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terça-feira, 19 de março de 2013

CHIMAMANDA ADICHIE - O PERIGO DA HISTÓRIA ÚNICA



Estudar para a aula de Sociologia. Tema: "Cultura" de acordo com nossas discussões sobre Socialização.

Nossas vidas, nossas culturas, são compostos de muitas histórias que se sobrepõem. Romancista
Chimamanda Adichie conta a história de como ela encontrou sua voz autêntica cultural - e adverte que se ouve apenas uma história única sobre outra pessoa ou país, corremos o risco de um mal-entendido fundamental.

Inspirada na história da Nigéria e tragédias todos, mas esquecidos pelas gerações recentes de ocidentais, romances Chimamanda Ngozi Adichie e histórias são jóias da coroa da literatura da diáspora.


Veja o vídeo e o seu discurso:

http://youtu.be/EC-bh1YARsc



Fonte:
youtube.com 




domingo, 3 de março de 2013

IGREJA SÃO FRANCISCO DE ASSIS


Foto contínua de 360º, fantástica!



A Igreja mais bonita do Brasil.

Coloque em tela cheia arraste o mouse e não esqueça de ver o teto, magnífico  Clique nas setas e veja as opções no canto superior esquerdo, pode usar o zoom do mouse também. 



IGREJA SÃO FRANCISCO DE ASSIS em Salvador - Bahia




http://www.onzeonze.com.br/blog360/toursaofrancisco/index.html


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

FELICIDADE


 Foto: André Ribeiro

FELICIDADE


Caetano Veloso


Felicidade foi se embora.
E a saudade no meu peito ainda mora.
E é por isso que eu gosto lá de fora.
Porque sei que a falsidade não vigora. (2x)


A minha casa fica lá de traz do mundo.
Onde eu vou em um segundo quando começo a cantar.
O pensamento parece uma coisa à toa.
mas como é que a gente voa quando começa a pensar.


Felicidade foi se embora.
E a saudade no meu peito ainda mora.
E é por isso que eu gosto lá de fora.
Porque sei que a falsidade não vigora. (2x)


Na minha casa tem um cavalo tordilho.
que é irmão do que é filho daquele que o Juca tem.
E quando pego meu cavalo e encilho.
Sou pior que limpa trilho e corro na frente do trem.


Foto:  André Ribeiro






Fontes
Google - Youtube
Fotos: arquivo pessoal de André Ribeiro

sábado, 8 de dezembro de 2012

PARA MEUS AMIGOS...


Para serem felizes...


Para meus amigos que estão... SOLTEIROS.
O amor é como uma borboleta. Por mais que tente pegá-la, ela fugirá. 
Mas quando menos esperar, ela está ali do seu lado. 
O amor pode te fazer feliz, mas às vezes também pode te ferir. 
Mas o amor será especial apenas quando você tiver o objetivo de se dar somente a um alguém que seja realmente valioso. Por isso, aproveite o tempo livre para escolher .

Para meus amigos... NÃO SOLTEIROS.
Amor não é se envolver com a "pessoa perfeita", aquela dos nossos sonhos. 
Não existem príncipes nem princesas. 
Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos. 
O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser.

Para meus amigos que gostam de... PAQUERAR.
Nunca diga "te amo" se não te interessa. 
Nunca fale sobre sentimentos se estes não existem. 
Nunca toque numa vida, se não pretende romper um coração. 
Nunca olhe nos olhos de alguém, se não quiser vê-lo derramar em lágrimas por causa de ti. 

A COISA MAIS CRUEL QUE ALGUÉM PODE FAZER É PERMITIR QUE ALGUÉM SE APAIXONE POR VOCÊ, QUANDO VOCÊ NÃO PRETENDE FAZER O MESMO. 

Para meus amigos... CASADOS. 
O amor não te faz dizer "a culpa é", mas te faz dizer "me perdoe". 
Compreender o outro, tentar sentir a diferença, se colocar no seu lugar. 
Diz o ditado que um casal feliz é aquele feito de dois bons perdoadores. 
A verdadeira medida de compatibilidade não são os anos que passaram juntos; 
mas sim o quanto nesses anos vocês foram bons um para o outro.

Para meus amigos que têm um CORAÇÃO PARTIDO.
Um coração assim dura o tempo que você deseje que ele dure, e ele lastimará o tempo que você permitir. 
Um coração partido sente saudades, imagina como seria bom, mas não permita que ele chore para sempre. 
Permita-se rir e conhecer outros corações. 
Aprenda a viver, aprenda a amar as pessoas com solidariedade, aprenda a fazer coisas boas, aprenda a ajudar os outros, aprenda a viver sua própria vida. 

A DOR DE UM CORAÇÃO PARTIDO É INEVITÁVEL, MAS O SOFRIMENTO É OPCIONAL!
E LEMBRE-SE: É MELHOR VER ALGUÉM QUE VOCÊ AMA FELIZ COM OUTRA PESSOA, DO QUE VÊ-LA INFELIZ AO SEU LADO.


Para meus amigos que são... INOCENTES.
Ela(e) se apaixonou por ti, e você não teve culpa, é verdade. 
Mas pense que poderia ter acontecido com você. Seja sincero, mas não seja duro; não alimente esperanças, mas não seja crítico; você não precisa ser namorado(a), mas pode descobrir que ela(e) é uma ótima pessoa e pode vir a se tornar uma(um) grande amiga(o).

Para meus amigos que tem MEDO DE TERMINAR.
As vezes é duro terminar com alguém, e isso dói em você. 
Mas dói muito mais quando alguém rompe contigo, não é verdade? 
Mas o amor também dói muito quando ele não sabe o que você sente. 
Não engane tal pessoa, não seja grosso(a) e rude esperando que ela(e) adivinhe o que você quer. 
Não a (o) force terminar contigo, pois a melhor forma de ser respeitado é respeitando.

Pra terminar ... 

Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata.... 
Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem.Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela... 
Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável... 
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples... 
Um dia percebemos que o comum não nos atrai... 
Um dia saberemos que ser classificado como o "bonzinho" não é bom . .
Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você... 
Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso... 
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais...

Enfim...
Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para dizer tudo o que tem que ser dito...
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutar para realizar todas as nossas loucuras...
Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.


Martha Medeiros



Fonte
Google Imagens

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

SOBRE A MORTE E O MORRER



Uma analogia ao livro "A menina que roubava livros" de Markus Zusak - "Quando a morte conta uma história você deve parar para ouvi-la".



Por Rubem Alves


O que é vida?

Mais precisamente, o que é a vida de um ser humano?

O que e quem a define?


Já tive medo da morte. Hoje não tenho mais. O que sinto é uma enorme tristeza. Concordo com Mário Quintana: "Morrer, que me importa? (...) O diabo é deixar de viver." A vida é tão boa! Não quero ir embora...

Eram 6h. Minha filha me acordou. Ela tinha três anos. Fez-me então a pergunta que eu nunca imaginara: "Papai, quando você morrer, você vai sentir saudades?". Emudeci. Não sabia o que dizer. Ela entendeu e veio em meu socorro: "Não chore, que eu vou te abraçar..." Ela, menina de três anos, sabia que a morte é onde mora a saudade.

Cecília Meireles sentia algo parecido: "E eu fico a imaginar se depois de muito navegar a algum lugar enfim se chega... O que será, talvez, até mais triste. Nem barcas, nem gaivotas. Apenas sobre humanas companhias... Com que tristeza o horizonte avisto, aproximado e sem recurso. Que pena a vida ser só isto...” 

Da. Clara era uma velhinha de 95 anos, lá em Minas. Vivia uma religiosidade mansa, sem culpas ou medos. Na cama, cega, a filha lhe lia a Bíblia. De repente, ela fez um gesto, interrompendo a leitura. O que ela tinha a dizer era infinitamente mais importante. "Minha filha, sei que minha hora está chegando... Mas, que pena! A vida é tão boa...” 

Mas tenho muito medo do morrer. O morrer pode vir acompanhado de dores, humilhações, aparelhos e tubos enfiados no meu corpo, contra a minha vontade, sem que eu nada possa fazer, porque já não sou mais dono de mim mesmo; solidão, ninguém tem coragem ou palavras para, de mãos dadas comigo, falar sobre a minha morte, medo de que a passagem seja demorada. Bom seria se, depois de anunciada, ela acontecesse de forma mansa e sem dores, longe dos hospitais, em meio às pessoas que se ama, em meio a visões de beleza.

Mas a medicina não entende. Um amigo contou-me dos últimos dias do seu pai, já bem velho. As dores eram terríveis. Era-lhe insuportável a visão do sofrimento do pai. Dirigiu-se, então, ao médico: "O senhor não poderia aumentar a dose dos analgésicos, para que meu pai não sofra?". O médico olhou-o com olhar severo e disse: "O senhor está sugerindo que eu pratique a eutanásia?".

Há dores que fazem sentido, como as dores do parto: uma vida nova está nascendo. Mas há dores que não fazem sentido nenhum. Seu velho pai morreu sofrendo uma dor inútil. Qual foi o ganho humano? Que eu saiba, apenas a consciência apaziguada do médico, que dormiu em paz por haver feito aquilo que o costume mandava; costume a que freqüentemente se dá o nome de ética.

Um outro velhinho querido, 92 anos, cego, surdo, todos os esfíncteres sem controle, numa cama -de repente um acontecimento feliz! O coração parou. Ah, com certeza fora o seu anjo da guarda, que assim punha um fim à sua miséria! Mas o médico, movido pelos automatismos costumeiros, apressou-se a cumprir seu dever: debruçou-se sobre o velhinho e o fez respirar de novo. Sofreu inutilmente por mais dois dias antes de tocar de novo o acorde final.

Dir-me-ão que é dever dos médicos fazer todo o possível para que a vida continue. Eu também, da minha forma, luto pela vida. A literatura tem o poder de ressuscitar os mortos. Aprendi com Albert Schweitzer que a "reverência pela vida" é o supremo princípio ético do amor. Mas o que é vida? Mais precisamente, o que é a vida de um ser humano? O que e quem a define? O coração que continua a bater num corpo aparentemente morto? Ou serão os ziguezagues nos vídeos dos monitores, que indicam a presença de ondas cerebrais?

Confesso que, na minha experiência de ser humano, nunca me encontrei com a vida sob a forma de batidas de coração ou ondas cerebrais. A vida humana não se define biologicamente. Permanecemos humanos enquanto existe em nós a esperança da beleza e da alegria. Morta a possibilidade de sentir alegria ou gozar a beleza, o corpo se transforma numa casca de cigarra vazia.

Muitos dos chamados "recursos heróicos" para manter vivo um paciente são, do meu ponto de vista, uma violência ao princípio da "reverência pela vida". Porque, se os médicos dessem ouvidos ao pedido que a vida está fazendo, eles a ouviriam dizer: "Liberta-me".

Comovi-me com o drama do jovem francês Vincent Humbert, de 22 anos, há três anos cego, surdo, mudo, tetraplégico, vítima de um acidente automobilístico. Comunicava-se por meio do único dedo que podia movimentar. E foi assim que escreveu um livro em que dizia: "Morri em 24 de setembro de 2000. Desde aquele dia, eu não vivo. Fazem-me viver. Para quem, para que, eu não sei...". Implorava que lhe dessem o direito de morrer. Como as autoridades, movidas pelo costume e pelas leis, se recusassem, sua mãe realizou seu desejo. A morte o libertou do sofrimento.

Dizem as escrituras sagradas: "Para tudo há o seu tempo. Há tempo para nascer e tempo para morrer". A morte e a vida não são contrárias. São irmãs. A "reverência pela vida" exige que sejamos sábios para permitir que a morte chegue quando a vida deseja ir. Cheguei a sugerir uma nova especialidade médica, simétrica à obstetrícia: a "morienterapia", o cuidado com os que estão morrendo. A missão da morienterapia seria cuidar da vida que se prepara para partir. Cuidar para que ela seja mansa, sem dores e cercada de amigos, longe de UTIs. Já encontrei a padroeira para essa nova especialidade: a "Pietà" de Michelangelo, com o Cristo morto nos seus braços. Nos braços daquela mãe o morrer deixa de causar medo.


Texto publicado no jornal “Folha de São Paulo”, Caderno “Sinapse” do dia 12-10-03. fls 3.


Rubem Alves: tudo sobre o autor e sua obra em "Biografias".


Fonte
Google Imagens


quinta-feira, 18 de outubro de 2012

MOBY DICK: PARA CRIANÇAS, ADULTOS E AMBIENTALISTAS


Hoje se comemora o 161º aniversário de Moby Dick


Moby Dick

Moby Dick, a clássica baleia branca do romance homônimo de Herman Melville.


Moby Dick foi escrito em meados do século XIX, quando caçar baleias era uma prática comum e incentivada pelo governo. Herman Melville era marinheiro e se empregou em baleeiros ao longo da vida, daí que suas descrições detalhadas são a preciosa crônica de uma época. Inclusive, em um dos capítulos, o autor reflete sobre a crueldade da matança de baleias e chega a questionar se esses animais, tão impiedosamente perseguidos, correm risco de desaparecer. As reflexões do escritor porém, demonstram o ponto de vista de um homem que viveu numa época em que os mares da terra eram tão povoados de baleias, que parecia impossível que algum dia elas fossem sumir. Vivesse hoje, talvez ele tivesse transformado Moby Dick num libelo de proteção a esses animais. Talvez não, quem vai saber?

O livro, para quem nunca leu, é narrado por um jovem marinheiro chamado Ismael (o alter-ego de Melville). Ele relembra a trágica caçada do capitão Ahab a Moby Dick, uma descomunal baleia branca tida como a mais perigosa de todas as cachalotes, praticamente imortal, visto que sobreviveu a dezenas de ataques de baleeiras e traz no corpo diversas cicatrizes e até pedaços de arpão. Moby Dick é o leviatã bíblico, o monstro marinho que amedrontou a antiguidade, o pesadelo dos marinheiros, a mais temida e mais admirada das baleias.

Descrita como uma verdadeira entidade, é o herói da história, salvando outras baleias do ataque insensato do homem, destruindo embarcações para se defender. Seu duelo com o capitão Ahab é antigo e profundo, ambos trazem no corpo as marcas de lutas passadas, são dois velhos deuses cansados. Do jeito que a história é contada, parece não haver espaço no mar para duas vontades tão fortes. Tanto o capitão quanto a baleia branca sabem disso.

Os medos em Moby Dick são ancestrais, alimentados por superstições e profecias. Mas também é um  temor do desconhecido, do futuro, daquilo que está por vir. É uma das mais perfeitas metáforas da eterna luta do homem com Deus.

Moby Dick é uma baleia da espécie das cachalotes. É branca porque é albina. Cachalotes albinas são raras, mas existem. A cor tradicional da espécie porém é o cinzento, meio castanho à luz do sol. Pelo tamanho descomunal da baleia descrita por Herman Melville, é de se acreditar que Moby Dick seja um macho, visto que os machos da espécie costumam ser muito maiores que as fêmeas. As cachalotes chegam a ter 18 metros de comprimento, sendo que a cabeça tem um terço do cumprimento do animal. Só o cérebro do bicho pesa sete quilos. Ao longo dos século XVIII e XIX, as baleias em geral, sobretudo as cachalotes, foram caçadas e mortas por baleeiros. Na Europa do período, o âmbar cinzento (localizado nos intestinos do animal) e o espermacete, na cabeça, eram substâncias cobiçadas. O âmbar era muito procurado como fixador de perfumes, enquanto o espermacete servia para fabricar uma infinidade de coisas, de substâncias farmacêuticas a cosméticos. Até meados dos anos 80, as cachalotes ainda eram caçadas e mortas em regiões como a ilha da Madeira e o arquipélago dos açores. Ainda hoje, tanto as cachalotes quanto outras espécies de baleias são animais ameaçados de extinção. O Japão por exemplo, é um dos países que ainda reluta em abolir a caça às baleias.


Texto de Andreia Santana




Fontes
Google Imagens

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

SER PROFESSOR


Ser professor


Ser professor é exercer o magistério com dignidade
Ainda que não receba a devida valorização
É trilhar a cada ano por novos caminhos
Na busca incessante da perfeição

É preocupar-se com amor paternal
Com o futuro de cada educando
É ser aluno buscando novos conhecimentos
É ser persistente contra os obstáculos lutando

É ser incompreendido por seus alunos
Quando visa prepará-los melhor
Exigindo um pouco mais de dedicação
Para que, na vida, não levem o pior

É ser alvo de críticas violentas
Quando luta por seus direitos legais
É ter que assumir carga horária estressante
E às vezes, camuflar seus verdadeiros ideais

É aquele que sofre quando não atinge seus objetivos
E que sonha com uma educação mais viva mais eficiente
Que acredita numa sociedade mais justa e solidária
Formada por pessoas mais críticas e conscientes

É aquele que até já se acostumou
Com aqueles comentários maledicentes
Se alunos reprovam o professor é o único culpado
Se forem aprovados é porque são inteligentes

É aquele que jamais perderá a esperança
De que o seu trabalho um dia tenha o devido valor
Pois, por suas mãos passam todos os que se alfabetizam
Desde o mais simples operário até o mais renomado doutor

É aquele que com certeza, é insubstituível
Mesmo com a realidade tecnológica avançando
Em qualquer circunstância sempre vai haver aprendizes
E um professor amigo por perto ensinando

É aquele que quanto mais exigente for
Com toda certeza, agora, será o mais odiado
Mas no futuro, por causa dessas exigências
Com carinho e gratidão será sempre lembrado

Jesus o autodidata por excelência
Para quem o ensinar não era mistério
Dê a cada professor prudência, humildade,
Paciência, resignação e honestidade

Para exercer com otimismo, tão difícil ministério
Parabéns classe valorosa
Na qual me incluo orgulhoso
Plantemos a semente do saber
Para que, no futuro, possamos ter
Um povo pacífico, sábio e laborioso.


(Bartolomeu Xavier de Sousa Filho)


Homenagem do professor Bartolomeu a todos os companheiros e companheiras de luta. Orgulhemo-nos do nosso trabalho, pois com certeza, fomos, somos e sempre seremos importantes em qualquer organização social do mundo.


PARABÉNS A TODOS OS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO QUE FAZEM DESSA "ARTE" DE EDUCAR UMA FORMA DE FAZER UM MUNDO MELHOR.
(André Ribeiro)



Fontes
Google Imagens

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

MESMO ASSIM


Madre Tereza de Calcutá


“Muitas vezes as pessoas
são egocêntricas, ilógicas e insensatas.
Perdoe-as assim mesmo.

Se você é gentil,
as pessoas podem acusá-lo de interesseiro.
Seja gentil assim mesmo.

Se você é um vencedor,
terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros.
Vença assim mesmo.

Se você é honesto e franco,
as pessoas podem enganá-lo.
Seja honesto e franco assim mesmo.

O que você levou anos para construir,
alguém pode destruir de uma hora para outra.
Construa assim mesmo.

Se você tem paz e é feliz,
as pessoas podem sentir inveja.
Seja feliz assim mesmo.

O bem que você faz hoje,
pode ser esquecido amanhã.
Faça o bem assim mesmo.

Dê ao mundo o melhor de você,
mas isso pode não ser o bastante.
Dê o melhor de você assim mesmo.

Veja você que, no final das contas,
é tudo entre você e Deus.
Nunca foi entre você e os outros.”


MADRE TEREZA DE CALCUTÁ

domingo, 26 de agosto de 2012

NOITES AZUIS

Sugestão de leitura:

Noites Azuis



“O que fazer quando você é a que resta? Se você é uma escritora, escreve. Agarra-se às palavras”. 
 Joan Didion






O que fazer quando você é a que resta? Se você é uma escritora, escreve. Agarra-se às palavras na tentativa de compreender o impossível, agarra-se para não afundar. Agarra-se porque é preciso enfrentar as lembranças, sempre fragmentadas, e com elas construir uma memória que faça algum sentido na paisagem devastada que agora é você. Com 1 metro e 56 centímetros e meio de altura e a silhueta de quem poderá ser levada embora na primeira brisa, Joan Didion é uma escritora feroz. Examina a si mesma sem autopiedade ou pieguice e entrega-se ao leitor com todas as suas marcas. A grandeza de seu texto está na capacidade de entrelaçar a tragédia às pequenas delicadezas do cotidiano. Como ao perceber que, por muito tempo, escrevera vendo as roupas de Quintana secar ao sol.




"Noites azuis" tem início em 26 de julho de 2010. Neste mesmo dia, sete anos antes, Quintana Roo, filha de Joan Didion com o também escritor John Gregory Dunne, se casava na catedral de são João, o Divino, em Nova York. Os jasmins em sua trança, a tatuagem da pluméria transparecendo sob o tule, os colares havaianos... detalhes simples que desencadeiam memórias vívidas da infância da jovem em Malibu, em Brentwood, e na escola, em Holmby Hills. Refletindo sobre sua filha, mas também sobre seu papel como mãe, Didion faz a pergunta que qualquer pai já se fez em algum momento da vida: eu fiz tudo o que poderia ter feito? Que detalhe passou despercebido? Que detalhe poderia fazer a diferença nos anos seguintes para evitar a fatídica saudade que hoje é sentida? Entre lembranças tocantes e, em alguns casos, dilacerantes, a escritora analisa seus próprios medos, angústias e dúvidas e, ao fazê-lo, compara sua vida ao período das chamadas noites azuis: “o oposto do declínio da claridade, mas também seu aviso".


Ao escrever sobre a vida sem John, ela alcançou uma síntese perfeita da catástrofe humana: “A vida muda num instante. Você se senta para jantar e a vida que você conhecia acaba de repente”. Era essa a tragédia inescapável, a emergência para a qual não há equipes de salvamento. O ano do pensamento mágico tornou-se um best-seller nos Estados Unidos e vendeu 100 mil exemplares no Brasil. Quintana morreria pouco antes do lançamento, depois de meses com complicações de saúde cujos detalhes Joan escolhe não explicar. Tinha 39 anos.


Ela escreve, porém. As palavras também começam a lhe escapar, ela sente que seus verbos e substantivos “não dizem o que deviam dizer ou não querem”. Mas Joan vive enquanto escreve – e escreve para saber que ainda vive. Enquanto escreve, mantém todos vivos. Um truque desesperado do ilusionista que é todo escritor, mas também um milagre humano. No livro, Quintana, John e tantos outros que povoaram o mundo de Joan Didion ainda vivem. E as noites azuis continuam lá.



Fontes
Google Imagens



CENTRAL DO BRASIL


Minha sugestão de filme para hoje:

Central do Brasil (1998)




Talvez, um dos maiores êxitos da história do cinema nacional, o road movie do diretor Walter Salles conta a história de Dora (Fernanda Montenegro) uma mulher que trabalha na estação de trem Central do Brasil escrevendo cartas para pessoas analfabetas. Certo dia, uma de suas clientes, Ana (Soia Lira) aparece com o filho Josué (Vinícius de Oliveira) pedindo que escrevesse uma carta para o seu marido dizendo que Josué quer visitá-lo um dia. Saindo da estação, Ana morre atropelada por um ônibus e Josué, de apenas 9 anos e sem ter para onde ir, se vê forçado a morar na estação. Com pena do garoto, Dora decide ajudá-lo e levá-lo até seu pai que mora no sertão nordestino. 

Central do Brasil é um retrato sentimental do interior do país, que ao narrar as desventuras de Dora e o menino na busca emocionante pelo pai, acaba contando a história de milhões de brasileiros que estão indo e vindo pelo país a todo momento. Imigrantes que buscam uma melhor qualidade de vida, ou outros que estão indo apenas rever seus parentes. Poucos filmes conseguiram retratar com tanta beleza e emoção o interior do país, e o realismo da vida de milhares de pessoas aparentemente comuns.
É um filme que fala intensamente sobre solidariedade e generosidade, no caso, a de Dora, mas não peca em não abordar a pobreza e as dificuldades do povo nordestino, e os perigos enfrentados pelos viajantes do interior do Brasil. A fotografia, direção de arte e trilha sonora são primorosas. Ao longo do filme, é impossível não se envolver afetivamente com os personagens de Fernanda Montenegro e Vinícius de Oliveira, tão bem construídos e interpretados.

Na época de seu lançamento, fazia anos que um filme brasileiro não alcançava tanto reconhecimento internacional. Central do Brasil foi indicado na categoria de Melhor Filme em mais de dez premiações estrangeiras, incluindo o Oscar, tendo vencido o BAFTA, o Globo de Ouro e o Urso de Ouro do Festival de Berlim de Melhor Filme Estrangeiro. A consagrada Fernanda Montenegro, celebrada como uma das melhores atrizes brasileiras, tornou-se a a primeira atriz latino-americana a ser indicada ao Oscar de Melhor Atriz, perdendo para Gwyneth Paltrow por Shakespeare Apaixonado (Shakespeare in Love). Ela também foi vencedora do BAFTA de Melhor Atriz e do Globo de Ouro de Melhor Atriz Estrangeira.


Trailer:


Leia mais:




Fontes
Google Imagens

domingo, 19 de agosto de 2012

FOTOGRAFIA


DIA MUNDIAL DA FOTOGRAFIA - 19 DE AGOSTO


Fotografia nada mais é do que a técnica de criar uma imagem por meio da exposição luminosa do papel A primeira fotografia que se tem notícia foi datada de 1826 e é atribuída ao francês Joseph Nicéphore Niépce. Porém a invenção da fotografia não é obra de uma só pessoa e sim um processo de acúmulo de avanços por parte de muitas pessoas.




Os avanços proporcionaram a criação do filme fotográfico colorido além de uma melhora na qualidade da imagem final, agilizando as etapas do processo de produção e a redução de custos, popularizando o uso da fotografia.


Atualmente a fotografia digital modificou totalmente o mundo da fotografia. Os equipamentos estão mais baratos e ao alcance de todos e já disponibilizam ao usuário médio recursos cada vez mais sofisticados, pra que ele obtenha uma maior qualidade de imagem e facilidade de uso.


Máquina antiga

Essa simplificação na captação, armazenagem, impressão e reprodução de imagens mais o ambiente digital facilita a integração com os recursos da informática como organização em álbuns, incorporação de imagens em documentos e distribuição via Internet. Tudo isso tem democratizado o uso da fotografia. Sem contar a incorporação da máquina fotográfica nos telefones celulares. O indivíduo tem cada vez mais controle sob a técnica.

Fotografia dos "objetos" em movimento


A fotografia tornou-se um instrumento que possibilita que experiências pessoais se tornem eternas. Não precisa mais ser profissional para se ter uma câmera ou saber como tirar uma boa foto.



Esse vídeo mostra algumas fotografias que impactaram no mundo. Vejam:





Parabéns a todos os fotógrafos profissionais que fazem dessa arte um forma de ver o mundo por outras lentes e encantar a todos com o seu foco. E parabéns para quem acredita na fotografia e a faz seja de uma forma simples do seu celular ou da sua câmera fotográfica. 

Parabéns!!!


Fontes
Google Imagens

segunda-feira, 30 de julho de 2012

EVITE SER TRAÍDO


Por Arnaldo Jabor


Mulher moderna

Evite ser traído


Você homem da atualidade, vem se surpreendendo diuturnamente com o “nível” intelectual, cultural e, principalmente, “liberal” de sua mulher, namorada etc.

As vezes sequer sabe como agir, e lá no fundinho tem aquele medo de ser traído – ou nos termos usuais – “corneado”. Saiba de uma coisa…

Esse risco é iminente, a probabilidade disso acontecer é muito grande, e só cabe a você, e a ninguém mais evitar que isso aconteça – ou então – assumir seu “chifre” em alto e bom som. Você deve estar perguntando porque eu gastaria meu precioso tempo falando sobre isso. Entretanto, a aflição masculina diante da traição vem me chamando a atenção já há tempos.

Mas o que seria uma “mulher moderna”? A principio seria aquela que se ama acima de tudo, que não perde (e nem tem) tempo com/para futilidades, é aquela que trabalha porque acha que o trabalho engrandece, que é independente sentimentalmente dos outros, que é corajosa, companheira, confidente, amante…

É aquela que as vezes tem uma crise súbita de ciúmes mas que não tem vergonha nenhuma em admitir que está errada e correr pros seus braços… É aquela que consegue ao mesmo tempo ser forte e meiga, arrumada e linda… Enfim, a mulher moderna é aquela que não tem medo de nada nem de ninguém, olha a vida de frente, fala o que pensa e o que sente, doa a quem doer… Assim, após um processo “investigatório” junto a essas “mulheres modernas” pude constatar o pior.

VOCÊ SERÁ (OU É???) “corno”, ao menos que:

- Nunca deixe uma “mulher moderna” insegura. Antigamente elas choravam. Hoje, elas simplesmente traem, sem dó nem piedade.

- Não ache que ela tem poderes “adivinhatórios”. Ela tem de saber da sua boca – o quanto você gosta dela. Qualquer dúvida neste sentido poderá levar às conseqüências expostas acima.

- Não ache que é normal sair com os amigos (seja pra beber, pra jogar futebol…) mais do que duas vezes por semana, três vezes então é assinar atestado de “chifrudo”. As “mulheres modernas” dificilmente andam implicando com isso, entretanto elas são categoricamente “cheias de amor pra dar” e precisam da “presença masculina”. Se não for a sua meu amigo…Bem…

- Quando disser que vai ligar, ligue, senão o risco dela ligar pra aquele ex bom de cama é grandessíssimo.

- Satisfaça-a sexualmente. Mas não finja satisfaze-la. As “mulheres modernas” têm um pique absurdo com relação ao sexo e, principalmente dos 20 aos 38 anos, elas pensam – e querem – fazer sexo TODOS OS DIAS (pasmem, mas é a pura verdade)… Bom, nem precisa dizer que se não for com você…

- Lhe dê atenção. Mas principalmente faça com que ela perceba isso. Garanhões mau (ou bem) intencionados sempre existem, e estes quando querem são peritos em levar uma mulher às nuvens. Então, leve-a você, afinal, ela é sua ou não é????

- Nem pense em provocar “ciuminhos” vãos. Como pude constatar, mulher insegura é uma máquina colocadora de chifres.

- Em hipótese alguma deixe-a desconfiar do fato de você estar saindo
com outra. Essa mera suposição da parte delas dá ensejo ao um “chifre” tão estrondoso que quando você acordar, meu amigo, já existirá alguém MUITO MAIS “comedor” do que você…só que o prato principal, bem…dessa vez é a SUA mulher.

- Sabe aquele bonitão que, você sabe, sairia com a sua mulher a qualquer hora. Bem…

De repente a recíproca também pode ser verdadeira.

Basta ela, só por um segundo, achar que você merece…Quando você reparar… já foi.

- Tente estar menos “cansado”. A “mulher moderna” também trabalhou o dia inteiro e, provavelmente, ainda tem fôlego para – como diziam os homens de antigamente – “dar uma”, para depois, virar do lado e simplesmente dormir.

- Volte a fazer coisas do começo da relação. Se quando começaram a sair viviam se cruzando em “baladas”, “se pegando” em lugares inusitados, trocavam e-mails ou telefonemas picantes, a chance dela gostar disso é muito grande, e a de sentir falta disso então é imensa. A “mulher moderna” não pode sentir falta dessas isas…senão…

Bem amigos, aplica-se, finalmente, o tão famoso jargão “quem não dá assistência, abre concorrência e perde a preferência”. Deste modo, se você está ao lado de uma mulher de quem realmente gosta e tem plena consciência de que, atualmente o mercado não está pra peixe (falemos de qualidade), pense bem antes de dar alguma dessas “mancadas”… 
proteja-a, ame-a, e, principalmente, faça-a saber disso. Ela vai pensar milhões de vezes antes de dar bola pra aquele `bonitão´ que vive enchendo-a de olhares… e vai continuar, sem dúvidas, olhando só pra você!!!”


Mulher moderna



Fonte
Google Imagens

terça-feira, 17 de julho de 2012

CARTA DE AMOR - OÁSIS DE BETHÂNIA





Carta de Amor



Maria Bethânia



Não mexe comigo que eu não ando só
Eu não ando só, que eu não ando só
Não mexe não. 
(2x)


Eu tenho zumbi, besouro o chefe dos tupis
Sou tupinambá, tenho erês, caboclo boiadeiro
Mãos de cura, morubichabas, cocares, arco-íris
Zarabatanas, curarês, flechas e altares.
A velocidade da luz no escuro da mata escura
O breu o silêncio a espera. eu tenho Jesus,
Maria e José, todos os pajés em minha companhia
O menino deus brinca e dorme nos meus sonhos
O poeta me contou.


Não mexe comigo que eu não ando só
Eu não ando só, que eu não ando só
Não mexe não.
(2x)


Não misturo, não me dobra rainha do mar
Anda de mãos dadas comigo, me ensina o baile
Das ondas e canta, canta, canta pra mim, é do
Ouro de oxum que é feita a armadura que guarda o
Meu corpo, garante meu sangue, minha garganta
O veneno do mal não acha passagem e em meu
Coração Maria ascende sua luz, e me aponta o
Caminho.
Me sumo no vento, cavalgo no raio de Iansã,
Giro o mundo, viro, reviro tô no recôncavo
Tô em fêz, vôo entre as estrelas, brinco de
Ser uma, traço o cruzeiro do sul com a tocha
Da fogueira de João menino, rezo com as três
Marias, vou além me recolho no esplendor das
Nebulosas descanso nos vales, montanhas, durmo
Na forja de ogum, mergulho no calor da lava
Dos vulcões, corpo vivo de xangô


Não ando no breu nem ando na treva
Não ando no breu nem ando na treva
É por onde eu vou o santo me leva
É por onde eu vou o santo me leva. 
(2x)


Medo não me alcança, no deserto me acho, faço
Cobra morder o rabo, escorpião vira pirilampo
Meus pés recebem bálsamos, unguento suave das
Mãos de Maria, irmã de marta e lázaro, no
Oásis de Bethânia.
Pessoa que eu ando só, atente ao tempo num
Comece nem termine, é nunca é sempre, é tempo
De reparar na balança de nobre cobre que o rei
Equilibra, fulmina o injusto, deixa nua a justiça


Eu não provo do teu féu, eu não piso no teu chão
E pra onde você for não leva o meu nome não
E pra onde você for não leva o meu nome não. 
(2x)


Onde vai valente? você secô seus olhos insones
Secaram, não vêem brotar a relva que cresce livre
E verde, longe da tua cegueira. seus ouvidos se
Fecharam à qualquer música, qualquer som, nem o
Bem nem o mal, pensam em ti, ninguém te escolhe
Você pisa na terra mas não sente apenas pisa,
Apenas vaga sobre o planeta, já nem ouve as
Teclas do teu piano, você está tão mirrado que
Nem o diabo te ambiciona, não tem alma você é
O oco, do oco, do oco, do sem fim do mundo.


O que é teu já tá guardado
Não sou eu que vou lhe dar,
Não sou eu que vou lhe dar,
Não sou eu que vou lhe dar. 
(2x)


Eu posso engolir você só pra cuspir depois,
Minha fome é matéria que você não alcança,
Desde o leite do peito de minha mãe, até o sem
Fim dos versos, versos, versos, que brota do
Poeta em toda poesia sob a luz da lua que deita
Na palma da inspiração de Caymmi, se choro quando
Choro e minha lágrima cai é pra regar o capim que
Alimenta a vida, chorando eu refaço as nascentes
Que você secou.
Se desejo, o meu desejo faz subir marés de sal, e
Sortilégio, vivo de cara pra o vento na chuva, e
Quero me molhar. o terço de Fátima e o cordão de
Gandhi, cruzam o meu peito.
Sou como a haste fina, que qualquer brisa verga,
Mas nenhuma espada corta


Não mexe comigo, que eu não ando só
Eu não ando só, que eu não ando só(2x)
Não mexe comigo .

segunda-feira, 14 de maio de 2012

OS ESPELHOS DA VIDA


Espelho


Por Nelson Matheus 


A gente passa muito tempo pela vida sem perceber como o Universo em sua perfeição infinita nos dá tudo que precisamos para crescer, de uma forma precisa. 

Fugimos léguas de nos olhar nos espelhos que a vida nos oferece a cada dia porque lá no fundo sabemos que ali vamos enxergar a nós mesmos... 

E, às vezes, é muito mais fácil colocar a culpa de tudo que nos acontece nos outros a ter que assumir responsabilidade sobre o que experimentamos na vida... 

Mas quando temos consciência que tudo aquilo que nos acontece é, de uma forma ou de outra, responsabilidade nossa, isso nos dá a possibilidade de mudar a nossa realidade. 

Quando despertamos para o fato de que os acontecimentos ao nosso redor e, as pessoas também, são espelhos para partes nossas que não conseguimos enxergar, isso faz uma diferença enorme. 

A partir de então, agradecemos ao Universo quando nos deparamos com coisas que nos incomodam, porque sabemos que ali, ao invés de incômodo, existe na verdade uma chave para que a gente se conheça mais um pouco... Não podemos mudar o outro... mas, sempre podemos transformar em nós o que nos incomoda no outro e isso muda tudo ao nosso redor, inclusive "os outros". 

Não adianta fugir desses espelhos que a vida nos oferece para o nosso crescimento, porque eles sempre voltam, como outras pessoas ou situações, que vão refletir exatamente algo que pede por transformação e que vai fazer com que nossa consciência se amplie mais um pouco. 

Quando nos abrimos para receber todo o aprendizado que a vida nos oferece vamos nos encantar como tudo pode se tornar muito mais leve e como esse aprendizado pode ser mais divertido. 

Experimente jogar com vida... um jogo de crescimento.... Deixe de lado todo julgamento e os preconceitos e desperte a cada dia sabendo que existe algo para você descobrir sobre você mesmo e que as pistas vão vir através dos reflexos do espelho fornecidos pelas outras pessoas. 

Não fuja dos espelhos... não adianta, porque você só está adiando um processo de curas profundas. 
Lembre-se sempre: o que você vê de errado no próximo também existe em você, somos todos Um, portanto toda cura é autocura. Na medida em que você melhora o mundo também melhora. Assuma esta responsabilidade. Ninguém mais precisa fazer este processo, só você. 

Quando há situações desconfortáveis, há uma técnica muito simples e interessantíssima, pelos resultados. Você diz: "Divino Criador, pai, mãe, filho em Um... Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais ofendemos à sua família, parentes e ancestrais em pensamentos, palavras, atos e ações do início da nossa criação até o presente, nós pedimos seu perdão... Deixe isto limpar, purificar, libertar, cortar todas as recordações, bloqueios, energias e vibrações negativas e transmute estas energias indesejáveis em pura luz... Assim está feito." 

Você assim neutraliza a energia que você associa à determinada pessoa, lugar ou coisa. No processo, esta energia é libertada e transmutada em pura luz pela Divindade. E dentro de você o espaço vagado é preenchido pela luz da Divindade. Então, nesta prática não há culpa, não é necessário reviver sofrimento, não importa saber o porquê do problema, de quem é a culpa, sua origem. 

E, pouco a pouco, esse jogo de olhar no espelho da vida vai se tornando cada vez mais claro e mais natural... e vamos nos rendendo à infinita sabedoria do Criador que sempre nos proporciona o que precisamos... na hora certa... nem mais... nem menos.



Contato com o autor:  matheussilva_frc@yahoo.com.br



Fontes
Google Imagens

sábado, 12 de maio de 2012

MÃE


Por Fábio Jr.



Mãe, você sempre de olho em mim
Às vezes, juro não reparo
Mãe, seu colo sempre ali presente
Amor, tão puro amor...
Tão raro
Mãe, perdoa minha ausência
Às vezes tenho trabalhado muito
Mãe, mas como você mesma diz
Trabalho com amor gera bons frutos
Mãe teu infinito amor
Eterno amor é tão profundo
Mãe, você parece às vezes
Que é mãe de todo mundo
Mãe agora aqui diante de você declaro
Minha vida fica mais bonita
Com você do lado, do meu lado
Te amo tanto, tanto e te agradeço sempre
E sempre que eu puder eu estarei por perto
Claro.

Mãe


Obs.: Desconheço o autor da figura, quem souber me informe para dar os devidos créditos.
Obrigado.

André Ribeiro

terça-feira, 10 de abril de 2012

SER MINEIRO...


Ser mineiro não é só dizer uai, trem bão, etc e tal,
é ter todo um jeito especial e diferenciado de ser.
É não se meter em cumbuca alheia;
é não dar um passo maior que as pernas;
é não dar ponto sem nó;
é confiar, desconfiando;
é não mostrar o que sabe;
é falar menos e escutar mais;
é chegar antes da hora
para não perder o trem;
é não andar no escuro
para não encontrar o que não se deve.

Mineiro não gosta de conversa mole de enrolador,
nem de conversa fiada de quem diz o que não deve.
Mineiro gosta de segredo.
Não gosta de dizer o que faz, nem o que vai fazer,
deixa para revelar quando já está pronto.

Ser mineiro é passar por bobo e ser inteligente.
É se vestir com simplicidade, sendo fazendeiro;
é reclamar dos preços, sendo banqueiro;
é dar desconto para ganhar o freguês.
Mineiro não olha diretamente, tem educação,
espia, fingindo que não presta atenção;
não é de vingança, mas pode esperar o troco;
não estica conversa com estranhos,
mas recebe os amigos como se fossem reis;
não troca um pássaro na mão por dois voando,
pois só arrisca quando tem certeza.

Ser mineiro é ter sabedoria, simplicidade, modéstia,
solidariedade, coragem e bravura.
É fazer de um fracasso o princípio de uma vitória,
e da vitória, a humildade do não foi nada demais.

O mineiro, se vive no campo,
gosta de ouvir os sons da natureza:
do movimento da água nos rios, do ar nos ventos
e olhar o céu para sentir as mudanças do tempo:
saber se vai dar sol ou chover, fazer calor ou frio;
gosta também de ouvir o cantar dos pássaros,
o latido do seu cachorro amigo,
o mugir do gado leiteiro,
o relincho do forte e nobre cavalo ...
e, vez em quando, escutar as notícias da cidade.

Mineiro que vive na cidade,
não deixa de lado o seu jeito interior,
leva o valor do campo junto consigo;
se estiver em outro país,
entre as saudades maiores
estão as belas montanhas de Minas Gerais,
com que interage desde cedo.

Segundo os que não são de Minas,
o motivo por que o mineiro é desconfiado,
é que, crescendo entre montanhas,
anda atento pelos caminhos,
sem saber o que se esconde
atrás de cada uma delas,
já que cada qual tem seu mistério,
não há duas que se igualem.
Fato é que, ao sair de seus domínios,
torna-se difícil enganar o mineiro
que enxerga atrás das montanhas outras,
entrelinhas das palavras.
Devagar e sempre,
o mineiro chega aonde quer.

Ser mineiro é ser conservador
no que precisa ser conservado.
No amor-casal, dois é bom, três é demais.
Ser Mineiro é ser religioso.
Mineiro não se sente só aonde quer que vá,
pois sente que a mão de Deus o protege.

Ser mineiro também é ser inovador
no que precisa ser inovado.
É gostar de saber mais para contar seus causos;
é admirar o belo, a arte, a vida;
é amar a liberdade de ir, de vir, de pensar, de ser;
é ser poeta e gostar de fazer política
para não perder o idealismo de mudar as coisas.

Ser mineiro é ser gente como a gente: eu e você,
que, entre trabalho e suor, com lágrimas e sorrisos,
construímos a história dessa nossa Minas Gerais,
as minas de ouro, diamante, pedras preciosas...
riquezas infinitas minerais e pessoais,
que podem ser encontradas nos subsolos
ou caminhando pelas ruas das nossas cidades.

Ana da Cruz






Chão de Minas - Abre a porteira que eu quero entrar...



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Queijo com goiabada a moda mineira



 Comida mineira



 Uma casa típica e tradicional mineira não pode faltar um jogão a lenha. 



 Palácio da Liberdade - antiga sede do governo de Minas




Liberdade ainda que tardia






Fontes:
Google Imagens