpa gengival, no centro. Quando a dentina está exposta, esses túbulos podem ser estimulados por mudanças de temperatura ou certos alimentos. Abaixo está uma ilustração dos túbulos dentinários vistos em um microscópio:

A melhor maneira de descobrir a causa da sensibilidade dentária é pedir ao dentista que examine seus dentes. O dentista vai observar sinais de exposição da dentina e realizar testes para determinar a causa real da sensibilidade. Por vezes, a sensibilidade tem sua origem em cárie dentária ou doenças gengivais. Essas duas causas podem ser tratadas. Outras vezes, a sensibilidade é provocada pelo desgaste do esmalte, seja por abrasão ou erosão, ou, ainda, pela retração gengival, que deixa exposta a raiz do dente.






O que se pode fazer?

Se a sensibilidade for causada por cárie, pode-se restaurar o dente. Se a causa for gengivite, o dentista pode fazer uma profilaxia completa da área afetada.

Contudo, se a causa for a exposição da dentina, o tratamento para a redução da sensibilidade requer vários procedimentos tanto em consultório como em casa.


No consultório:

-Aplicação de verniz de flúor nas áreas expostas para ajudar a mineralizar o esmalte e a dentina;

-Aplicação de espuma ou gel de flúor, por meio de moldes bucais, durante 3 a 5 minutos, proporcionando alta concentração de flúor para ajudar as áreas sensíveis;

-Aplicação de agente fixador (material usado para fixar restaurações) para impermeabilizar a superfície da dentina ajudar os estímulos que causam a sensibilidade.

Em casa:


-Use uma escova de cerdas muito macias, com creme dental pouco abrasivo;

-Escove corretamente, mas não em demasia;

-Use creme dental especialmente formulado para ajudar a sensibilidade dentária;

-Use creme dental com alta concentração de flúor (dado pelo dentista) para ajudar fortalecer a superfície do dente;

-Há um grande número de tratamentos disponíveis. Seu dentista pode ajudá-lo a encontrar aqueles que funcionam melhor no seu caso. Consulte sempre o dentista. Não tente diagnosticar o problema você mesmo, pois ele pode ser sinal de algo mais sério. Somente um dentista pode esclarecer o questão.



Artigo fornecido pela Colgate-Palmolive. Copyright 2010 Colgate-Palmolive. Todos os direitos reservados.


Fontes:
http://www.minhavida.com.br/conteudo/10858-conheca-os-tratamentos-para-sensibilidade-dentaria.htm
http://solucoesemodontologia.com.br/tag/sensibilidade-dental
http://www.oralb.com.br/professional/frontend/h_patient_detail06.php

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Avanços na Odontologia e Medicina em combate aos Cânceres Labial e de Pele


Microscópio confocal

A Clínica de Dermatologia do Hospital das Clínicas e a Faculdade de Odontologia, ambas ligadas à USP, começaram a usar um novo procedimento para o diagnóstico precoce do câncer labial e do câncer de pele.

Inédito na América do SUL, o exame é feito com um microscópio confocal, o único existente no Brasil.

O equipamento permite estudar as alterações celulares das camadas superficiais da pele e da mucosa oral "viva" de forma criteriosa e não invasiva, explica o dermatologista Marcelo Mente, chefe do ambulatório de estomatologia do HC.

Câncer labial

Cerca de 50 pacientes em tratamento na Clínica de Dermatologia com suspeita de câncer labial serão os primeiros a serem beneficiados com o novo exame.

O câncer labial representa cerca de 15 % de todas as neoplasias da cabeça e pescoço, segundo informações do INCA. Na maioria dos casos, o diagnóstico é feito tardiamente, quando a lesão já atingiu um estado avançado.

Um dos fatores que mais provoca o surgimento desse tipo de tumor é a contínua exposição ao sol, sem nenhum tipo de proteção.

Biópsia

A tecnologia é semelhante a um aparelho de ultrassom. Em contato com a mucosa oral, o aparelho emite um laser, não lesivo, escaneia a área com suspeita de lesão e encaminha as imagens, em preto e branco, para o computador.

A ampliação das imagens possibilita examinar as alterações celulares e indicar outros exames complementares, como a biópsia, quando preciso.

A biópsia é o exame mais utilizado para o diagnóstico do câncer da mucosa oral e da pele.

Segundo Marcelo Mente, a inovação não substituirá a biópsia, mas permitirá a avaliação de mais áreas lesadas, sem a necessidade de cortes ou anestesias.

"O método poderá ser útil no processo de retirada do tecido, por captar as alterações celulares das camadas superficiais da pele e da mucosa com precisão".

Desenvolvido nos EUA, o equipamento é utilizado em países da Europa e EUA apenas para pesquisa, em várias instituições.

Na Dermatologia do Hospital das Clínicas, nesta primeira fase, o equipamento também será uma ferramenta de estudo e pesquisa para avaliar o câncer labial, enfatiza a pesquisadora Sílvia Lourenço, da Odontologia da USP




Fontes:


www.diariodasaude.com.br
http://www.corposaun.com/cancer-pele/10251/