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sábado, 2 de abril de 2011

Comer, Rezar, Amar

Minha sugestão de filme para o fim de semana:




Comer, rezar, amar



Sucesso mundial com mais de 4 milhões de exemplares vendidos, "Comer , Rezar, Amar" ocupou por cerca de um ano o primeiro lugar da lista de mais vendidos do The New York Times e foi lançado em trinta países. O objetivo de Liz Gilbert  (interpretada por Julia Roberts) era visitar três lugares onde pudesse examinar aspectos de sua própria natureza, tendo como cenário uma cultura que, tradicionalmente, fosse especialista em cada um deles. "Assim, quis explorar a arte do prazer na Itália, a arte da devoção na Índia, e, na Indonésia, a arte de equilibrar as duas coisas", explica.

 Em Roma, estudou gastronomia, aprendeu a falar italiano e engordou os onze quilos mais felizes de sua vida.

Na Índia dedicou-se à exploração espiritual e, com a ajuda de uma guru indiana e de um caubói texano surpreendentemente sábio, viajou durante quatro meses.

Já em Bali, exercitou o equilíbrio entre o prazer mundano e a transcendência divina. Tornou-se discípula de um velho xamã, e também se apaixonou da melhor maneira possível: inesperadamente.

Escrito com ironia, humor e inteligência, o best seller de Elizabeth Gilbert é um relato sobre a importância de assumir a responsabilidade pelo próprio contentamento e parar de viver conforme os ideais da sociedade.

 
 
Ficha técnica
 
Título original: (Eat Pray Love)


Lançamento: 2010 (EUA)

Direção: Ryan Murphy

Atores: Julia Roberts, James Franco, Billy Crudup, Viola Davis.

Duração: 133 min

Gênero: Drama



 
Minha opinião:  Assistir ao filme, antes mesmo de ler o livro, e fiquei surpreso com o que vi. A história é interessante, a trilha sonora é fantástica e a todo momento, as falas, as situações sempre nos remete a pensar em nós, como levamos a vida e o que queremos. Eu recomento assistir!

sábado, 26 de março de 2011

Alexandria - Hypatia um exemplo de amor à cultura


O filme: ALEXANDRIA


Em Alexandria sob o domínio Romano, a cidade de Alenxadria é palco de uma das mais violentas rebeliões religiosas de toda história antiga. Judeus e cristãos disputam a soberania política, econômica e religiosa da cidade. Entre o conflito, a bela e brilhante astrônoma Hypatia (Rachel Weisz) lidera um grupo de discípulos que luta para preservar a biblioteca de Alexandria. Dois deles disputam o seu amor: o prefeito Orestes (Oscar Isaac) e o jovem escravo Davus (Max Minghella). Entretanto, Hypatia terá que arriscar a sua vida em uma batalha histórica que mudará o destino da humanidade.



•Gênero: Drama

•Filme: Dublado

•Tempo: 126 min.

•Lançamento: 2010
 
 
Hypatia de Alexandria - um exemplo de amor à cultura
 

O lugar que tanto amou - a Biblioteca de Alexandria.
 
A cultura actual deve muito aos estudos e descobertas de homens e mulheres da Antiguidade. Na História da Humanidade, surgiu, há longos séculos, a promessa de uma civilização científica, sólida e brilhante. A sede, por assim dizer, de todo este conhecimento, há mais de dois mil anos, residia na famosa Biblioteca de Alexandria, uma cidade do Egipto onde os melhores intelectuais da época estabeleceram as bases para o estudo profundo da Matemática, daFísica, da Biologia, da Astronomia, da Literatura, da Geografia e da Medicina.


Esta Biblioteca foi construída por reis gregos. Desde a época da sua fundação, no terceiro século a. C., até à sua destruição, sete séculos depois, foi o cérebro e o coração do mundo antigo. Podemos dizer, como hoje, que era a capital editorial do planeta Terra. Nessa altura, ainda não existia a imprensa. Os livros eram caros, copiados à mão e aí estavam depositadas as melhores cópias do mundo. Muitas das obras-primas dos autores universalmente conhecidos estavam aí guardadas e constituíam um património cultural de valor incalculável.

Alexandria era a maior cidade do Egipto. Pessoas de todas as nações iam aí para viver, fazer comércio ou estudar. Aí se trocavam ideias e mercadorias. As pessoas desta cidade nem imaginavam o que se passava dentro da sua grandiosa biblioteca. Aliás, a população nem sequer gostava dela, como também não apreciavam a cultura nem a ciência... Diz-se que foi essa população que a queimou, fazendo com que desaparecessem muitos dos verdadeiros tesouros da cultura mundial.





Ora, o último cientista a trabalhar na biblioteca foi...uma mulher. Distinguiu-se na Matemática, na Física e na Filosofia. O seu nome era Hypatia. Nasceu em Alexandria em 370, numa época em que as mulheres tinham poucas oportunidades e eram tratadas como objectos. No entanto, esta cientista dominava várias áreas do conhecimento tradicionalmente ligadas aos homens. Era muito bela, com muitos pretendentes, mas não casou. Um dos bispos de Alexandria desprezava-a por achar que se relacionava bem com o governador romano e, ao mesmo tempo, ser um símbolo de sabedoria e ciência, que significava paganismo. Mesmo sabendo que a odiavam, continuou a ensinar e a publicar os seus livros e, um dia, a caminho do seu trabalho, foi atacada por um grupo de fanáticos que a mataram de uma forma bárbara. Morria, assim, a última bibliotecária-mor da Biblioteca de Alexandria e a primeira matemática conhecida. Hoje o seu nome é dado a uma cratera lunar, talvez como reconhecimento da sua vastíssima cultura nas áreas da Física e da Astronomia.




Fontes:

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

O Discurso do Rei




Desde os 4 anos, George (Colin Firth) é gago. Este é um sério problema para um integrante da realiza britânica, que frequentemente precisa fazer discursos. George procurou diversos médicos, mas nenhum deles trouxe resultados eficazes. Quando sua esposa, Elizabeth (Helena Bonham Carter), o leva até Lionel Logue (Geoffrey Rush), um terapeuta de fala de método pouco convencional, George está desesperançoso. Lionel se coloca de igual para igual com George e atua também como seu psicólogo, de forma a tornar-se seu amigo. Seus exercícios e métodos fazem com que George adquira autoconfiança para cumprir o maior de seus desafios: assumir a coroa, após a abdicação de seu irmão David (Guy Pearce).



Título original: (The King's Speech)
Lançamento:2010 (Inglaterra)
direção:Tom Hooper
Atores:Colin Firth, Helena Bonham Carter, Geoffrey Rush, Michael Gambon.
Duração: 118 min
Gênero: Drama
Status: Em cartaz


Com 12 indicações ao oscar, ele foi o grande vencedor!

Essa é a minha sugestão de filme.

Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/o-discurso-do-rei/criticas/

domingo, 6 de fevereiro de 2011

O Livro de Eli

Minha sugestão de filme:




O que torna um filme em um "cult", um produto que escapa do grande público, mas consegue acertar em cheio um grupo de pessoas que o defende com veemência, a ponto de cultuá-lo? Não há uma fórmula para isso. Afinal, a grande maioria dos cineastas quer mesmo é que seus projetos cheguem ao máximo de pessoas possível. Mas, aparentemente, ser ambientado em um futuro pós-apocalíptico é um dos ingredientes que conta a favor, como em Mad Max, Blade Runner e até mesmo Matrix - que depois acabou virando uma grande franquia de blockbusters.

"O Livro de Eli" (The Book of Eli, 2010),  se passa em um futuro pós-apocalíptico devastado por uma guerra. Eles não entram em detalhes em relação a este conflito, sua causa ou quem estava à frente no embate, mas fica claro que ela ocorreu no campo atômico, ou seja, armas nucleares foram usadas e isso desencadeou os eventos que tornaram aquela Terra um cenário de caos e precariedade.


Pois este é o cenário de O Livro de Eli  novo filme dos irmãos Allen e Albert Hughes (Do Inferno). Desde a primeira visão que temos do protagonista Eli (Denzel Washington), percebemos que estamos em um lugar diferente da Terra que conhecemos. A fotografia azulada deixa tudo quase monocromático, morto e extremamente seco, como o que restou do planeta. Os buracos que vemos pelo caminho trilhado por ele não deixam dúvidas de que houve uma guerra e muitas coisas explodiram por ali.

 
Mas ao contrário do que aconteceria em filmes feitos para as multidões, O Livro de Eli não se preocupa em explicar com todas as letras o que aconteceu por ali, deixando para o público a tarefa de completar os pontos. O seu objetivo não é falar do passado, mas sim do futuro. Tudo o que descobrimos é que Eli já está há muito tempo na estrada ("30 invernos já se passaram", diz ele) seguindo as ordens de uma voz, que o orientou a rumar para o Oeste. E cada vez mais acreditamos que nada vai conseguir detê-lo.



Um dos seus últimos percalços é Carnegie (Gary Oldman), o chefe de um inóspito vilarejo. Impossível não olhar para aquele lugar seco, o bar onde se vende bebida e mulheres, as pessoas sujas e os bandidos armados sem pensar nos velhos westerns. Carnegie seria o xerife que faz a lei do seu jeito, e Eli o forasteiro que não quer problemas, mas os atrai com mais força do que um ímã atrairia a bem afiada lâmina da sua faca.
Carnegie está obcecado por um livro. Ou melhor, "O" livro sagrado, a Bíblia. Ele reconhece que as palavras ali escritas têm poder de torná-lo um líder ainda mais poderoso, que poderá ampliar o seu domínio para muito além daquela destruída cidadela. E como o título do filme já trata de deixar bem claro, é este o livro que Eli carrega com tanto cuidado em direção ao pôr do sol.

Estas são as peças espalhadas pelo tabuleiro, o resto é muita ação, com Denzel Washington mostrando toda a sua elegância na arte de chutar bundas em bem coreografadas lutas filmadas em planos sequência, sem precisar se esconder atrás de cortes rápidos. Estes são os fatos. O resto do filme quem vai fazer é cada expectador, em sua cabeça. Teria sido a tal guerra que devastou tudo a temida Guerra Santa? Foi por isso que todas as Bíblias foram queimadas? É apenas a fé que protege Eli, ou Algo mais? O fato de Carnegie querer usar o Velho Testamento em seu próprio benefício seria uma crítica a um recente habitante da Casa Branca, que invocava Deus para invadir países mundo afora? São estas e outras questões deixadas no ar que provocam discussões e ajudam a tornar uma obra em algo superior. O Livro de Eli tem nas suas entrelinhas conteúdo suficiente para se tornar um cult daqui a alguns anos. Pode deixar um espaço separado para ele na sua prateleira.



Ficha técnica:

The Book of Eli


EUA , 2010 - 118

Ação / Aventura / Ficção científica
Direção:

Allen Hughes e Albert Hughes

Roteiro:

Gary Whitta

Elenco:

Denzel Washington, Gary Oldman, Mila Kunis, Ray Stevenson, Jennifer Beals, Evan Jones, Joe Pingue, Frances de la Tour, Michael Gambon


A minha opinião:  O filme retrata o nosso consciente e inconsciente na procura de respostas e cada um pode ter as respostas dentro de si para mudar tudo, mudar a sua vida, o mundo ao seu redor. E a coragem é um prescedente para podemos ir onde quisermos. O "Livro de Eli" mostra claramente que somos responsáveis por aquilo que criamos e desejamos, basta cada um reconhecer e fazer. Todo mundo sabem qual é o "Livro de Eli"!




Fontes:





terça-feira, 25 de janeiro de 2011

As Crônicas de Narnia - A Viagem do Peregrino da Alvorada



As Crônicas de Narnia - A Viagem do Peregrino da Alvorada

The Chronicles of Narnia: The Voyage of the Dawn Trader

(EUA, 2010) De Michael Apted. Com Georgie Henley, Skandar Keynes, Ben Barnes, Will Poulter e Tilda Swinton. Vozes de Simon Pegg e Liam Neeson.




A história narra as aventuras de Lúcia e Edmundo, juntamente com o primo Eustáquio e o agora rei Caspian, a bordo do navio Peregrino da Alvorada. Juntos têm a missão de saber o que aconteceu com os sete fidalgos que foram enviados para desbravar o oceano oriental por Miraz, tio de Caspian, conforme narrado em O Príncipe Caspian. Desta vez entram no mundo de Nárnia enquanto estavam passando as férias na casa do inconveniente primo Eustáquio, por um quadro que os pais de Eustáquio ganharam de presente de casamento, o qual estava pendurado no quarto onde Lúcia estava. Nesta viagem encontram inúmeras aventuras em diversas ilhas que encontram ao longo dos mares desconhecidos, habitadas por dragões, povos não muito amigáveis e criaturas estranhas como os Tontópodes. Eustáquio que inicia a viagem contra a sua vontade, acaba tendo sua vida transformada após ser vítima de um feitiço que o transformou em um dragão em uma das ilhas. Isso acaba transformando o caráter dele, tornando a pessoa chata que era em alguém pronto para ajudar.



Dessa vez, os irmãos Pevensie estão separados. Enquanto Susana e Pedro estão nos Estados Unidos, durante a Segunda Guerra Mundial. Lúcia e Edmundo ainda estão na Inglaterra, na casa de um tio, tendo que aguentar as chatices do primo Eustáquio. Mas, por alguma razão, os dois irmãos mais novos são convocados a Nárnia mais uma vez, agora a bordo do Peregrino da Alvorada, o navio do agora Rei Cáspian. Edmundo, Lúcia e, por tabela, Eustáquio, não fazem ideia do que foram fazer em Nárnia, até pousarem em uma das terras do reino dominada por saqueadores. Eles ficam sabendo que uma nova onda do mal, manifesta numa névoa, está ameaçando trazer a maldade de volta ao reino. Cabe então a Cáspian, Lúcia e Edmundo, reis de Nárnia, a combater esse mal junto com a tripulação leal do navio. Isso sem descansar um minuto das chatices do primo Estáquio.



A crítica: Os efeitos visuais dão um show, é verdade, mas essa terceira parte decepciona um pouco. Resumindo, é tudo muito jogado na tela num ato desesperado de salvar a trilogia que tinha sido considerada morta pela Disney. Uma Nárnia talvez mais "humana" e política é apresentada, em vez da magia de um mundo mágico que surgiu há alguns anos nas telas. Mesmo sendo o mais fraco dos três, "A Viagem do Peregrino da Alvorada" consegue divertir, apesar de tudo. Ver a última jornada dos Pevensie nas telas encerra um ciclo que marcou a geração do início do século XXI. Afinal, "As Crônicas de Nárnia" tiveram um enredo construído por um gênio (C.S. Lewis) e representado nas telas com maestria por grandes artistas dos efeitos visuais, copiados depois em diversas outras produções. Aslan, o leão, que o diga.



Minha opinião: Na minha opinião, a trilogia de "As Crônicas de Narnia", o primeiro "As Crônicas de Narnia - O leão, a feiticeira e o guarda-roupa" foi o melhor, seguido do terceiro acima ilustrado. Nesse último ressalto a beleza das imagens, da ficção e dos efeitos. E durante o filme algumas dúvidas surgiram, mas foram esclarecidas no final. Final este que no meu ponto de vista teve a cena mais bonita, e emocionante do filme, não entre as pessoas, mas entre o Leão e o ratinho. Gostei!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Sempre Ao Seu Lado - Um história real de lealdade








Acredito que todo mundo que vai ao cinema deve ter ouvido a frase "o cachorro morre no final", quando alguém queria fazer uma gracinha sobre o filme Marley e Eu. Bom, sem querer fazer piada, mas pensando em preparar o espírito de quem está escolhendo o que assistir já adianto que Sempre ao seu Lado (Hachiko - A Dog's Story, 2009) também vai te fazer chorar. Muito! E não é porque o cachorro morre no final. É bem antes que as primeiras lágrimas vão começar a sorrateiramente se alojar nos cantos dos olhos, para depois correr em cascata. Mas o filme também vai te fazer sorrir e refletir sobre o nosso dia-a-dia e as relações que realmente interessam.

O longa é uma adaptação de uma história real, que aconteceu no Japão no início do século. Hachiko é o nome de um cachorro da raça akita que ficou famoso em todo o país depois que apareceu em reportagens de jornais que contavam sua história de lealdade ao seu dono, um professor da Universidade de Tóquio. Todos os dias Hachiko acompanhava seu amigo até a estação de trem e estava lá quando ele voltava para casa.


A história deste cachorro virou uma lenda no Japão e foi usada em escolas e casas para ensinar às crianças a importância lealdade entre amigos. Serviu também para despertar no país uma onda de criações de akitas, raça pura japonesa que estava cada vez menos popular. Há hoje na estação de Shibuya uma estátua de Hachiko, no lugar onde ele ficava esperando seu dono voltar.



Na versão estadunidense da história, Hachiko continua sendo um akita. Ele é achado quando ainda é um filhote em uma estação na periferia de Nova York pelo professor universitário Parker Wilson (Richard Gere), que o leva para casa. No início, sua esposa (Joan Allen) se recusa a adotar o novo morador, mas é tocada pela cativante relação entre os dois.

Um personagem que faz a ponte entre as duas versões explicando um pouco da mentalidade e crenças japonesas é o também é um professor universitário Ken (Cary-Hiroyuki Tagawa). Ele explica ao amigo que talvez não tenha sido ele quem achou Hachiko, mas sim que o cão o escolheu como seu dono. É ele também que explica que "hachi" é o numeral japonês para oito, um número especial, que simboliza a ligação entre os planos terrenos e espirituais.

A direção do sueco Lasse Hällstrom (Regras da Vida, Chocolate, O Vigarista do Ano) carrega no drama, incorporando elementos tipicamente ocidentais que certamente não estiveram na versão japonesa do filme, Hachiko Monogatari, sucesso de 1987. É o caso da brincadeira de pegar a bolinha, que Ken explica ser algo completamente sem sentido para Hachi. "Cachorros japoneses não pegam a bolinha apenas para agradar seu dono ou ganhar um biscoito", explica Ken em um prenúncio para uma das cenas mais emocionantes do filme. Nessa hora, pode deixar o jeito machão de lado e pegar aquele lenço de papel que estava no bolso desde Marley e Eu. Acredite, você vai precisar. E se ao acender das luzes vierem te perguntar alguma coisa, despiste dizendo que você é alérgico a cachorros.






Essa é a minha sugestão de filme para o fim de semana. É um drama baseado em história real e muito emocionante. Quem gosta de cães vai gostar ainda mais, quem não gosta de cães vai passar a olhá-los com outros olhos, de admiração.

Vale a pena assistir, há um na locadora mais perto de você!




Fonte:
http://www.omelete.com.br/cinema/critica-sempre-ao-seu-lado/

sábado, 16 de outubro de 2010

Uma Prova de Amor



Este é um filme onde as emoções afloram sem parar. De um lado temos a mãe aflita com a possibilidade de perder a filha, do outro as irmãs , que - mesmo com toda a situação - se mantêm únidas até o fim e ,ao mesmo tempo ,desesperadas pelo o que pode acontecer.
Tocante e sincero sem ser apelativo, "Uma prova de amor" é um daqueles filmes que conseguem arrancar lágrimas no espectador, que se identifica com aquela família e torce para que o melhor aconteça no final.
A grande atriz de "Uma prova de amor" é a garota Sofia Vassilieva, que faz um trabalho impressionante. Logo em sua primeira cena, Vassilieva ganha o espectador com a ternura e sensibilidade com as quais constrói sua personagem.


No filme Cameron Diaz interpreta Sarah,que é mãe de três filhos. Kate (Sofia Vassilieva) é a filha mais velha,que - acometida pela Leucemia - se agarra em seu único fio de esperança para sua sobrevivência, a irmã mais nova Anna (Abigail Breslin). Anna foi trazida ao mundo por meio de fertilização in vitro, com a principal finalidade de ter seu rim doado para a irmã. Sabendo que após ter seu orgão retirado ela terá uma vida cheia de limites, a garota toma a decisão de processar seus pais, reivindicando os direitos sobre seu próprio corpo.


Um filme para assisitir com toda a família ou sozinho se preferir porque é tocante e emocionante.


Fonte:
http://oivalfnocinema.blogspot.com/2010/03/uma-prova-de-amor.html

sábado, 9 de outubro de 2010

John Lennon

John Winston Ono Lennon MBE (Liverpool, 9 de outubro de 1940 — Nova Iorque, 8 de dezembro de 1980), foi um músico, compositor, escritor e ativista em favor da paz britânico.





John Lennon ganhou notoriedade mundial como fundador do grupo de rock britânico The Beatles. Na época da existência dos Beatles, John Lennon formou com James Paul McCartney o que seria uma das mais famosas duplas de compositores de todos os tempos, a dupla Lennon/McCartney. John Lennon foi casado com Cynthia Powell, e com ela teve o filho Julian. Em 1966, conheceu a artista plástica japonesa Yoko Ono. Em 1968, Lennon e Yoko produziram um álbum experimental, "Unfinished Music No.1: Two Virgins ", que causou controvérsia por apresentar o casal nu, de frente e de costas, na capa e contracapa. A partir deste momento, John e Yoko iniciariam uma parceria artística e amorosa. Cynthia Powell pediu o divórcio no mesmo ano, alegando adultério. Em 1969, o casal se casou numa cerimônia privada no rochedo de Gibraltar. Usaram a repercussão de seu casamento para divulgar um evento pela paz, chamado de "Bed in", ou "John e Yoko na cama pela paz", como um resultado prático de sua lua-de-mel, realizada no Hotel Hilton, em Amsterdã. No final do mesmo ano, Lennon comunicou aos seus parceiros de banda que estava deixando os Beatles. Ainda no mesmo período, Lennon devolveu sua medalha de Membro do Império Britânico à Rainha Elizabeth, como uma forma de protesto contra o apoio da Grã-Bretanha à guerra do Vietnã, o envolvimento da Inglaterra no conflito de Biafra e "o fraco desenvolvimento de Cold Turkey nas paradas de sucesso". Em 10 de abril de 1970, Paul McCartney anunciou oficialmente o fim dos Beatles. Antes disso, John Lennon havia lançado outros dois álbuns experimentais, "Life with lions" e "Wedding album". Também lançara o compacto "Cold Turkey" e o disco ao vivo "Live peace in Toronto", creditados à banda "Plastic Ono Band", com a participação de Eric Clapton. No final do ano, sai o primeiro disco solo de Lennon, após o fim dos Beatles: John Lennon/Plastic Ono Band, que contou com a participação de Ringo Starr, Yoko Ono e Klaus Voormann.





Dentre as composições de destaque de John Lennon (creditadas a Lennon/ McCartney) estão "Help!", "Strawberry Fields Forever" e "All You Need Is Love", "Revolution", "Lucy in the Sky with Diamonds", "Come Together","Across the Universe,"Don't Let Me Down" e na carreira solo "Imagine", "Instant Karma!", "Happy Xmas (War Is Over)", "Woman", "(Just Like) Starting Over" e "Watching the Wheels".
Em 2002, John Lennon entrou em oitavo lugar em uma pesquisa feita pela BBC como os 100 mais importantes britânicos de todos os tempos.

Recentemente, em 2008, John foi considerado pela revista Rolling Stone, o 5º melhor cantor de todos os tempos.


YOKO ONO






No dia 9 de novembro de 1966, John conheceu a artista plástica japonesa Yoko Ono. Yoko estava expondo em uma galeria de arte chamada Indica em Londres. Embora Yoko tivesse desde então procurado John várias vezes para pedir financiamento para outra exposição, eles mantinham um distanciamento. Somente em 1968 é que John e Yoko começaram um relacionamento amoroso. Na época, Cynthia estava viajando e quando descobriu o caso do marido pediu divórcio, alegando infidelidade.

Após a separação de John e Cynthia, o caminho ficou aberto para Yoko. John levou-a a gravações do Álbum Branco dos Beatles. O clima entre os Beatles já não estava dos melhores e a presença de Yoko elevou o clima pesado, pois Paul McCartney e George Harrison não a viam com bons olhos. A imprensa e os fãs dos Beatles chamavam Yoko de feia, o que fez que John declarasse que ele e ela eram uma pessoa só.

Durante os últimos anos dos Beatles, John e Yoko tornaram-se inseparáveis. Eles apareceram juntos na gravação do Rock and Roll Circus dos Rolling Stones e protestaram juntos contra a guerra do Vietnã. No dia 20 de março de 1969, eles se casaram em Gilbratar e na lua de mel promoveram o famoso bed-in. Ainda no mesmo ano, durante as gravações do álbum/filme Let it be, Yoko esteve presente.

Um pouco depois da separação dos Beatles, o casal mudou-se para Nova Iorque e envolveram-se em protestos anti-guerras. Em 1973, se separaram e John começou a viver com uma nova mulher, May Pang. Após a reconciliação de John e Yoko, no dia 9 de outubro de 1975, eles tiveram um filho chamado Sean Lennon, (nascido Sean Taro Ono Lennon). John abandonou a carreira para dedicar-se mais ao filho e permaneceu ao lado de Yoko até quando morreu.

Fontes:
http://www.acores.net
http://espacoantenado.blogspot.com/2010/04/beatles-para-ver-ouvir-e-ler.html
http://www.osarmenios.com.br

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

A Escolha de Sofia




Essa é a minha sugestão de filme e livro.


A ESCOLHA DE SOFIA


Sophie's Choice (A Escolha de Sofia) é filme estadunidense de 1982, do gênero drama, dirigido e roteirizado por Alan J. Pakula e baseado no romance de 1979 de William Styron.

Trata do dilema de "Sofia", uma mãe polonesa e filha de pai anti-semita. Sofia, foi prisioneira de um campo de concentração durante a segunda Guerra Mundial. Em 1947, Stingo, é um jovem aspirante a escritor vindo do sul, vai morar em uma pensão de Nova York, no bairro do Brooklin, neste lugar ele conhece Sofia uma moça judia polonesa.

Nathan é o namorado de Sofia, possui um temperamento agressivo, e muito instável. Mesmo assim é um grande amparo para Sofia.
Stingo se torna amigo do casal em pouco tempo, acaba se apaixonando por Sofia.
Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentração.

Entre todos os horrores pelos quais passou , o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos.
Esta é a escolha de Sofia, imagine uma mãe diante de um dilema desta magnitude....
Escolha de Sofia se transformou em exemplo de impasse, dilema a ser resolvido.
Esta história é baseada no livro Wiliam Styron recebeu diversos prêmios, tem um final trágico.


Por este filme Meryl Streep recebeu o Oscar de melhor atriz.

domingo, 27 de junho de 2010

Filme: " Osama"







OSAMA


Sinopse: Uma menina de 12 anos, sua mãe e um garoto do vilarejo quase não sobrevivem a uma pacífica passeata organizada por mulheres oprimidas pelo regime Talibã, que termina brutalmente. Após testemunhar um tratamento tão desumano, a mãe se dá conta de seu próprio calvário, enquanto ela e sua filha tentam manterem-se vivas. Com a morte do pai e do irmão da jovem menina, elas têm que encontrar um meio de sobrevivência mantendo isso em segredo do rígido Talibã, que ordena que nenhuma mulher trabalhe ou mesmo saia de casa sem a companhia legítima de um homem.


Mãe e sua filha tomam conta de pacientes num hospital clandestino, administrado por estrangeiros. Depois de uma invasão do Talibã, o hospital é fechado, e as duas ficam sem renda alguma. Desesperada, em busca de qualquer tipo de trabalho, a mãe é obrigada a cortar os cabelos da filha e vesti-la como se fosse um garoto, para que ela possa ganhar algum dinheiro e as duas possam comer.A mãe suplica a um comerciante dono de uma mercearia que a ajude empregando a menina em sua loja, pois ele havia conhecido seu marido.


Ele concorda e tenta proteger a menina, agora disfarçada em menino, e a ensina a ser mais convincente. Numa certa tarde, a polícia religiosa do Talibã obriga todos os homens a irem à mesquita para orar. A menina, que desconhecia a forma como os homens praticavam sua fé, comete diversos erros e levanta a suspeita de um dos oficiais do Talibã, que está inspecionando o ritual. Ele se aproxima do comerciante e da menina depois das orações e os interroga. A menina é tomada de pavor, mas o comerciante consegue dissipar as desconfianças do oficial.


No dia seguinte todos os garotos da vila são levados a levados a uma Madrassa, um tipo de escola religiosa, que também serve como centro de treinamento militar do Talibã.Passando a freqüentar a escola, a masculinidade da menina é constantemente posta em discussão. Um jovem que pede esmolas na primeira cena do filme, sabendo do segredo da menina, intercede a seu favor e a protege, endossando a sua verdadeira identidade, declarando que seu nome é Osama.


Depois de crescentes suspeitas entre os estudantes e os instrutores do Talibã, a menina é punida por não ser capaz de finalizar uma tarefa e provar sua masculinidade. No final, suas características físicas a delatam, revelando sua verdadeira identidade.


Como resultado de sua mentira imperdoável, ela é levada a julgamento perante a corte do Talibã e sentenciada a casar-se com um velho Mulá. Ao chegar em sua casa, a menina desmascarada descobre que ele tem outras três esposas e é forçada a juntar-se a elas, em seu miserável mundo.



Título Original: Osama
Gênero: Drama
Origem/Ano: AFE-URL-JAP/2003
Duração: 82 min
Direção: Siddiq Barmak


sexta-feira, 21 de maio de 2010

sábado, 17 de abril de 2010

Alice no País das Maravilhas - crítica


Alice no País das Maravilhas


Tim Burton é um daqueles diretores com estilo próprio, que tem uma marca registrada em todas as sua produções. Dono de uma criatividade peculiar, ele é o responsável por algumas obras-primas do cinema, como Edward Mãos de Tesoura, Peixe Grande, Ed Wood e A Lenda do Cavalheiro sem Cabeça. Mesmo os fãs de Batman que torcem o nariz para o primeiro longa do homem morcego, dirigido por Burton em 1989, precisam admitir que o cineasta fez uma Gothan City impecável e transformou o Coringa de Jack Nicholson em pergonagem célebre.


Fazendo boa bilheteria nos EUA e chegando ao Brasil no feriado de 21 de abril, Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland) é um dos filmes mais esperados do ano. Em versão 3D e com visual pop, o longa deve ser encarado como uma respeitosa homenagem ao clássico de Carrol, nada além disso.



A primeira hora do filme é chata pra caramba, daquelas chatices que fazem você bocejar e até dormir no cinema. Alice (a pálida e insossa Mia Wasikowska), agora uma jovem que vai ser pedida em casamento, não se lembra do País das Maravilhas, mas é visitada pelo coelho e acaba sendo levada para lá novamente.

Em Wonderland reencontra velhos amigos como o Chapeleiro Louco (Johnny Depp em atuação pouca expressiva) e descobre que a malvada Rainha Vermelha (a ótima Helena Bonhan-Carter) está dominando o lugar.

Visualmente o filme é bacana, com direção de arte e fotografia impecáveis. Aliás, a parte técnica é um luxo, dando ao longa um status de grande produção que fez valer cada centavo investido. Alice usa vestidos deslumbrantes, o que torna o figurino da personagem um dos mais originais já vistos no cinema.


O 3D dá uma noção de profundidade interessante em algumas cenas, mas não chega a ser fundamental como em Avatar. E, ao contrário do filme de James Cameron, Burton trabalha com o visual, mas sabe contar uma história.

Porém, é preciso admitir que o Tim Burton dos anos 1990 era bem mais legal que o dos anos 2000. Nesta década ele fez filmes como os remakes de Planeta dos Macacos e A Fantástica Fábrica de Chocolate, ambos sem brilho o suficiente para fazer parte da cinebiografia memorável do cineasta.


Se você não tem muita expectativa, Alice no País das Maravilhas vai divertir na medida certa. Para os que acham que este é o filme do ano, no entanto, a decepção pode ser enorme. De qualquer forma o filme cumpre o que Burton sempre faz em suas produções: é uma ode ao cinema esteticamente perfeito. Em outros tempos, em se tratando de Tim Burton, isso também significava um cinema inesquecível e encantador. Mas dessa vez ficou só na estética mesmo.


Nota: 3 estrelas

Crítica por: Janaina Pereira (Cinemmarte)

Fonte: http://www.cinepop.com.br/criticas/alicenopaisdasmaravilhas_101.htm

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Cinema: Os Normais 2

Os Normais 2
A noite mais maluca de todas
Nessa o Rui e a Vani se superam, se divertem e fazem as loucuras de sempre. Eu acho que eles não evoluiram... continuam hilariantes.
O filme é muito engraçado e recheado de tudo aquilo que só os Normais fazem e que nos enlouquecem.
Vale a dica. Aproveitem.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Filme

FILME TAPETE VERMELHO


Indicação de filme: Tapete Vermelho, uma comédia muito engraçada com um enfoque real e verdadeiro de um povo que vive no campo (o legítimo caipira) que sai com a sua família em busca de realizar uma promessa e reviver um sonho: assistir aos filme de Mazzaropi.
Elenco brilhante: Matheus Nachtergaele (Quinzinho), Vinícius Miranda (Neco), Gorete Milagres (Zulmira), Rosi Campos (Maria), Aílton Graça (Mané Charreteiro), Jackson Antunes (Gabriel), Paulo Betti (Aparício), Débora Duboc (Sebastiana), Paulo Goulart (Caminhoneiro), Cássia Kiss (Tia Malvina), Cacá Rosset (Dono de cinema), Yassir Chediak (Seu Renato), Fernanda Ventura (Benedita), Manoel Messias (Adão), André Ceccato (Gumercindo), Martha Meola (D. Rosa), Cacá Amaral (Seu Marcolino), Cid Maomé (Zé Pirambêra), Delmon Canuto (Alberico), Duda Mamberti (Turco do armarinho), José Antônio Nogueira (Ico), Zé Mulato (Violeiro no Bar do Ico) e Cassiano (Violeiro no Bar do Ico) .
Vale a pena conferir e prestigiar o cinema brasileiro.